- Taís Luso de Carvalho
A pandemia covid 19 começou na cidade de Wuhan, na China, em dezembro de 2019, mas rapidamente espalhou-se pelo mundo. Várias são as teorias levantadas de como chegou a nós o corona vírus mas, isso já está bastante falado e escrito.
Bem, de lá para cá o mundo se fechou no medo e numa triste sina que até hoje ronda esse planeta. Milhões de pessoas passaram a viver em suas casas, não se relacionavam com os seus familiares e amigos. Instalou-se o caos, com milhões de vidas ceifadas.
Passado esse tempo, já estamos em fevereiro de 2022, a pandemia amenizou um pouco e aprendermos a lidar melhor com ela, graças a cientistas experientes que se empenharam muito e descobriram o método eficaz para o combate ao vírus: as vacinas – que infelizmente milhares de pessoas não aderiram - os negacionistas. O mundo estaria bem melhor se mais gente nos diversos países tivessem aderido às vacinas.
Contudo, a alegria voltou em parte, atualmente já saímos, com os devidos cuidados, rimos, conversamos mais à vontade nas ruas, nos espaços abertos. Estamos voltando à vida que tínhamos.
Ontem, eu e Pedro saímos pelo nosso bairro, alegre e arborizado, fizemos várias compras e sentamos numa confeitaria ao ar livre, lá estavam outras pessoas, todas muito felizes por poderem fazer o básico que nosso cotidiano pede, agora com mais normalidade. Parecia tão pouco para tanta alegria, mas aquilo era vida; a vida que não tivemos por mais de 2 anos, num isolamento intenso.
A lição mais verdadeira, a felicidade mais pura e desejada está na simplicidade da vida. E a ausência de liberdade, levou-me a pensar para que servem tanto luxo, tanto trabalho, tanta arrogância? Para que servirá tantas brigas em família, tantas disputas por coisas? Hoje, não vejo razão alguma para certos disparates: laços desfeitos, posturas equivocadas. Somos tão frágeis e vulneráveis diante das doenças que, num fechar de olhos, tudo acaba. Muito rapidamente, deixaremos de ser e deixaremos de estar. Sinto a hora de mudanças, e essas posturas começam com a individualidade dos nossos atos.
Meu Deus, como jogamos vida fora! Compramos felicidade a um preço muito alto. Mas, na verdade, o que compramos é gato por lebre.
What a Wonderful World
Que mundo maravilhoso!
Osservazioni intense fatte in un periodo molto particolare, in cui, vista la gravità della situazione dovuta alla pandemia, abbiamo dovuto vivere in un modo diverso e sacrificato.
ResponderExcluirSempre bello leggerti, buona settimana,silvia
Infelizmente os negacionistas não querem nem o seu bem nem o bem dos outros. Mas tudo irá melhorar. Tenhamos fé e confiança.
ResponderExcluirCumprimentos poéticos
"A felicidade mais pura e desejada está na simplicidade da vida", diz-nos neste crónica tão oportuna. Oxalá tenhamos aprendido ao menos isso: a vida simples onde a alegria, a saúde e o amor são as coisas mais importantes. E tudo o resto é resto. Que seja a volta à nossa vida normal. Que as coisas não desandem agora por falta dos cuidados que ainda são necessários.
ResponderExcluirUma boa semana com muita saúde, minha Amiga Taís.
Um beijo.
Palavras muito acertadas, minha querida amiga.
ResponderExcluirUm ser tão minúsculo que não se consegue ver a olho nu, conseguiu pôr o mundo de pernas para o ar. Não vai ser nada fácil voltar à posição normal, porque entretanto criaram-se hábitos e medos difíceis de ultrapassar.
A confiança entre o ser humano foi muito abalada e restaurá-la completamente será tarefa árdua.
Vamos vivendo um dia de cada vez, com cautela, e com a esperança de que a vida retorne o que era.
RE: Muito obrigada pelo carinho das suas palavras, tanto de conforto como de Parabéns pelo Aniversário da nossa "CASA".
