16 de outubro de 2021

A REFORMA DA CASA - crônica

 





                    - Taís Luso de Carvalho


 Quanto estresse para arrumarmos coisas dentro de casa!  Pintar a casa, arrumar o cano que furou, a hidra que disparou, a rede elétrica que pifou, o ar-condicionado...

Quem já não se estressou com trabalhadores, quando no meio do caminho deixa nossa vida na maior anarquia? 

Há tempos, contratamos um pintor indicado por uma amiga. Ótimas referências tinha o tal do "Seu" João, conhecido como Joãozinho, homem de muitas qualidades: caprichoso, detalhista, não sai antes de deixar tudo limpo. Pronto: fiquei  entusiasmada.

Telefonei para o tal Joãozinho. E lá veio ele no final da tarde. Conversa vai, conversa vem, vi que o homem entendeu tudo o que falamos. Fechamos o negócio e marcamos o dia. 

Anotamos a lista de todo o material e dois dias depois já estava tudo dentro de casa, empilhado: galões de tinta, massa corrida, selador, rolos, pincéis, bandeja, solventes etc. Ficamos num entusiasmo enorme pra ver as coisas prontas o mais breve possível.

Passado o dia combinado, telefonamos para Seu Joãozinho para saber o que tinha acontecido, pois não deu sinal de vida. Coitado do homem: ficamos consternados! Joãozinho ajudou a levantar uma vizinha de 150 quilos e sua hérnia foi pro brejo. Teria de fazer alguns exames, pelo visto, no fim do mundo! Mas tudo bem, saúde em primeiro lugar.

Uma semana se passou e telefonamos para Joãozinho, afinal, o "homi" estava doente! Ficou acertado que começaria na 5ª feira.  Todo o material já estava dentro de casa.

Chegou o dia de começar. Pulamos da cama às 6:30 horas, tomamos café... Mas, cadê o Joãozinho? Peguei o telefonei...

- Alô... Bom dia, Seu Joãozinho, estamos esperando,  está tudo acertado? 

- Ah, dona, sabe... o médico disse que terei de operar, mas antes tenho de ficar 15 dias em repouso.

- Cumequié?? Mas, o que aconteceu, por que não avisou?

- Perdi seu número...

- Mas o número está no seu celular e o prédio está no mesmo lugar!

Já desconfiada, acabei com o papo e com a mentira. Fiquei indignada. Desabei diante da minha frustração. E com todo o apartamento na anarquia!

Telefonei para minha amiga, que havia me indicado o homem, e contei a história! E contei da mulher de 150 quilos que ele ajudou a levantar-se.

- Espera, Tais!! Essa história da vizinha com 150 quilos o João me aplicou no ano passado! Acho que ele usa a tal mulher como álibi, até terminar os trabalhos em atraso. Eita, amiga... pegue outro! Tem gente muito qualificada.

Peguei o telefone de uma  tia e perguntei-lhe se sabia de algum  pintor...

- Querida, anote aí o número do telefone dele, pintor excelente, deixa tudo limpo, caprichoso... trabalha há anos para mim.

- Pode dizer tia, estou anotando...

- O nome dele é João, mais conhecido como Joãozinho.

- Joãozinho??

Ficou tão contente em me dar o telefone do trapaceiro, que não lhe contei nada. Agradeci  pelo carinho e boa vontade...

Mas pra mim, nem morto!!




__________________😃🙄😄__________________






51 comentários:

  1. Boa noite de sábado, querida amiga Taís!
    Confesso que não esperava que o trambiqueiro fosse ser citado no final da história...
    Parece cômico o que não é.
    Sei como é ser enganada, trapaceada. Uma vez, achando que um trabalhador fosse da igreja e honesto, contratei seu serviço. Até um saco de cimento carregou além de me dar sérios problemas com o serviços mal feito...
    Obra é um transtorno. Nunca mais quero e já imagino daqui a uns anos quando tiver que pintar aqui. Por ora, está tudo certinho.
    Boa sorte, Taís, que apareça um ótimo profissional, que sequer se chame "Joãozinho"...
    Tenha uma nova semana abençoada!
    Beijinhos com carinho de gratidão e estima
    😘🕊️💙

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  2. Rindo aqui Tais ,esse finalzinho do texto me deixou aos risos , esse tal Joãozinho com tantas referências estava fadado a ser o seu estorno ,aplicando mentiras já conhecidas de quase meio mundo rsrs
    Reforma em casa é um verdadeiro transtorno e ter sorte com os profissionais é sempre um milagre. Eu gostava de pintar paredes _ só que demorava uma eternidade em cada quarto, mas ficava muito bom-melhor que esses 'sabe tudo' que são na maioria muitíssimo enrolados rs é uma característica deles rs o que estressa mais que pinturas são os pequenos acertos na casa tipo vazamentos ou acertos na parte
    elétrica .Temos que guardar os contatos e rezar ... rs
    Suas crônicas cotidianas são sempre bem humoradas. Gosto muito, Tais
    Bom domingo e boa semana, amiga

