21 de fevereiro de 2018

VIVER É FÁCIL - DIFÍCIL É CONVIVER!




               - Tais Luso

Hoje trago um assunto cabeludo: a convivência entre os humanos.
Uma boa parte do planeta é composta de gente saudável, amorosa, serena e generosa. Outra parte é conturbada, dominadora e destrutiva. E essa última faz o barulho sozinha; monta o barraco e bota fogo na paz dos outros. Àqueles que gostariam de viver tranquilos, como água de poço, não terão essa sensação tão cedo. Nosso mundo não está preparado para ser um paraíso. E nem nós – os anjos.
Mesmo pisando em ovos, viver é maravilhoso. Gostaria de viver eternamente, adormecer ao embalo de suaves acordes, leve e solta, quem sabe como um pássaro.
Em todas as épocas a humanidade foi um fracasso em relação ao convívio com sua própria espécie. Conseguimos voar como os pássaros, conseguimos invadir os mares mais revoltos, conseguimos ir à Lua, namorar Marte e ficar girando meses no espaço. Porém, não conseguimos conviver com vizinhos e familiares sem muitos contratempos. A intolerância é muito forte, o vizinho tosse e se engasga  no elevador e a vontade vem rápido, a cavalo:
tossir na tua casa, infeliz!
A vontade dos intolerantes é parar o elevador e descartar a criatura. Não funciona o tal pensamento de que somos todos irmãos, filhos do mesmo pai, fraternos e solidários. Bonito é, mas funciona na evangelização religiosa. Dá uma sensação de alívio, de plenitude e espiritualidade. Meu louvado irmãozinho...! Caim e Abel eram irmãos, e deu no que deu.
Estamos acabando com nossos sonhos. Os revoltados sem causa nascem em qualquer meio. Famílias se matam, alunos agridem seus professores, outros explodem com seus colegas - como temos visto nos Estados Unidos. Uma sociabilidade muito amorosa. Por isso que digo, tranquilidade como água de poço não é conosco. Queremos acreditar na boa fé das pessoas, mas se no meio do caminho houver uma pedra... Valha-me Deus!
A história do mundo é de guerra, de intolerância, de subjugação, de tortura. Jamais imaginei ver legados arquitetônicos, de civilizações milenares, reduzidos a escombros como o acontecido em 2013 - na Síria. Toda a arte virou nada. Não dá para esquecer criancinhas morrendo ao tentarem fugir das guerras.
Mas somos assim desde sempre, bonitos e carismáticos, um embrulho com laços e fitas muitas vezes escondendo a nossa maldade e nossa doença.
E assim caminharemos até o fim dos tempos, ora nos abraçando, ora nos matando.
Quem sabe a poesia e a música ainda continuem nos tocando com emoção. será um contraponto.



Vejam que música, que poesia!         


Oswaldo Montenegro - Lua e Flor


64 comentários:

  1. Taís, realmente as coisas são difíceis...A convivência traz tantas vezes pensamentos diferentes, imagina quando são apenas outros sem qualquer laço...Temos muito a evoluir mesmo! Gostei de te ler! Bjs e tudo de bom, chica

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  2. Acho que Deus ainda não acabou de vez com isso aqui porque ainda existe poesia, Taís.

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  3. Existe quem diga: "" Viver não custa. Custa é saber viver "".
    .
    * Água que purifica teu corpo ... em efemérides de sentido *
    .
    Deixo abraço de amizade

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  4. Tais, dizer que sua crônica é realista e com objetivos bem definidos, é redundante. Mas, realmente está muito difícil sobrevivermos com tanta maldade (interna = familiar e/ ou externa...) As dificuldades, de todo gênero e as indiferenças emocionais mostram o cair das máscaras humanas. Também me refugio em boas leituras, nas poesias, nas músicas que me transcendem além disso tudo. Triste constatação, mas temos a fé que é o nosso alicerce fundamental nisso tudo.
    Abraço.

