12 de fevereiro de 2020

SONHOS E ILUSÕES




___Taís Luso___

Mesmo que a maioria dos habitantes do planeta estejam vivendo na linha extrema da pobreza, uma minoria ainda é bem festiva, abraçam o luxo e os excessos sem problema nenhum. Os descomedidos, fazem muito alarde com suas coisinhas extravagantes e de alto luxo. A desigualdade sempre reinou nos quatro cantos. O sentido da  palavra desigualdade é tão velho quanto o mundo. Mas está sempre na moda.
Em geral as pessoas mais comedidas tentam se enquadrar em atitudes menos ostensivas, mais discretas, pois ganhar dinheiro honestamente, não é crime algum.
Para os menos favorecidos é difícil ter cautela diante de tantos apelos da mídia, a coisa vai virando uma bola de neve e os que não sabem das consequências vão se enterrando - como dizemos aqui no sul do Brasil. Muitos se perdem nessa euforia perigosa do consumismo e da ostentação.
Vivemos numa sociedade com um pouco de tudo. Nosso mundo é uma selva onde impera a lei do mais forte, e esse dita as regras. E de tantas ofertas viramos ótimas presas, frágeis como um castelo de areia.
Programas de televisão nos vendem sonhos e ilusões. Quantas mulheres se deixam influenciar pelas cocotas siliconadas vistas em programas de televisão? Estas  passam a ideia de que tudo o que fazem as tornam felizes.

Aparecem algumas com um bocão que juramos que o cirurgião estava de porre. É surreal aquilo! Mas plástica virou vício. Querem ficar com a cara da fulana - 30 anos mais jovem e que já nasceu feita.
Enquanto isso, outra turminha corre atrás de tudo o que é top, quer tratamento vip por serem o fulano, filho do beltrano e neto do sicrano! São os famosos carteiraços. Enquanto isso, os miseráveis esperam uma moedinha na beira da calçada. Não destes riquinhos, isso não existe.
Tem gente por aqui vendendo seus jatinhos para que o povo não fale, querem evitar um desconforto nas próximas eleições.
Essa gente não consegue pensar que todo esse excesso vai ficar por aqui! Iremos todos pro mesmo lugar; com as mesmas flores atiradas no mesmo buraco, é o único lugar onde existe igualdade.
Mas, a dolorida verdade é que um dia seremos águas passadas. E tudo será deixado por aqui. Talvez aos herdeiros.
Então digo: viver é ótimo, mas se não acertarmos o passo no início, vamos passar  um trabalho de cão!


______________//______________







45 comentários:

  1. Boa noite de paz, querida amiga Taís!
    Fico triste ao ver tudo isso que menciona aqui e é tão verdadeiro tudo...
    Infelizmente, os verdadeiros valores estão fora de moda.
    Pena não querermos encher nossa boca com muito silicone de amizade, Amor, ternura, bondade, atenção, afetos e outros que levaremos no caixão... No mínimo... Alguns, que crêem, para outra vida Espiritual, sem vaidades desmedidas, sem supérfluos, sem carteiraços, sem o tal do QI (quem indica)...
    Ah! Minha amiga, como seria bom o mundo menos superficial onde o que contasse fosse nossa doação sincera de Amor ao próximo.
    Muito obrigada peka postagem tão bonita e pé no chão.
    Tenha dias onde contém o essencial para sua plena alegria interior!
    Bjm carinhoso e fraterno

    ResponderExcluir
  2. Nem de propósito amiga Tais!
    Acabei de contar algo que tem um pouco a ver com a passagem aos herdeiros dos (parcos) bens conseguidos com suor e muito trabalho. Por vezes nem é preciso haver venda de jactos nem possuir duplexes ou triplexes, os tais apartamentos de luxo, nem 'olho gordo' sobre o que o vizinho ostenta, nem plásticas para eternizar a juventude:- basta que o egoísmo e a ganância falem mais alto e passe por cima dos afectos e do entendimento sobre quão efémera é a vida, e, sobretudo, quando chegar a nossa vez de partir, abandonamos esta vida tal como nela entrámos; sem nada!