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  3. Taís, nada de desespero
    tens tudo dentro de casa?
    Faz chantagem
    ou ele pinta
    ou vendes o material
    na feira da bagageira

    Mas se já pagaste... nem tudo é prejuizo

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  4. Bom dia:- Infelizmente ainda existem pessoas trapaceiras. Querem "agarrar" todos os trabalhos quando sabem que o não podem efetuar.
    Como se costuma dizer: "" A paciência tem limites "" lol
    .
    Um domingo feliz
    .
    Pensamentos e Devaneios Poéticos
    .

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  5. Un brano avvincente, letto con immenso piacere...
    Buona domenica,silvia

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  6. Puxa,Taís! É realmente fooooooooooooooooooogo! Eles contratam pra guardar a vez ,não perder a chance e depois, nós é que nos ralamos...
    Tiramos a sorte grande quando encontramos cumpridores do que falam e das promessas ditas! Boa sorte ! beijos, tudo de bom,chica

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  7. Bom domingo, Taís...
    Uma crônica que dá pra rir e p chorar. Esse pessoal é bem assim, haja paciência e muita persistência. É cada uma, né?!
    De cá torcendo pela tua reforma.
    Bjs

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  8. Olá, Tais!
    De facto, andam por aí muitos aldrabões e oportunistas que se aproveitam das pessoas. Fazendo se passar por pintores e casas e afins, para roubarem as pessoas. Há que ter olho vivo e pé ligeiro!

    Excelente crónica, amiga Tais!

    Votos de um excelente fim domingo!

    Beijinhos!

    Mário Margaride

    http://poesiaaquiesta.blogspot.com

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  9. Tais! Que trapaceiro, acho que ele trocou de nome e veio fezer o serviço da minha casa em 2020. Ainda hoje não consegui terminar como eu queria fazer. Ao contrário de vocês, gastei muito paguei caro e ele não terminou. Dei um tempo se não eu ia ficar louca rsrs

    Bom domingo e ótima semana, na graça de Deus.
    Beijinhos🌹

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  10. Olha que filme Taís!
    realmente nem no cinema, olhe que eu ri mesmo!
    e adorei essa palavra: Cumequié??

    a crónica ficou uma graça, espero que alguém Zé tenha passado depois do João !
    um abraço

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    1. rssss 'Cumequié' é um estado de 'loucura ao quadrado'!!!
      Beijinho, Angela! Uma ótima semana!

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  11. Reformar una casa conlleva grandes problemas, como incumplimientos y falta de seriedad.
    Hasta que se consigue ver todo terminado hay que pasar por un proceso laborioso.
    Días de preocupación e intranquilidad.
    Un beso, Tais.

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  12. Tais!
    Ei horrores com seu
    drama.
    Mas eles são personagens
    e nós é que temos que ter
    a clareza de escalar
    o elenco.
    Lembro da empreitada
    da minha casa antes
    dos anos 2000. Acabou
    o tempo e o dinheiro já pago
    e a gente não tinha mais
    nem paciência.
    Acontece.rsrs
    Bjins obrigada por mais
    esse ótimo texto.
    CatiahoAlc.

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  13. Hasta que no se termina la obra, todo es caos y confusión. Se le teme hacer una reforma , por todo los inconvenientes que surgen en su transcurso.

    Besos

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  14. Ya fue casualidad que el amigo y el familiar te recomendaran al mismo pintor que podía ser todo profesional en su trabajo pero no en lo de cumplir con la palabra dada.

    Saludos.

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  15. Boa noite Taís, uma bela crônica conto que bem sei o quão é chato uma reforma e principalmente com a gente dentro. Mas quando você ligou para a tia e esta indicou o Joãozinho, pensei que ela dizer, que ele ainda estava terminando o dela e poderia ir para sua casa, ou seja ia pegar o Joãozinho na mentira, kkk.
    Alguns profissionais são enrolados por pegar vários serviços e aí se atrapalham e perdem o compromisso. Por isso nunca adiantar dinheiro como muitos pedem.
    Um abração e bom fim de domingo para uma semana mais leve amiga.
    Beijo de paz.

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  16. Olá, Tais!
    Passando por aqui, relendo esta crónica muito interessante, e desejar uma boa noite e ótima semana!
    Beijinhos!