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  5. Muita lógica e realidade nessa crónica sobre os humanos Taís, como continuar com a fé na humanidade ao vermos entrar pela janela das televisões e dos jornais tanto sofrimento e injustiça ?! até perto de nós uma pequena análise nos direciona para os meandros escuros dos sentimentos das pessoas, e ai de nós se os "pecados mortais" são em tamanha quantidade que se perde o controlo da humanidade, a inveja, o roubo, a morte, etc.
    sim acredito que devemos pedir ajuda à arte, á contemplação, à fé, á generosidade, à amizade, para que a vida seja possível :)
    boa semana amiga
    Angela

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  6. É verdade amiga. O homem é de entre todos os animais, o maior predador da sua própria espécie. Essa coisa de que metade de mim é amor, e a outra metade também é lindo, mas só existe na poesia de Osvaldo Montenegro. Por falar nele, gostei muito de o ouvir nesta melodia.
    Abraço

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  7. Um texto que gostei de ler!!

    Beijinhos

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  8. Você fez uma análise lúcida e bem articulada das chamadas "relações humanas". No fundo, somos todos vilões egoístas olhando para o próprio umbigo. Pata cada Thereza de Calcutá existe 139 energúmenos que não pensam duas vezes antes de pisar no pescoço de alguém para alcanças seus próprios propósitos. Parabéns por mais essa excelente crônica com a grife "Taislusiana".

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  9. Que música fantástica... que eu já não ouvia faz um tempão... e nem sabia quem a cantava... Grata, Tais, por me lembrar de tão bela melodia!
    Adorei a sua crónica, que li sorrindo... é inevitável!... :-D
    Pois, a falta de entendimento, creio eu... já estará mesmo no ADN ou DNA do ser humano, não sei qual das formas, aí usam mais... desde que houve dois neanderthais e uma banana, na história do homem, que o desentendimento começou... e durou até hoje... e sinceramente... outras civilizações já se sumiram, sem explicação aparente... e não creio que tenha sido por terem chegado todos a um entendimento, quanto a isso... bem pelo contrário!...
    Pelo que concordo inteiramente com o que afirmou, Tais... umas vezes nos matando... outras nos abraçando... assim continuaremos, até ao fim dos tempos... no fundo... continuamos tão evoluídos, como no tempo dos neanderthais... só que num outro cenário... é do mais básico que há, o bicho homem... sem nenhum instinto sequer, pela preservação da sua própria espécie...
    Eu tenho para mim... que qualquer fungo ou bactéria, nos leva vantagem, neste mundo... até porque no limite... são elas que nos matam... :-D
    Sempre uma terapia, para mim... ler o que escreve! :-D Adorei!!!
    Beijinhos! Continuação de uma feliz semana!
    Ana

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  10. Olá, querida amiga Tais!
    Postei esta música numa BC no domingo também, amo ouvi-la...
    Agora há pouco, conversava com um amigo sobre o amor, ou seja, amor fraternal que a gente quer doar e não querem receber... mas peço sempre a Deus para não me tirar o dom da fraternidade universal que é amar... no sentido amplo da palavra... perdoar e conviver... sadiamente...
    A gente é tão torturada no sentir... oxalá nunca torturemos na mesma medida porque doi demais... santo Deus!
    Sair por aí desprezando e menosprezando os semelhantes não nos traz benefício algum...
    Sabe, querida, você resumiu bem: eu escrevo e me preencho na ânsia de saber conviver comigo para poder por aí esbanjar uma sã convivência harmoniosa com os meus mais próximos... pois são os que mais nos ferem na realidade... tratar bem dos estranhos é fácil demais! Qualquer um faz isso sem dificuldade alguma...
    Gostei muito pois fechou meu dia num pensamento que senti em primeiro lugar na tarde toda...
    Seja muito feliz e abençoada junto aos seus amados!
    Bjm de paz e bem

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  11. ... e no entanto a "Terra move-se...", não é verdade, Tais.
    mas tem toda a razão, minha amiga- a passagem do "reino da necessidade" (estado de Natureza) ao "reino da liberdade" (emancipação pela Cultura) é longo de mais!