    Um beijinho.
    (Grata por estas verdades que nos mostram de que é feita a natureza humana!)

    ResponderExcluir
  3. É o ser sucumbindo ante o ter e quanto mais se tem, menos se é. O desvalor material, aprisiona as criaturas em suas gaiolas douradas, perdendo a essência do viver, perseguem o canto de sereia do consumo. Até que um dia, sem aviso prévio, a sepultura iguala ricos e pobres, o espírito desembarca do outro lado da vida, ostentando a mendicância de quem passou uma vida inteira "enriquecendo" sua pobreza existencial.

    Um abraço. Tudo de bom.
    A ARTE DA VIDA. APON HP 💗 Textos para sentir e pensar.

    ResponderExcluir
  4. O ser humano na face do planeta terra não passa de um inquilino de seu próprio corpo.
    E esquece - se que quando partir para o seu túmulo.
    Nada leva na sua bagagem.
    Tudo como salientou.
    Fica ali preso numa terra solitária.
    E somente tem direito de vez em quando a flores.
    Que murcham com o tempo. E passam a plástico. Tristonho este pesar.
    Sorrisos de luz.
    Megy Maia

    ResponderExcluir
  5. É "viver dá um trabalho de cão"... Este tema da desigualdade eu trouxe através do filme Parasita, que nos mostra de forma nua e crua como as pessoas atuam em suas classes sociais e como o contexto modifica e atraem atitudes descabidas. Muitos sonham e os castelos de areias se desmancham com as enxurradas. Bjs

    ResponderExcluir
  6. Corrigindo por favor, enxurradas. grata

    ResponderExcluir
  7. O errado é o que está certo, minha amiga Taís, diz o ditado popular. Há população está dividida em duas categorias. Ou duas classes. Por não conseguir nomeá-las adequadamente, direi que a população está dividida em duas parcelas desproporcionais (põe desproporcional nisso) 5% e 95%. Na primeira classe, a dos 5% não têm do se queixar. E a segunda, a dos 95%, não têm a quem se queixar. E nos arrastamos assim pela vida afora na esperança que um dia muito distante a desigualdade entre homens desapareça... Sabe, vamos tocando o bonde... sem desespero...
    Um beijo, minha amiga Taís!

    ResponderExcluir
  8. Lindo,certo teu pensamento!infelizmente parece que as pessoas perderam o equilíbrio e a noção .Anda faltando o SIMANCOL...
    E tua conclusão final ,perfeita! Adorei! Bjs chica

    ResponderExcluir
  9. OI TAÍS!
    UM MOMENTO EM QUE AS PESSOAS SE PERDEM EM APELAÇÕES COMPLETAMENTE DESNECESSÁRIA E FÚTEIS. COMO BEM DIZES NA FINALIZAÇÃO DE TEU TEXTO NADA DAQUI LEVAREMOS MAS, ISSO É COISA QUE NÃO SE PENSA.
    ABRÇS AMIGA MUITO BOM TER ESTADO AQUI.
    ABRÇS

    http://zilanicelia.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
  10. Bom dia amiga!
    Que bom podermos constatarmos que ainda existe "ser humano" no mundo,quando um extremado narcisismo vem assolando e ganhando adeptos,os adeptos do agora,do imediatismo,os adeptos sempre da extrapolação,mas em síntese os adeptos da loucura,do buraco oco e sem fim.
    Amei !
    Que Deus te mantenha sempre,o mundo precisa de"gente".
    Beijo!

    ResponderExcluir
  11. Infelizmente é como diz!!!
    Sorte de quem consegue viver com o seu salário e conseguir realizar pequenos sonhos! Bj

    ResponderExcluir
  12. Gostei muito do seu texto!
    As desigualdades sempre irão existir, mas o que se passa hoje em dia é pornográfico. A maiores estão dando cabo dos mais pequenos, que cada vez mais se reduzem à sua insignificância, enquanto o mundo da corrupção e do luxo dão cartas.