Gratidão enorme!
Um abracinho cheio de carinho.
Uma semana feliz.
Beijinhos
MARIAZITA / A CASA DA MARIQUINHAS
Como sempre, verdades a aplaudir aqui!
ResponderExcluirAgora, de tão ariscos e apavorados com tudo o que vivemos nesses dois anos, nos contentamos com poucas coisinhas simples...
E damos assim valor ao verdadeiramente importante, sem bobagens, fricotes e tudo mais.
Vamos que vamos, ainda nos cuidando, mas pouco a pouco, com a nossa bolha, encarando os lugares abertos...
beijos, linda semana! chica
Olá, amiga Tais,
ResponderExcluirNa verdade a pandemia, trouxe-nos porventura, uma lição bem amarga. A forma como lidar com todas estas restrições, a todos os níveis, desde o confinamento à falta de liberdade, à falta de alimentos, desemprego, etc.
Agora nesta fase de alívio, saibamos recolher daí os ensinamentos que ela, a pandemia, nos trouxe.
Excelente crónica!
Votos de uma excelente semana, com muita saúde.
Beijinhos!
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
Concordo plenamente quando dizes que compramos a felicidade a um preço muito alto!
ResponderExcluirBeijinhos! <3
www.pimentamaisdoce.blogspot.com
Boa tarde de paz, querida amiga Taís!
ResponderExcluir"... para que serve tanto luxo, tanto trabalho, tanta arrogância? Para que servirá tantas brigas em família, tantas disputas por coisas? Hoje, não vejo razão alguma para certos disparates: laços desfeitos, posturas equivocadas!
Já até disse aqui que, num piscar de olhos, não estamos mais vivos e muitos poderemos nos arrependermos de maltratar às pessoas e elas partirem sem nossa compaixão, nos achando perfeitas em tudo donas da verdade absoluta.
A música é linda também.
Adorei seu comentário no Flor do Campo e está bem dentro da sua bela crônica real.
Vamos de gentileza em gentileza enfrentando o vírus e variantes que ainda virão. Fé né esperança contam demasiadamente.
Fica sempre um pouco de perfume nas mãos que oferecem flores...
Foto linda que ilustra seu post. Só em olhar, já me sinto refrescada para a tarde.
Obrigada, amiga.
Tenha uma nova semana abençoada!
Beijinhos com carinho de gratidão e estima
Muy de acuerdo con lo que dices.
ResponderExcluirLa pandemia ha cambiado nuestro modo de percibir las cosas.
La falta de libertad nos hace reflexionar.
Me encantó leerte.
Un beso. Feliz semana.
En este episodio Covid que nos ha tocado vivir. a costa de aprender lecciones amargas, la muerte de tanta persona, los padres de familia que han ido al paro, los besos y abrazos que nos estamos perdiendo....Todo tiene su parte buena, pero en esta lección cuesta encontrarla.
ResponderExcluirFeliz tarde de lunes Tais.
Un abrazo fuerte.
Diante de um mundo maravilhoso, precisamos aprender a duras penas, o que realmente vale nesta vida Taís. Corremos muito atrás do ouro de tolo, pisamos nas flores e esquecemos de olhar para o céu, que se veste de belezas raras no amanhecer e fim do dia. Acordar para a sensibilidade, a solidariedade, na busca da leveza dos dias e assim, um viver mais pleno e real.
ResponderExcluirPerfeito olhar no cotidiano de um passeio para uma reflexão sem dor, sobre a vida que levamos e o que nos agrega.
Uma linda semana para vocês, com mais cafés pela avenida.
Beijo e paz amiga.
É sempre bom lembrar que um copo vazio... Ou as abelhas sempre voltam quando há um bom mel... Pura filosofia, eu sei. Mas o homem ainda tem muito para aprender. Talvez a mais recente pandemia ainda não lhe baste. Mas é verdade que "os bons tempos" podem estar voltando... E tomara tenhamos aprendido alguma coisa com os tempos difíceis que vivenciamos... É sempre bom respirar as sutis advertências que bailam por aqui em textos leves mas certeiros, risos!