    afinal, ainda arrastamos a cauda dos "nossos antepassados" répteis!

    gostei muito, amiga

    beijo

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  12. Oi Thaís
    Um texto ótimo para refletir a intolerância que nos rodeia e que causa tantos transtornos.
    A música de Montenegro sempre necessária e maravilhosa.
    Parabéns pela facilidade de se expressar e suas crônicas fazem bem a todos nós,atitudes cotidianos muitas vezes precisam ser revistas.
    Grande abraço

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  13. Ah, Tais para falar deste mundo e do ser no todo, só mesmo ouvindo esta bela canção. Intolerância era uma palavra guardada num baú e tão logo teve chance de escapar, tem feito seus estragos. Lembro dela nas mãos de uns jovens em Brasilia ao atearem fogo num mendigo ou indígena, depois passaram para os negros e materializou-se nos homossexuais. Sua cronica está ótima Taís como sempre numa bela lucidez e sabedoria.
    Abraços amiga.
    Beijo de paz.

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  14. Às vezes é complicado.
    Sabe de quem me lembrei?
    De duas vizinhas lá no prédio que parece que andam com azia todos os dias.
    Sofrerão de paralisia facial?? :)))
    Bjs

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  15. Olá,Tais!
    Amei de paixão esta análise sobre um tema, como tu lhe chamas, "cabeludo".
    Na verdade, desvios comportamentais (contrários aos Direitos Humanos) como a intolerância, a discriminação, a violência, o ódio, a raiva, a subjugação e outros que tais, existem desde sempre. A morte de Abel por seu irmão Caim, narrada no livro de Genêsis, terá sido o primeiro homicídio da humanidade. Depois disso, comportamentos desviantes proliferaram abundantemente e hoje reina o caos.
    Somos um mundo de pessoas diferentes, sim, mas se nos unirmos e mudarmos comportamentos podemos pacificar o mundo. Acreditemos!
    Amiga, nada melhor que a poesia e a música para nos encontrarmos, reconciliarmos, e tolerarmos. Por mim, podes continuar a dar-me música como esta de Oswaldo Montenegro: linda!

    Talvez as coisas mudem agora que o povinho está mais voltado para a "intolerância ao glúten e à lactose"... Que achas?!
    (Pedro Coimbra, só duas vizinhas "aziadas" é pouco, eu tenho uma dúzia...)
    Beijo.

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  16. Como dia, é bem cabeludo! Viver não custa, custa é saber, como se diz aqui. Complicado

    Hoje:- Silenciada nas águas do rio.
    .
    Bjos
    Votos de uma feliz Quinta-Feira.

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  17. Bom dia, Taís
    Aplaudindo aqui o seu texto.
    Conviver não é nada fácil.
    Beijinhos e o meu carinho.
    Verena e Bichinhos.

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  18. Uma crónica cheia de lucidez e razão, Tais. É verdade que a convivência entre as pessoas está difícil porque as pessoas são cada vez mais intolerantes e indiferentes com os outros. Gosto da sua chamada de atenção para a diferença que a música e a poesia podem fazer.
    Um beijo, minha Amiga.

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  19. Taís suas crônicas são incríveis!
    O convívio é difícil,muitas vezes somos abraçados e outras,quem sabe...
    Acho que precisamos amar mais e saber doar esse amor,mas com fidelidade aos que nos cercam,sem fingimentos e com muita clareza.
    Amei ler amiga.
    Bjs-Carmen Lúcia.

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  20. Convivir es difícil ya que en muchas ocasiones solo vemos los derechos nuestros y no los que pueden tener los otros.

    Saludos.