    Beijinhos.

    ResponderExcluir
  13. Oi Taís! Ótimo texto, a mais pura realidade que é cruel para quem quer enxergar!
    Igualdade é uma utopia, mas a desigualdade não pode ser tão cruel a ponto das pessoas não terem o suficiente para ter dignidade. Tudo está ligado, ninguém vive sem ninguém, as tecnologias estão aí para todos verem o quão desumano é o sistema e muitos agem sem piedade contra a sociedade porque não tem nada a perder e isso é um perigo para todos.
    A desigualdade exagerada é um escárnio não pelo que A tem de mais, mas pelo que B tem de menos ou nem tem. Aí a fera está solta, afinal somos animais e acuados, atacamos.
    Adorei o texto muito bem escrito e necessário para reflexão de todos.
    Abração!

    ResponderExcluir
  14. É infelizmente temos que conviver com tamanha desigualdade, é triste ,mas buscamos força em Deus e tocamos o barco,amei a postagem ,achei importante abordar esse assunto .
    Sigo seu blog ♥️😘

    ResponderExcluir
  15. dizem por aqui uns quantos, numa ironia amarga, na medida em que ganham anos e perdem sonhos, dizem estes tais que o sistema de exploração tem "os séculos contados"...

    não os dias contados. nem os anos!
    mas os séculos contados. muito longe, né?

    mas estar vivo é intervir e, se cada um colocar um grãozinho de areia na engrenagem quem sabe se os séculos, não poderão virar anos?

    enfim, em tal desígnio, me revejo e bato.

    excelente crónica, Tais
    de uma lucidez de cristal

    beijo



    ResponderExcluir
  16. mais um lindo texto como voce sabe escrever parabens desejo tudo bom bjs

    ResponderExcluir
  17. Bela crônica, Taís, tuas letras retratam fielmente o gritante consumismo da nossa sociedade, e que muitos nem se importam se tem pra gastar ou não.
    Realmente, vale lembrar que as pessoas dessa roda viva, num belo dia vai parar e tudo será deixado para trás!
    Excelente texto! Como sempre adorei te ler!!!
    Beijimhos, Vilma

    ResponderExcluir
  18. Na verdade, há muita gente que vive acima das suas possibilidades. Então, enterram-se... E também há gente bem rica que vive como um pobre, o que também é exagero. Enfim, os equilibrados não serão muitos...
    Magnífica crónica, gostei imenso.
    Taís, tenha um bom fim de semana.
    Beijo.

    ResponderExcluir
  19. Que crónica tão reflexiva, minha Amiga Tais! O fosso entre os que tudo têm e os que nada possuem está cada vez maior… Algumas pessoas vivem acima das suas posses influenciadas pela publicidade que apela ao consumismo e ao imediatismo de tudo. Gostei muito de a ler.
    Um grande beijo.

    ResponderExcluir
  20. Um texto muito assertivo e reflexivo sobre o mundo atual, onde o Homem trocou o ser, pelo ter. Já dizia a minha avó: "Muito tens, muito vales, nada tens, nada vales." E é cada vez mais assim. Julga-se o valor das pessoas, pelo saldo da sua conta bancária.
    Abraço e bom fim de semana

    ResponderExcluir
  21. Senti falta do habitual humor, que pena!