ResponderExcluirUm beijo, minha amiga Taís!
Querida Tais,
ResponderExcluirAcho que já aqui falei, que talvez estes tempos difíceis que passámos, nos leve a apreciar a vida de maneira mais simples, pacifica e descomplicada. Pode ser…
Ponho reticências porque nem sempre sinto, o mesmo que amiga experienciou aí no seu bairro.
O mundo é maravilhoso, esse vídeo é prova disso, na voz única de Louis Armstrong.
Desejo sinceramente que acha um mudança para melhor, mas as recentes notícias que nos chegam da Rússia e Ucrânia, faz-me temer um novo vírus bem mais mortal e assassino, o vírus da guerra.
Oxalá me engane!
Um enorme beijinho com amizade.
Secundo a tua preocupação
Excluire deixo aqui a minha,
mais vasta ainda
pois o vírus da guerra
está mais espalhado
do que esse bem localizado
http://metrocosm.com/disputed-territories-map.html
Beijo às duas
Sim, essa é outra preocupação enorme que coloca o mundo em sobressalto, sem dúvida! Muitíssimo preocupante.
ExcluirÉ muita coisa para um mundo que está em agonia há mais de 2 anos.
Será uma loucura, nem pensar!
Beijo aos dois.
very nice
ResponderExcluirBuena reflexion lo que vale son las pequeñas cosas de la vida. que a veces damos por sentado. Te mando un beso.
ResponderExcluirInfelizmente, a saúde é um negócio.
ResponderExcluirAdorei a imagem! Beijinhos
eudaniela28.blogspot.com
Belo, profundo e verdadeiro o teu texto Tais. Hoje já são muitos arrependidos correndo atrás da vacina.
ResponderExcluirEstou retornando depois de um bom e merecido descanso. Gostaria muito, mesmo com pandemia, de poder continuar contando com o apoio e essas maravilhosas atenção e compreensão de todos vocês, pois é exatamente esse apoio que me fortalece e me induz a continuar.
Agradeço de coração pelas honrosas visitas e belos comentários com palavras tão amáveis, prometendo retribuir a todos sem nenhuma exceção, pois, conforme costumo dizer, quem visita quer ser visitado, isso porquê, a reciprocidade deverá estar sempre acima de tudo.
Beijos e uma ótima semana para ti e para os teus.
Furtado
Querida amiga Taís, que bela e grande reflexão sua crônica.
ResponderExcluirRealmente depois de dois anos, estamos começando a sentir um pouco de liberdade, mas ainda não nos sentimos seguras.
Desejo uma feliz semana com paz e saúde a você e família.
Beijinhos com carinho🌷
Passado todo este tempo, depois de tantas mortes, de tantos doentes, ainda há quem negue a ciência e as vacinas.
ResponderExcluirNão são delinquentes por tendência, são estúpidos por tendência.
Beijo
Pena , realmente, que certas pessoas neguem a evidência .
ResponderExcluirTomei já a terceira dose da Pfizer. No entanto, devo dizer que me preocupa a vacinação em massa das crianças, porque não há como saber sobre eventuais efeitos secundários...
Muito interessante o seu texto sobre Camille Claudel, sobre quem já vi um filme em sala de cinema. Quando fui a Paris , visitei a Casa-Museu de Rodin.
Minha querida Taís, abraço com voto de boa semana :)
Las verdaderas cosas de gran valor en la vida siempre fueron y es lo sencillo, lo básico, sin arrogancias... El vivir cada día, con la familia, el matrimonio, los hijos, las grandes pretensiones se deben de aparcar, la vida es mucho más sencilla de lo que aparentemente es incluyendo la felicidad.
ResponderExcluirPor desgracia los negacionistas siempre han existido y existirán e incluso difíciles de tratar en su comportamiento y eso hace que las cosas fluyan de manera más lenta.
Esperemos que poco a poco vayamos todos contribuyendo a esa mejora tantas veces soñada.
Un gran abrazo Taís.