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  21. "Um dia a gente aprende a conviver com uns. E a sobreviver sem outros."
    abraço

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  22. Oi Taís!
    Acostumada a vir aqui para me divertir, me deparo hoje, com um texto denso, lúcido como aliás é tua marca e infelizmente, real. Ontem mesmo comentava com uma amiga que o mundo está evoluindo em muitas áreas, que tão bem citas e as quais incluo a medicina, na tentativa de nos fazer viver mais, mas esquecendo-se de nos ensinar a nos amarmos e respeitar as limitações de cada um, principalmente na velhice. Definitivamente teremos de viver muitas vidas até que este momento aconteça.
    Querida amiga, confesso que não conhecia o poema de Casimiro de Abreu ao qual tereferiste lá no Só pra dizer, fui a cata e me encantei com o mesmo, se chama "Poema a Deus" ou só "Deus" e mais te agradeço e me lisongeio se como disseste, através do meu, tua mente te levou a obra de Casimiro.
    Abrçs

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    1. Sim, de Casimiro de Abreu um dos poetas mais populares do "Romantismo Brasileiro": DEUS!
      Muito lindo, de muita força, esse mesmo que te falei.
      Beijinho, Zilani.

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  23. Do bom exposto presente
    acreditemos na aurora do tempo
    que quem sente
    é dom de ser e omnipresente
    neste momento entrechocado e sempre
    de olhos abertos
    vigilantes mas não encobertos... ~_````

    Bom e feliz fim de Semana pra Vocês
    e Beijinhos de aqui dos Calhaus da Covilhã.

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  24. Mais um dos seus textos, Tais de que tanto gostei. Obrigada Beijos

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  25. Uma realista reflexão, infelizmente. Que mundo é este. Ainda bem que temos maravilhas em melodias e poesia para acalentar as almas sedentas de amor e paz. bjsss

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  26. Adorei amiga você sabe que acertou na mosca, já que andei sofrendo com uma vizinha sem noção de convivência e sem sentido comunitário.
    Isso é o mundo de hoje difícil e conturbado, o povo precisa ser mais educado já resolveria, não acha?
    Beijinhos, Léah

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  27. TAIS,

    é verdade , e a convivência fica entre o "viver com" e o "desistir de".

    Um abração carioca.

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  28. A sobrevivência da raça humana, depende demais de ações dignas que tragam ao planeta mais tolerância, abraços. Sábio texto.

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  29. A convivência entre os humanos nunca foi fácil. Até mesmo entre muitos dos outros animais a disputa pelo território, por exemplo, é uma questão de vida ou de morte, muito embora nesse caso esteja em causa a sobrevivência do grupo.
    Só que os humanos são muito mais civilizados hoje do que ontem, mas nem mesmo assim o convívio é mais pacífico...
    Excelente reflexão, parabéns.
    Bom fim de semana, amiga Taís.
    Beijo.

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  30. Taís,

    A começar pela obra escolhida, belíssima!...
    Esta sua crônica admirável, com uma competência na
    abordagem sobre a complexidade da convivência humana.
    Aqui se encontra a síntese desta complexidade comportamental
    nos paradoxos e infelizmente, muitas vezes no aspecto pior,
    doentio tão disfarçado com belas couraças (máscaras...):
    "Mas somos assim desde sempre, bonitos e carismáticos, um
    embrulho com laços e fitas muitas vezes escondendo a nossa
    maldade e nossa doença."
    Sim, apostamos na poesia e a música! E que música
    belíssima escolhida, o poeta, Oswaldo Montenegro.
    Aqui, você, nos deu de presente: poesia e música...
    Parabéns, querida amiga.
    Adoro ler-te!!
    Beijo.

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  31. Esta excelente crônica, com a abordagem que o ser humano tem de negativo, é iniciada com essa magnífica obra do nosso Cândido Portinari, "Guerra e Paz" ( parte dela é claro, já que o painel inteiro tem a dimensão de 14 X 10 metros); a obra foi encomendada pelo Governo brasileiro para ser presenteada à ONU (Organização das Nações Unidas), em em Nova York.
    Encerras a tua crônica com essa belíssima música, composta e interpretada por Oswaldo Montenegro.
    Quanto à tua crônica, intitulada "VIVER É FÁCIL - DIFÍCIL É CONVIVER!", escrita com o talento que te é próprio, faz uma abordagem muito lúcida e atual da condição humana, com o egoísmo que é próprio de que somos pessoas voltadas para nós mesmos, sem grande preocupações com o nosso semelhante. Está claro na crônica, que essa tese não está generalizada, mas, por outro lado, não deixas de atribuir o que há de negativo a um grande número de pessoas nesse conturbado Planeta. Parabéns pela agradável crônica, e também educativa.
    Um beijinho daqui do escritório.