    Querida Taís.
    Se bem contabilizarmos, as donas excêntricas dão muito nas vistas, mas são uma percentagem muito baixa da componente social feminina...
    Já os poderosos, parecem que se multiplicam sem parar...
    A televisão tem, sim, um papel modelador de mentalidades impressionante!
    Pelas seis da tarde, hora Br e Pt, param de chegar comentários, as pessoas ficam horas fixadas na TV que, sim, vende sonhos e ilusões aos mais incautos...
    Os bem sucedidos financeiramente não lhe ligam nenhuma.
    Foi excelente focar os hábitos singulares e defeitos da sociedade atual.
    Excelente fim de semana.
    Abraços
    ~~~

    ResponderExcluir
  22. Tais,
    A vida é assim mesmo.
    Cada um faz o que acha
    que é melhor para si.
    E nós? Nós vamos vivendo e escrevendo.
    Adorei suas palavras la no
    Espelhando e respondi por lá.
    Bjins de bom fim de semana.
    CatiahoAlc.

    ResponderExcluir
  23. Olá Taís, realmente a desigualdade é grande e cabe a cada um saber que todos somos iguais perante Deus e todos temos direitos.
    Belo texto, um bom fds pra você! Beijos

    ResponderExcluir
  24. Opto pelas ilusões pois, para mim, o sonho é flacia.
    Gosto deste modo de tratar os temas, pois convidam à reflexão. Boa iniciativa.
    Acabamremos, todos, por fazer o que mais nos apetece, muitas vezes equivocadamente.
    Abraços de vida para um bom fim-de-semana

    ResponderExcluir
  25. Bom dia Tais,
    Uma crónica, como sempre, muito bem escrita focando com muita clareza o panorama social da atualidade.
    Muita desigualdade, muita ostentação e muitaaaaa pobreza.
    Muitos a viverem acima da média através de endividamentos sucessivos provocando posteriormente graves problemas financeiros a médio e longo prazi que prejudicam todos.
    Haveria que se por travão a tudo isto, mas é uma engrenagem sem limites.
    Um beijinho e um ótimo domingo.
    Ailime

    ResponderExcluir
  26. A sempre bem-sucedida teoria de dividir e governar
    bjs

    ResponderExcluir
  27. Um lúcido e assertivo retrato dos ricos cheios de pobreza de espírito, na sua grande maioria... comprando e comprando... o que não conseguem manter por muito tempo... beleza, juventude, felicidade, e paz de espírito... porque isto de ver o que o vizinho do lado tem, e controlar toda a cena em tempo real... e ir logo a correr comprar ou fazer algo, em versão melhorada, para não ficar atrás... também dá imenso trabalho... e muito pouco sossego!...
    Enfim!... A dolorida verdade... é que muitos deles, só quando estão mesmo no fim da vida... se dão conta, em como passaram por ela, sem dela de facto a terem devidamente apreciado... ainda que no mundo das aparências... tal o pareça!... Ficam os objectos... de que nem a muitos herdeiros interessará... pois as modas... impõem sempre novidade, e não amor pela antiguidade... pelo menos, nas gerações mais novas, de agora...
    Mais um formidável retrato, deste nosso mundo... tão cheio de gente tonta, de bolso cheio... e cabeça vazia... completamente alienados do mundo real... mergulhados que estão, no seu oco viver de aparências...
    Beijinhos! Feliz domingo, Tais!
    Ana

    ResponderExcluir
  28. Viver não custa, o que custa é saber como viver. Tudo na vida é uma ilusão. A publicidade enganosa, as promessas dos políticos para caçarem votos. A corrida aos empréstimos, também é uma das causas, para o aumento de mais pobreza. Porquanto muitas vezes se pede o que depois não pode pagar. Como acontece nos empréstimos para compra de casa. O luxo encanta os olhos de algumas pessoas ao ponto de as induzir em erro. E esses erros ajudam outros a prosperar na vida.

    Tenha uma boa noite amiga Tais Luso. Um beijinho.