    Mário Margaride

    http://poesiaaquiesta.blogspot.com

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  17. Nossa sua crônica é o trágico cômico. Detesto obra, só faço mesmo quando é necessário, mas o dificil é escolher o profissional e ele corresponder as expectativas. Muitos são enrolados, não querem perder nenhuma oportunidade.So pago quando o serviço começa. Bjssss

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  18. Thanks for sharing

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  19. Quanto estresse cuidar de casa, sobretudo quando se trata de reforma... isso terminou para os seus leitores. Primeiro, todos já sabem que nada de contratar esse tal de Joãozinho, pois ele é uma fraude. Depois já sabemos tudo que acontecerá quando internalizamos ideia de reforma... depois você é habilidosa, pois a história de Joãozinho é também um pouco da história de serviços no Brasil. Proliferam os Joãozinhos em todas as áreas de trabalho. Há sempre um deles nos espreitando. Todo cuidado é pouco...
    Um beijo, minha amiga!

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    1. Há uma boa coincidência nisso, eu, minha amiga e tia moramos no mesmo bairro...Então o trapaceiro trabalha em várias residências!
      Beijo, meu amigo!

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  20. Fico com os nervos em franja quando tenho a casa virada do avesso.
    E vai acontecer dentro em breve.
    Mudo de casa enquanto as obras decorrerem.
    Já o fiz anteriormente.
    Beijos, boa semana

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  21. O humor com que escreve esta crónica é muito saboroso, minha Amiga Tais.
    Isso se arranjar quem faça obras como deve ser e dentro do prazo é mesmo uma questão de sorte. Esse Joãozinho...
    Cuide-se bem.
    Uma boa semana.
    Um beijo.

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  22. Por desgracia amiga Taís esas cosas suelen ocurrir, existe mucho desalmado y gente que no quiere trabajar, todos son excusas y suelen ser muy informales. Merece la pena buscar gente de confianza, aunque sea algo más caro, pero sabes que no van a fallar.
    Hoy día no hay cosa peor que hacer obras en casa.
    Un gran abrazo y buena semana a ser posible con mucha tranquilidad.

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  23. Detesto obras e mudanças de casa. E, mais ainda, trapaceiros e mentirosos!

    Graças a Deus, tenho um senhor que até agora se tem portado muitissimo bem e nem leva sequer muito dinheiro quando necessito de um arranjo cá em casa!!

    Minha amiga, beijinho de excelente semana :)

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  24. Cuméquié, amiga Taís?!

    Tanta presteza em aceitar o trabalho sabendo de antemão que estava ocupado, e nem sabe o Joãojinho que a mentira tem perna curta...?!

    Pode parecer anedota mas sei que isso acontece com demasiada frequência, sim.
    Querem aceitar tudo e depois não fazem nada...E pensava eu que a Taís nos ia contar o que é a odisseia de fazer obras (reformas) em casa. sem sair dela. Um sufoco!

    Este final da sua Crónica, amiga Taís, já me fez soltar uma boa gargalhada.
    É pensar noutro pintor, o Joãozinho não tá com nada!

    Beijinhos e boa semana, querida amiga.

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  25. Obras em casa, Taís, um verdadeiro tormento e, creio que toda a gente terá um caso a contar, de certeza, desagradável. Como não poderia deixar de ser, também tenho o meu e, por coincidência, trata-se de um pintor, cujo nome já nem lembro, pois aconteceu há uns 15 anos ou mais. Pois bem, precisavamos de pintar o tecto da nossa sala que, por causa da lareira, estava bastante sujo; conheciamos um pintor da aldeia onde nascemos que já tinha feito um trabalho para a minha cunhada, trabalho esse que agradou e não foi caro. Lá chamamos o senhor que, prontamente, veio ver o serviço e deu o preço; achámos carissimo, mas, como não conheciamos outro, aceitamos e ele ficou de vir no inicio de Julho, pois o mês de Agosto, aqui em Portugal, é o mês de férias; as empresas optam por fechar e, assim, todos os trabalhadores vão para o merecido descanso todos ao mesmo tempo. Resumindo, querida Amiga, continuamos à espera do pintor! Apesar de ser conhecido, simplesmente não apareceu e nem deu qualquer satisfação; passou o Julho, Agosto terminou e nada! Sabes como resolvemos o problema? O meu marido ganhou coragem ( não é fácil andar horas com a cabeça a olhar o tecto...) e aos poucos pintou tudo, sem sujeira , sem pressa e com o dinheirinho no bolso. A partir daí, Amiga, nunca mais entrou um pintor em casa; eu e ele vamos dando conta do recado. Claro, estamos mais velhos e agora, andar de cabeça levantada tanto tempo tavez nos cause algum problema sério no pescoço e portanto, será melhor pintar só tectos pequenos ou, então, procurar um outro mais fiável, embora tenhamos consciência de que não será fácil. Bem...por enquanto não é preciso e depois...ver-se-á . Não vale a pena perder o meu soninho a pensar nisso agora. Há coisas mais importantes, não é verdade? Esta nossa mania de querer tudo pintadinho, bonitinho, arrumadinho, tem de acabar! A nossa tranquilidade e SAÚDE são muito mais importantes; por exemplo, rir é muito melhor do que olhar a parede ou o tecto sujos e foi isso que fiz com a história do teu " trapaceiro, o seu João, mais conhecido por Joãozinho " Obrigada por me fazeres rir, Amiga! Espero que já tenhas arranjado outro pintor que, pelo menos, não se meta com mulheres de 150 kilos pois é peso a mais para um homen só. Cruz Credo!!!
    Beijinhos e...adorei! Boa noite e SAÚDE para os meus queridos Amigos
    Emilia 👏 👏👏