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  32. Daria uma excelente criminalista, querida Taís,
    Está perfeito! Beijo, Jorge.

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  33. Bom e feliz fim de Semana

    ~_```````````````````````````````````````````´

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  34. Olá Taís, realmente, conviver é muito dificil, até parece um requinte para o ser humano alcançar esse patamar. Parabéns por tua bela crônica tão clara e real! Bjs

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  35. A ética das relações entre humanos evolui com extrema lentidão.
    A Dinamarca é considerado o país mais feliz do mundo...
    Uma coisa é certa, atravessando uma crise ecomómica ou bélica, o povo torna-se rude, com atrasos civilizacionais... «Em casa onde não há pão todos ralham...»
    Gostei da crónica que abrange factos tão atuais e preocupantes.
    Ainda em recesso passei para deixar o meu afetuoso abraço.
    Dias agradáveis e pacíficos.
    Beijos
    ~~

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  36. Crónica muito assertiva, de temática sempre pertinente!
    Permite-me citar-te: "Quem sabe a poesia e a música ainda continuem nos tocando com emoção. Já será um contraponto." Eu não duvido, Tais! Aliás, acredito no poder da arte.
    Bjo

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  37. Hay caracteres que no se cambian o más bien se empeoran al paso del tiempo y con ellos hay que vivir y desgraciadamente atañan al mundo.
    Un abrazo.

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  38. Boa tarde, querida Tais,
    os relacionamentos estão, na minha opinião se deteriorando a cada dia, não há mais tolerância para as mínimas coisas, na semana passada eu postei uma crônica sobre a Intolerância. Nota-se nos casais atuais, não generalizando, mas não perdoam nada e já resolvem separar, pais e filhos se digladiam por pouco, os parentes, os vizinhos enfim, é triste, mas o mundo está assim.
    Concordo que a música, ou melhor todas as Artes podem nos ajudar a sermos mais humanos. Oswaldo Montenegro nesta belíssima música com a letra nos mostra a leveza que nos traz à alma. A obra da tela também nos remete ao seu tema, parabéns! Tenha um lindo e abençoado final de semana, beijos!

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  39. Has hecho un retrato magistral de nuestra situación.
    Y mientras tanto, las potencias mundiales gastándose el presupuesto en viajar a Marte para contactar con vida inteligente. ¡Imbéciles! Vida inteligente...
    No la encontraron aquí en 1 millón de años y creen que van a encontrarla en Marte…

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  40. Que gran verdad en este escrito Tays, los humanos solo vemos nuestros derechos y pasamos de los demas.
    Gastando dinero en propositos inutiles, en vez de mimar a la tierra.
    Feliz domingo.
    Un abrazo.

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  41. Bom dia amiga. Vou ser breve no comentário devido ao problema em digitar. Como sempre suas escritas são com sabedoria e muita verdade. Conviver é as vezes a luta maior que possamos ter que fazer . Meu afastamento do virtual foi justamente para colocar meus pensamentos em ordem devido a convivência com aquelas pessoas que só sabem tirar a nossa paz. Felizes dias. Beijos.

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  42. Querida Tais,que delícia te ler, mesmo quando mostras, e sempre mostras, a realidade, e a realidade sem a maquiagem, que vai pelo mundo afora,semelha-se a uma velha estátua toda carcomida.E isso de vez em quando reflete na nossa também.Fé e coragem minha escritora querida! Grande abraço! Izildinha

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  43. Aplaudindo e de pé! Brava Taisinha! Assino em branco.
    Estive ausente da blogosfera, como tu bem sabes querida. Aos poucos estou voltando. Continuo o tratamento dentário, firme e forte.
    Um beijo e um fortíssimo abraço de alegria em ler as tuas crônicas, contos do teu cotidiano, tudo muito interessante e envolvente. Tenho prazer em ler-te.