Nunca imaginei que uma epidemia assim viesse parar o mundo. Não no século XXI, mas a verdade é que aconteceu e só daqui a muitos anos vamos conseguir entender o que mudou verdadeiramente. Até lá, vamos tentando ser melhores...
ResponderExcluirBeijinhos
Coisas de Feltro
A pandemia serviu para nos dar muitas lições!Concordo plenamente com as tuas palavras!
ResponderExcluirBjxxx
Ontem é só Memória | Facebook | Instagram | Youtube
Olá :D
ResponderExcluirBem como você disse, ha se todos aderissem às vacinas, mas infelizmente, vivemos em meio a falsas noticias, e auge do negaciosismo.
Forte abraço
Sabe Taís,
ResponderExcluirEu tenho praticado
o viver e já não
fala mais nada.
Tive esse troço,
e estou viva
esomente quem tem
sabe o medo
que passamos.
É bom sentir que
aos pouquinho
a Vida vai seguindo.
Adorei ler.
Bjins
CatiahoAlc.
Concordo plenamente com a conclusão final.
ResponderExcluirUm abraço e continuação de uma boa semana.
Andarilhar
Dedais de Francisco e Idalisa
O prazer dos livros
Olá Tais,
ResponderExcluirPassando por aqui, relendo esta excelente crónica, que muito apreciei, e desejar a continuação de ótima semana.
Beijinhos!
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
Certo, Tais, a felicidade está nas pequenas coisas. Por vezes, a vida nos poe no seu sitio. Olha para que serve a pandemia!
ResponderExcluirEu também voltei apreciar o simple, o respirar ar puro, mesmamente!
Eu não quisse vacinas contra o Covid, pelo momento, mas nao me considero negacionista. Sim pusse a da gripe (influence) e outras na minha juventude, cada quem tem suas rações.
Abraço
Cada dia uma realidade diferente. É importante valorizar o melhor da vida. A união e a solidariedade estão de mãos dadas diretamente ao sentimento de amor. AbraÇo!
ResponderExcluirMuchas gracias por sus amables palabras en mi blog. La historia que se narra no es personal pero si muy real. Cuando finalizó la guerra civil en el año 1939, muchos hombres huyendo de la muerte y de la cárcel, se refugiaron en los montes. Algunos resistieron durante años; otros, consiguieron llegar a Francia; y muchos murieron.
ResponderExcluirEscribir en primera persona es lo que ha hecho pensar que formaba parte de mi propia historial personal.
Con la mayor atención he leído su entrada. Su relato es completo y realista. Esta nueva enfermedad parece que ha venido para quedarse por las mutaciones que se van produciendo. Desde los gobiernos están tratando de normalizar la vida, de asumir que erradicar este virus no parece fácil ni lo será. Si es cierto que a medida que evoluciona, es menos letal y que se van desarrollando tratamientos más eficaces para los enfermos más graves. Es fundamental que la vacuna llegue a todos los lugares del Planeta: esa es la esperanza. La vida está hecha de cosas pequeñas, es verdad, y la más importante es que podamos liberarnos del miedo y del uso de la mascarilla.
Ha sido un placer disfrutar con la lectura de su entrada por la claridad y delicadeza con la que plantea siempre todos los temas que aborda. Confiemos en que vayamos superando , aunque más despacio de lo que todos deseamos, esta pandemia. Con todo mi afecto y deseándoles la mayor felicidad, les abraza desde España esta anciana que valora todas las cosas buenas de la vida: la amistad es un bello refugio.
En estos dos años hemos aprendido muchas cosas algunas de forma dolorosa y sabiendo leer podemos tener un mundo mejor.
ResponderExcluirSaludos.
Felizmente, vamos voltando lentamente e com cuidado, à vida que antes tínhamos.
ResponderExcluirAprendemos sim, a dar valor a tantas coisas que antes tínhamos como garantidas.
Um grande beijinho
São lições bem importante, eu adorei o texto.
ResponderExcluirGostei do seu blog que já estou seguindo.
bjs bjs
https://beperes.blogspot.com/
Olá, Be, seja bem-vinda, amiga!