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  26. Uy a mi me ha pasado yo odio a los plomeros son terribles. Te mando un beso

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  27. Sim hoje nada tem certeza na vida.
    Devemos ser pessoas pacientes, mas uns crédulos simples, não somos.
    Abraços

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  28. Vizinha/Escritora, Taís Luso !
    Que situação, amiga !
    Quem não passou por histórias semelhantes,
    "que atire a primeira pedra"...
    Eu já passei e estou, no momento, passando
    novamente.
    Que Deus me ajude...
    Parabéns pelo texto e tome uma colher de
    PACIÊNCIA, de hora em hora.
    Uma feliz semana e um fraternal abraço.
    Sinval.

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  29. Bom dia Tais,
    Sei o que é ter obras em casa e viver no meio do caos!
    Todos são um pouco trapaceiros e demoram por vezes tempos infindos para fazer alguma coisa.
    Temos que ter muitaaaaaaaa paciência!
    Mas esse seu Joãozinho é demais;))!!!
    Gostei da sua Crónica que fala de uma realidade que a todos nos põe com os nervos em franja!
    Beijinhos e continuação de boa semana.
    Ailime

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  30. Olá Taís,
    Diverti-me com esta história!
    A minha mãe também está à espera já há um ano por um carpinteiro para fazer uma escada que dê para ir para o sótão da casa. Já falou com três, estão todos a acabar um serviço numa casa e ainda não terminaram.
    Esta da vizinha de 150 kg aqui nunca ninguém contou! (Rsrsrs)
    Beijinho

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  31. Momenti impegnativi, nella ristrutturazione dell'appartamento, in cui munirsi di tanta pazienza...
    Sempre bello leggerti, buona serata,silvia

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  32. Por aqui também passou um "João"...rsrsrs
    Pedi que pintasse as portas do corredor.
    Pintura ficou horrível. Portas descascaram.
    Chamei a figura e mostrei serviço mal feito.
    Ele afirmou que deveria ter raspado a tinta antiga.
    Não o fez pois eu Não disse que era para raspar...
    Fica a pergunta: Quem era o pintor? Ele ou Eu?
    Lamentável!
    Excelente a sua crônica, Taís
    Um beijinho carinhoso
    Verena.

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  33. Se não fosse trágico, seria cômico. Não é mole aguentar o caos de reforma em casa, a paciência vai pro brejo. Tem muitos Joãozinhos andando soltos por aí e isso, de certa forma, retrata o perfil de muitos trabalhadores aqui no Brasil: confiança zero, responsabilidade zero. Doutorado em trambicagem. Felizmente não é a regra. Aqui em casa tivemos sorte na reforma, nenhum dos trabalhadores meteu-se com mulheres de 150 kg. Alguns se desentenderam com as hérnias e tiveram que fazer repouso, mas nada que os impedisse de irem pra balada e voltarem com uma perna engessada. E dá-lhe repouso. Coisinhas assim, nada demais.

    Adorei a crônica, Tais, aplausos.
    -
    Blog da Marli
    -
    Bjs, Marli

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  34. Gostei de ler esta bela crónica.
    Um abraço e continuação de uma boa semana.

    Andarilhar
    Dedais de Francisco e Idalisa
    O prazer dos livros

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  35. O adiamento do início de obras é coisa comum, acontece a todos. Eu já tive experiências do género, mas nunca me deram a desculpa de uma tia de 150 kg...
    Gostei muito da sua crónica, como sempre.
    Continuação de boa semana, querida amiga Taís.
    Beijo.