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  44. Crónica bem conseguida, querida Taís! Estamos cegos, como parece dizer o painel de Portinari. O mundo poderia ser um lugar maravilhoso, mas temos muito que caminhar. Belíssima a melodia de Oswaldo Montenegro. À ideia vem-me também "Imagine" de John Lennon.

    Beijinho.

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  45. Minha querida Taís, infelizmente você retratou a verdade nua e crua da nossa situação no mundo atual. Intolerância. Ninguém entende a causa de tanta briga hoje. Já não bastaram duas guerras mundiais para nos mostrar os erros de uma sociedade que poderia ter evoluído melhor? Sabe, é intolerância, brutalidade e burrice. Todos saem como acaba: em mortes. Assim mesmo, seu texto não é revoltado. Você reclama, mas é uma lady.
    Beijo, querida amiga. Ah! O Montenegro suaviza bastante. Até mais!

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  46. Antes de mais, Tais, obrigada pela linda música de Osvaldo Montenegro; adoro as letras dele e já publiquei no Começar de Novo algymas dela. A tua crónica está fantástica, como sempre. Costumo dizer que o tal Homo Sapiens é pior quee os ditos irracionais que matam só por questoes de sobrevivência e também só por ela, agridem os vizinhos ou os outros seres de racas ou caracteristicas diferentes; mesmo as serpentes mais venenosas só nos atacam se as ameaçarmos; nenhum ser da natureza corre perigo com qualquer ser irracional e feroz que nela habita, mas....e com o ser racional homem? Todos correm perigo, inclusive os tais ferozes e venenosos. É triste, mas é a realidade e não há esperanças de que isso mude. O homem mata por dinheiro, agride por diferenças e magoa o melhor dos amigos sem qualquer tipo de piedade. Acho que a inteligência faz dele um ser muito, muito perigoso. Amiga, obrigada por mais esta chamada de atenção; façamos a nossa parte, convivendo de uma maneira civilizada com aqueles que nos rodeiam; que a paz seja uma constante, pelo menos à nossa volta. Um beijinho e uma semana pacífica.
    Emilia




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  47. É verdade, como é difícil conviver com certas pessoas.
    Bjos tenha uma ótima semana.

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  48. A crónica....., é sempre boa e actual....mas o vídeo
    veio em boa hora.'
    Como é lindo. Fui ao portal 'Romanticas' e por lá fiquei
    um tempão. É impossível ver tudo o que a net nos facilita.
    Boa semana
    Beijo

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  49. Música perfeita, cara amiga Tais: magia, poesia, sensibilidade; tudo junto.
    Perfeita também a cronica postada. Síntese perspicaz daquilo que somos. Não me atrevo a dizer mais nada para não estragar o momento. Um abraço. Tenhas uma linda semana.

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  50. Oi flor belo texto, bjs no coração

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  51. Minha querida Vizinha/Escritora, Taís Luso !
    À toda amargura, explicitada no texto, deste
    uma das doces soluções: A POESIA.
    Sem fugir à realidade, criei um mundo paralelo,
    de amor...
    Volta e meia, coloco a cabeça fora da janela,
    para ver o que se passa lá fora. Sou mais feliz,
    assim.
    Um carinhoso abraço, Amiga, e uma ótima semana !
    Sinval.


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  52. Bom dia querida Tais, um tema que esta cada vez mais visível, a impaciencia de todos para com tudo, tudo rumando para um lugar que não se sabe como será ali na frente, um verdadeiro caos interior, esperamos que possa melhorar né, bjs e feliz dia amiga

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  53. Cuan cierto es esto que dices, Tais: "Em todas as épocas a humanidade foi um fracasso em relação ao convívio com sua própria espéci", peor no olvidemos que hay mucha gente buena que no hace ruido y que no solo vive en paz, sino que también trabaja por el bien de sus semejantes, en silencio. Sin ruido mediático.