ExcluirMuito obrigada, irei visitá-la e conhecer seu espaço.
Beijinho
O meu abraço, Taís...
ResponderExcluirÉ ótimo refletir com você sobre a pandemia, uau, com ela aprendemos um tanto de coisas. Desde o início, procurei aqui em casa amenizar o máximo a reclusão e os pavores. Agora tudo está melhor, a paranoia diminuiu à beça e respiramos mais serenamente, né?! O simples é algo tremendo, ajuda a vivermos o melhor e profundo.
Vamos adiante, com vacinas e cuidados sempre. Tomara que até o final do ano maiores "desfrutes" possamos ter.
Concordo com você, querida Taís
ResponderExcluirA pandemia nos ensinou muito.
Vamos nos cuidando esperando dias melhores.
O importante é curtir os bons momentos.
Fique bem e cuide-se.
Beijinhos
Verena.
Esta canção é linda, mas o que desejariamos é que o mundo fosse mesmo maravilhoso e poderia sê-lo se o homem quisesse; mas, há alguns poderosos que não deixem que este planeta que habitamos seja a maravilha que ainda conseguimos ver nos jardins perto de casa, nas crianças brincando felizes no parque, nas pessoas sentadas num bar, conversando alegremente, agora que o virus começa a afastar-se; pequenos nadas que começamos a reconquistar, que nos faziam muita falta, que estavam agora a fazer-nos sorrir de novo e, de repente, a irracionalidade humana surge mais uma vez, fazendo com que muitos de nós se envergonhem de pertencer a esta raça dita humana; acredito que, no mundo inteiro, hoje, muita gente se sinta triste pelo que se passa na Ucrania, pois tenho a certeza que neste mundo insano há mais homens bons que maus; basta meia dúzia de irracionais para que o planeta " pegue fogo " e, com a sofisticação de armanento agora, num ápice, tudo fica destruído. Tais, a parte mais terrivel, mais maléfica da mente humana não descansa...está constantemente a pensar e a engendrar uma nova maneira de prejudicar os outros e, em se tratando de conquistar mais poder, ele não hesita em usar todos os meios ao seu alcance para atingir os seus fins. Uma tristeza, querida Amiga! Como sempre, uma crónica pertinente que li logo que foi publicada, mas que só hoje tive oportunidade de comentar ; quero deixar-te um muito obrigada pela reflexão que nos levas a fazer e dizer-te que neste momento sinto muita vergonha de pertencer a esta raça que de humana nada tem. Tenho a certeza que o mesmo se passa connvosco, queridos Amigos! Um beijinho, muito, muito especial
ResponderExcluirEmilia 🕊 🌏 🕊
Oi amiga Taís, passando rele do e deseja do uma boa noite e excelente sexta-feira.
ResponderExcluirBeijinhos 🌷
Olá Taís! Ao ler mais uma das suas tão interessantes crónicas(muito obrigada por ela) e ouvindo esta maravilhosa voz de Louis Amstrong, vou constatando (como se não o soubesse...) quão velha, não, quantos anos já passaram por mim. Tinha vinte e tal anos quando a ouvi pela primeira vez. Nessa altura, de grandes conflitos raciais nos EUA, aparece para alertar para o amor das coisas simples.
ResponderExcluirEntão por aqui me passou a lembrança de tanta coisa que eu já vivi: umas mais longe outras mais perto. Ainda me lembro das consequências do fim de 2a guerra, da guerra da Coreia, da guerra dos 7 dias de Israel,... ,da nossa guerra colonial (esta como forte vivencia porque estive lá acompanhando o Marido), e tantos outras que acabo por "ler e ouvir" nas noticias. Mas ontem e hoje não consigo despegar da TV, tentando ver, ouvir e.. rezar pela Ucrânia. Alguém dizia em 2020 "quando a pandemia passar, seremos mais humanos". Verdade? Será que hoje, fevereiro de 2022, o povo Ucraniano se lembra da Covid 19?