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  36. Olá, Tais!
    Passando por aqui, ajudando a arrumar a casa...rsss, e desejar a continuação de ótima semana, com muita saúde
    Beijinhos!

    Mário Margaride

    http://poesiaaquiesta.blogspot.com

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  37. Hola Taís, la verdad que cuando te pones hacer obras, nunca sabes como van a salir, más cuando te tropiezas con tramposos.
    Están desagradable y encima con toda la casa revuelta.
    Hay que tener mucha paciencia.
    Que pases un feliz fin de semana.
    Un abrazo.

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  38. Excelente y muy lindo blog, te sigo.

    Beso y feliz descanso.

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    1. Olá, Paula, bem-vinda ao Porto das Crônicas!
      Obrigada pela visita.
      Um feliz fim de semana,
      um beijo.

      Excluir
  39. Olá Tais!
    Passando por aqui, para desejar um feliz fim de semana com muita saúde.
    Beijinhos!

    Mário Margaride

    http://poesiaaquiesta.blogspot.com

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  40. Unma cronica bem contada. Mesmo me imaginei nessa situaçao. Não é dificil! A quém não lhe tem acontecido algo parecido?
    Eu tenho amigos que passaron por algo asim.
    Materiais em casa, adianto do trabalho ja pagado e o trabalhador nunca chegóu!
    Um abraço, amiga Tais

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  41. E quem já não passou por isto, querida amiga Taís?
    Obra em casa é simplesmente um desastre! Ótima a sua descrição!
    Beijo carinhoso.
    Jorge

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  42. Minha querida Taís,
    Temos aí, 150 quilos de cascata da mais pura brasilidade. Aqui é o país da singularidade de tantos “Joões”... E nem todos são apóstolos.
    Reformar já é complicado e, reformar com gente que sabe complicar a complicação é “dose para mamute gravida”... OREMOS!!!
    O jeito é pedir para “Santa Deca” não perder sua “Diadema”, porque, se a auréola soltar: ♫As águas vão rolar ♪ Garrafa cheia eu não quero ver sobrar ♪ Eu passo a mão na saca, saca, saca-rolha ♪ E bebo até me afogar ♪ Deixa as águas rolar...♫
    Gostei da crônica.
    Beijos e bom final de semana!!!

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  43. Ah, querida Taís, isso parece uma praga. Pensei que só acontecia aqui na minha aldeia mas vejo que é mal sem remédio.

    A porta da rua forçada por larápios, trabalho aceite e logo esquecido; o prédio apalavrado para pintura, com interrupções de dois ou três dias, numa ida e vinda sem explicações; a pintura do apartamento combinada e cadê o pintor. Enfim, fico a pensar que, talvez, não haja essa falta de trabalho tão propalada...

    Como sempre, as suas Crónicas falam da vida real, do dia-a-dia, e verificamos que o ser humano não difere muito nos comportamentos, qualquer que seja a latitude.

    Adorei esta sua Crónica, aliás, como todas as outras.
    Bom domingo, minha amiga.
    Beijinhos
    Olinda



    Adorei a sua Crónica.

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  44. Tais,
    Hoje vim deixar meu beijo
    de Bom domingo.
    CatiahoAlc.

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  45. Impossível não sorrir, com a sua fantástica crónica... mas hoje em dia, obra está mesmo problemática. Eu ainda estou com um problema de tectos rachados, que o empreiteiro não tinha seguro de responsabilidade civil, para danos causados, com as obras do condomínio... e como estão de facto aceitando vários trabalhos em simultâneo... os Joãozinhos, são cada vez mais...
    Também já passei por obras, em ambas as casas onde morei... e sobressaltos com obras... só posso dizer, que infelizmente... são garantidos!
    Beijinhos
    Ana

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  46. Terminei a leitura com uma saborosa gargalhada!...
    Afinal, o Joãozinho quando estava disposto, fazia boa obra...
    Em todo o lado, é um problema arranjar trabalhadores sérios, o que querem é pegar o trabalho até ficarem disponíveis...
    Não basta o tremendo desconforto da desarrumação...
    Um tema muito interessante, tratado na primeira pessoa, mas afinal de todos nós.
    Um fim de semana agradável e feliz (partindo do princípio que a obra está concluída! Sorrisos)
    Saúde... Abraços.

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  47. Taís:
    también me enfado mucho con los trabajadores que no cumplen con sus promesas.
    Abraços.

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  48. Good article, thanks for sharing, please visit

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Muito obrigada pelo seu comentário
Abraços a todos
Taís