    ResponderExcluir
  29. Uma cronica no tempo que vem de longa data esta inquietação aos sensíveis e de bom coração, bem como os conscientes da situação degradante a que uma grande parcela da sociedade esta relegada. O grupinho da gravideza real vive como se nada os atingisse e que o mundo está aos seus pés e plantam o que nunca colherão e acabarão como todos num apertado sete palmos. Incrível Taís como não há uma consciência ativa sobre este disparate do viver, onde uns vomitam para comer mais e outros não tem o que comer. Os invisíveis crescem como um grande exercito espartano, ocupam os espaços das cidades e até o momento, que sem lugar invadirão os quintais e playground dos edifícios. Enquanto isso a telinha vende tudo barato que na realidade é um chão coberto de casca de banana, pronto para os escorregões.
    Maravilha de postagem amiga.
    Uma semana maravilhosa para vocês, que creio será de bom descanso em lugar calmo, do que a loucura que se transformou a farra de Momo.
    Beijo amiga e grato sempre pela companhia.
    Aplausos sempre pelas lúcidas cronicas.

    ResponderExcluir
  30. Que beleza de crónica, minha amiga!
    Desigualdade económica e social sempre existiu e continuará existindo. O que se está a passar é a ostentação sem igual de sinais de riqueza dos que sempre foram ricos (exibindo-se descaradamente), e dos novos-ricos que tudo fazem (até serem ridículos) para que ninguém perceba que já foram pobres.
    Mas também há quem tendo nascido pobre tenha chegado a rico honestamente, e exiba orgulhoso as suas origens.
    De há uns anos para cá vende-se tudo até os tais «sonhos e ilusões». E quanto mais caros… mais se vendem. Casas, carros, iates, joias, acessórios, tudo tem de ser 5 estrelas, igual ou melhor que os do fulano, ou sicrano. E as tais plásticas, quanto mais estapafúrdias melhor. Há que mudar tudo, igualar a fulana do jet-set, retirar tudo o que está a mais, inclusive qualquer sinal de pobreza . Têm sonhos pequeninos os novos-ricos!
    Vendem-se viagens a prestações: imagina o que é fazer uma viagem em Fevereiro e passar o resto do ano a pagá-la. É ridículo! (São o que eu chamo de viajantes «selfistas que viajam não para conhecer outras realidades, mas para se mostrarem no Instagram longe, no «estrangeiro».)
    É amiga, o dinheiro não compra tudo! Não compra dignidade, nem generosidade. Muito menos compra vida. Todos teremos o mesmo fim e iremos (em plena igualdade) para o mesmo lugar como viemos: sem nada!
    Beijos amadinha. Boa semana!

    ResponderExcluir
  31. Cuanta verdad nos dejas en este texto y como alguien dijo todos nacemos desnudos y un día moriremos.

    Saludos.

    ResponderExcluir
  32. Boa noite Tais.
    Viver é uma grande arte. O que se lê aqui, são verdades , e verdades que doem, as pessoas que cultuam a desigualdade, com certeza nunca pensaram na pá de terra,
    Sabes o que penso, tenho dó dessa gente que quer acompanhar moda, estufar a boca, aumentar bumbum, e outras loucuras mais, depois dos setenta não tem plástica que segure nada, despenca tudo, e o dindin gasto escorreu no ralo do banheiro, e nenhuma ação que viesse favorecer um um irmão das carências que todos sabemos que existe.Dinheiro nunca trouxe felicidade.

    Deixo o link da post da sua crônica no blog Divulgando autores

    Bjs no coração e noite de paz pra ti!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Diná, querida, agradeço muito teu carinho e tua generosidade em divulgar uma crônica minha e escritos dos nossos amigos em geral.
      São gestos assim que tornam as pessoas muito queridas, precisamos de um mundo melhor, mais solidário e mais amigo.
      Beijinho, meu carinho.

      Excluir
  33. A vida a retomar em Macau aos poucos e eu também a retomar os blogues aos poucos.
    Bjs

    ResponderExcluir
  34. Apreciei o texto, ms a imagem é maravilhosa.

    ResponderExcluir
  35. Olá, Tais!