Desculpe Taís por acabar por enveredar por aqui.
Beijos e
Querida Tais
ResponderExcluirQue mundo maravilhoso! Um mundo deveras lindo, o nosso planeta azul.
Mas aos poucos vamos destruindo essa beleza com a nossa irracionalidade.
Se a pandemia nos veio ensinar como somos frágeis, que de um momento para
o outro ficamos sem nada e a nossa vaidade cai por terra, também logo
que nos vimos aliviados dela esquecemos tudo, a simplicidade vai desaparecendo
e voltamos à mesma vida de sempre.
Continuamos com a poluição, com os excessos do consumo, foi só
abrirem-nos de novo as portas para o mundo. Já para não falar que
se estava à espera que a pandemia passasse para ser declarada uma
guerra que parece querer envolver toda a Europa. Desde a a segunda
guerra mundial que não se via numa situação dessas. Famílias em
debandada, a pé, tentando entrar em comboios sobrelotados,
também nos próprios carros, seguindo quase sem rumo...
Pobre ser humano que não aprende as lições da História. Nisto da
pandemia, em questões de guerra, em tudo.
Bela Crónica, minha amiga, sempre oportuna.
Beijinhos.
Olinda
Boa noite, minha querida Taís!
ResponderExcluirO nosso " Mundo" Está doente e sombrio!
Que venham dias melhores!
Um abracinho recheado de gratidão e fé!
💘💙💘 Megy Maia
Olá Tais,
ResponderExcluirPassando por aqui, relendo esta excelente crónica que muito apreciei, e desejar um Feliz fim de semana com muita saúde.
Beijinhos!
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
O Mundo está em Guerra com si próprio e sempre a "nossa" pobre colaboração. Pobre porque somos pobres de sentido real. Pobres porque não queremos prescindir da descontracção se nos tornarmos um pouco mais atentos.
ResponderExcluirPost magnífico.
Parabéns.
Beijo
SOL da Esteva
Enchi os olhos de Luz e cor com a beleza do jacarandá, amiga Taís.
ResponderExcluirTudo o resto, a minha amiga expôs de forma perfeita, o modo como reaprendemos a dar o justo valor às coisas simples e boas da vida.
Sentar numa esplanada olhando quem passa e vendo o tempo passar sem stress nem medo, é hoje, e será cada vez mais, algo precioso e um bem inestimável.
(De Leste sopram ventos conturbados.)
Um grande abraço amigo, querida Taís.
Boa noite querida Tais.
ResponderExcluirÉ amiga por muitos se negaram a ver a dura realidade da gravidade deste vírus, achando que era uma gripizinha ou paranoia muitos perderam a vida e a qualidade de vida por seguelas do covid, e ainda têm os negacionista total quê não dão valor a vida e pior ainda a vida do próximo, se recusando até a serem vacinados, estes com certeza não vão evoluir espiritualmente e muito medos aprenderem alguma lição de vida, até creio quê estes se tornaram ainda piores seres humanos. Enfim estas minhas palavras não é julgamento, mas apenas minha opinião devido a várias experiências que tive nesta pandemia. Vi muito mais atos desumanos do quê pessoas zelando pela própria vida e pela vida do próximo. Quê bom quê com cuidados rigorosos podemos sair um pouco em lazer, a mudança busca de rotina sempre deixa lições valiosas de como a vida pode ser bem vivida com coisas simples porém tão valiosa, da valor as pessoas ao nosso redor quê realmente nos amam. Como sempre digo o amor cura a dor, quem ama cuida. Felizes dias para vocês. Lembrança ao Pedro. Carinhoso abraço.
Primeiro o Jacarandá
ResponderExcluirÉ a imagem do belo.
Aqui, o ipê amarelo
Não chega perto de lá.
Parece até que não há
Uma planta assim tão bela.
Ver tal imagem da janela
De um quarto, seria um sonho.
E que amanhecer risonha
Teria alguém vendo ela...