    Un abrazo lleno de esperanza, a pesar de las horribles guerras.

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  54. Olá Taís! Eis que mais uma vez, nos presenteias com uma bela, pertinente e verdadeira crônica. Talvez a solução para o mundo esteja no seu recomeço porque hoje lhe sobra intolerância, por lhe faltar inteligência.

    Beijos e muita paz se saúde para ti e para os teus.

    Furtado

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  55. Olá Taís
    Ótima postagem. Conviver é muito difícil com algumas pessoas, que Deus nos dê sabedoria para lidar com o ser humano. Abraços.

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  56. Acabei de vir do Das Artes. Assisti ao filme da vida dele, Modigliani. Brutal!
    Beijinhos

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  57. Pois é Tais, infelizmente quantas vezes devíamos ser mais pacientes e tolerantes e acabamos por mostrar um lado menos bom do ser humano. Há que tentar melhorar o nosso "Eu" para com os outros.
    Excelente crónica.
    Beijinhos
    Maria de
    Divagar Sobre Tudo um Pouco

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  58. Oi Taís,
    Desde que o mundo é mundo há intolerância uns com os outros. Esquecem tais pessoas que a morte vem para calar nossas bocas.
    A morte é a maior justiça que Deus nos deu. Tem outra coisa que adoece as pessoas: a velhice que é a pior doença é não aceitá-la, vagarosamente a morte nos abraça.
    Beijos no coração
    Lua Singular

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  59. É difícil achar um lugarzinho sensível para tocar no ser humano! beijos amiga, lindo texto

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  60. Dizer-lhe o que mais? A tua pena de prata sempre vai fundo dizendo o que todos gostaríamos de dizer, revelando o quanto imponderáveis que somos. E as regras de convivência já não são respeitadas faz muito tempo. Mas vamos tocando a vida porque as águas vão purificando pelos menos alguns... no seu percurso!
    Um beijo,

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  61. Querida amiga
    Por um motivo ou por outro (na última semana com a agravante dos dedinhos lesionados…) ainda não tinha lido esta sua excelente postagem.
    O tema abordado é, infelizmente, demasiado actual, ao mesmo tempo que perdura desde tempos imemoriais.
    Como você muito bem refere Caim matou Abel, seu irmão. E o que estava na origem do conflito que o levou a este acto extremo? A inveja!
    É isso, amiga. Desde sempre a inveja, a ganância, a intolerância e tantos outros sentimentos negativos têm dominado a humanidade.
    Presentemente a violência parece que alastra a cada dia que passa. As notícias que nos entram pela casa adentro são de arrepiar.
    No meio de todo este horror… ainda há anjos que nos rodeiam, nos protegem, nos acarinham e nos fazem acreditar que nem tudo está perdido.
    Temos a bela poesia e… temos a música, que nos vai acalentando, como o faz na voz de Oswaldo Montenegro, de que tanto gosto.
    Sua crónica, como sempre, EXCELENTE!
    Estou escrevendo bem devagar… mas hoje decidi vir visitar o seu blog, e demoro o tempo que for preciso…
    Agora vou ver o último post.

    Beijinhos
    MARIAZITA / A CASA DA MARIQUINHAS

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  62. Toda bondade, toda Bíblia, está resumida nesta máxima: "Amai ao próximo como a ti mesmo" e suas variante, dito popular: "Quem quer pra si, não dá aos outros". Se tudo que a gente fizesse tivesse antes em mente, aplicasse, a mesma medida, não vou fazer a próximo o que me prejudica, o que me faz mal. O próximo já tá dizendo, muito parecido, idêntico. Pois bem, sente dor, tem desejos, sonhos, se magoa, etc... É tão fácil, tão pratico... A tempos não venho aqui em Tais? rs. Boa noite, beijos!

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Taís