    Muito pertinente este seu poste.Viver bem quando se poderia viver melhor.
    O consumismo desenfreado, o querer ter tudo custe o que custar acarreta consequências para todos, até mesmo para os ricos dos (jatinhos).
    Li um artigo recente de que São Paulo tem mais de 50.000 pessoas a viver na rua.
    A pobreza, a falta de condições de vida, o facilitismo com que se olha para os anúncios na TV "desarmam" a vida humana.
    É esta a sociedade que nós queremos para os nossos filhos e netos?!
    Uma pandemia como o coronavírus deixa-nos todos atónicos e o "buraco" onde todos irremediavelmente acabaremos é o único denominador comum.
    Abraço,

    ResponderExcluir
  36. Querida Taís
    O final esta sua excelente crónica fez-me lembrar um "apontamento" que li há dias, que dizia:
    Morreu um multimilionário. Alguém perguntou: E o que é que ele deixou, exactamente?
    Resposta - Deixou tudo! Não levou nada com ele!
    É nisto que muitas pessoas não pensam (conheço algumas assim...), e quando chega a hora.... deixamos tudo, não levamos nada.
    E o mais importante é que, nesse "tudo" que deixamos, estejam incluídas saudades, pesar pela perda, sentimento pela ausência... etc.

    RE: Por cá (na nossa família, claro, não em Portugal 😀) festejamos os aniversários no restaurante. Quando as crianças eram pequenas fazíamos festas em casa, mas logo que cresceram libertámo-nos dessa trabalheira toda.
    Fico grata pela tua presença no aniversário da minha "CASA".

    Continuação de boa semana.
    Beijinhos
    MARIAZITA / A CASA DA MARIQUINHAS

    ResponderExcluir
  37. Olá, amiga!
    As suas considerações aplicam-se também a este país!
    Saudações minhas!

    ResponderExcluir
  38. Boa noite, Taís!
    Obrigada por me seguir e pelas palavras incentivadoras; já sigo você algum tempo, e li o seu texto que a Diná publicou no blog dela... é tudo que eu gostaria de ter escrito rsss!
    A desigualdade não acabará e só os tolos acreditam ou nutrem alguma esperança em um futuro com menos desigualdades. Vivemos de ostentar e para ostentar, infelizmente...
    Um abraço, e até breve!

    ResponderExcluir
  39. Vivemos tempos em que a tendência é que o parecer seja mais importante que o ser.
    Magnífica crónica, muito actual.
    Taís, continuação de boa semana.
    Beijo.

    ResponderExcluir
  40. Consegues extrair do cotidiano com arte os muitos defeitos ou deformidade da sociedade dos tempos que correm. Hoje as pessoas, nem todas, comportam-se dessa maneira que exploras na tua crônica ( SONHOS E ILUSÕES), com impecável brilho. Bom seria, Taís, que as pessoas fossem mais maduras e seguras de si, o que nem sempre vemos nos lugares que frequentamos. Tudo que é fútil é desprovido de qualquer valor. Mas, como sabemos que muita gente não amadurece, temos que nos conformar. Parabéns à minha cronista favorita.
    Um beijinho daqui do escritório.

    ResponderExcluir
  41. Obrigada, Taís, por sua visita ao Barlavento e pelo seu comentário gentil.
    Apreciei imenso esta sua análise da sociedade em que vivemos, pela verdade que ela encerra e pela acuidade que revela. Os meus parabéns!
    Um beijo.

    ResponderExcluir
  42. Análise preciosa sobre como vai o mundo onde vivemos e que virá despertar quem precisa de ser acordad@.
    Parabéns pelo contributo.


    Beijo
    SOL

    ResponderExcluir
  43. Prosa escorreita e lúcida, a revelar um posicionamento inequívoco da autora. A Taís sabe ao que anda, e ainda bem.

    Um bom final de semana :)

    ResponderExcluir

AOS AMIGOS

Muito obrigada por deixar seu comentário, se necessário for, deixarei resposta a alguma pergunta.
Abraços a todos
Taís