E a tua prosa Tais,
Toca nossa alma e mente
Quem lê o teu texto sente
Que tudo que o teu ser diz
A nossa alma aprendiz
Emociona-se e cresce
Tua prosa é uma prece
Divina, celestial
Numa voz angelical
De anjos à Terra em benesse.
Parabéns, amiga! Abraços e recomende-me ao maridão. Laerte.
Hola Tais, tienes mucha razón, debemos valorar, las pequeñas cosas que tenemos, que son las que nos pueden hacer felices, pero no lo hacemos hasta que las perdemos .
ResponderExcluirLa canción es muy bonita, me encanta.
Que tengas una buena semana.
Un abrazo
Uma crónica actual que nos convida à refelexão.
ResponderExcluirSigo escéptico, pois ainda não encontrei quem me possa dar uma resposta eficaz aos sempre medos aos efeitos adversos.
Bom, parece que pelo menos estamos protegidos.
Gostei muito da canção.
Forte abraço de vida
As suas crónicas são sempre muito belas de ler Taís,
ResponderExcluircom pensamentos profundos e de caracter humanista
Habituados a várias décadas de relativa tranquilidade, acabamos de perder
alguma ingenuidade com a ameaça da pandemia a nível global..
O mundo pareceu muito mais pequeno, tudo se aproxima rapidamente
o bom sabe a felicidade, o mau é assustador..
Beijinhos Taís
Taís, querida! És sempre assertiva em suas palavras! Encanta-me!
ResponderExcluirAqui te lendo e ouvindo esta linda canção, lembrei-me de algo que, muitas vezes, esquecemos.
Afinal de contas, o viver é bem simples, nós é que insistimos em complicá-lo.
Grande abraço para ti.
O mundo é maravilhoso, há muitos encantos na natureza, nas diversidades de cada canto. o homem vais exterminando , mas a natureza mostra sua força. E confirmo sim, a felicidade é poder ir e vir, termosliberdade de escolha de onde queremos estar, com quem estar. Simples , bem simples. bjs Bela crônica.
ResponderExcluirAqui... a pandemia pura e simplesmente desapareceu dos meios de comunicação, Tais... tendo ontem ouvido na rádio, que os mais vulneráveis, assim como a minha mãe, que apanharam o reforço, ainda nem à seis meses, já deveriam levar outro, pois a nova Ómicron, está a aumentar de perigosidade...
ResponderExcluirEstava à espera de um pequeno break... para levar a minha mãe a fazer os exames de rotina, com mais segurança... e até amigos dela, na mesma faixa etária, estavam bem mais confiantes, em sair, achando que estavam protegidos com a vacina relativamente ... pois bem... de momento, estão todos em casa contagiados... e dois anos depois, caiu agora a ficha à minha mãe, de que a virose continua sendo bem real, e nem a vacina nos garante total protecção... pois uma amiga da minha mãe, teve de passar pelo hospital, no processo de recuperação...
Aqui o cenário de pandemia, deu lugar ao cenário dos presentes conflitos que tomaram os meios de comunicação de assalto 24 sobre 24 horas... e como o alvoraço social sempre aumenta, com tudo isto... a pandemia está de novo a aumentar... aqui deste lado, ainda não consegui sentir nenhum alívio que me seria tão necessário... para ter uma pequena janela de abertura, para levar a minha mãe a fazer alguns exames e ir a consultas com bem maior segurança... e como o frio voltou... lá vou aguardar mais um tempinho, para ver como tudo evolui entretanto...
No momento estou achando que o mundo ERA mesmo maravilhoso... agora... apenas problemas e preocupações, para onde quer nos viremos... combustíveis a escalar diariamente... e os postos de gasolina secos... preços gerais de tudo a subir... e isto ainda não é nada... pois começo a achar que cenários de falta de alguns produtos serão uma realidade... pois por este andar chegarão a preços incomportáveis, com a crise energética a despoletar tudo isto...
Enfim! Vamos ver no que isto irá dar, nas próximas semanas... Continuem cuidando-se... a pandemia ainda não foi totalmente resolvida... e agora acumulámo-la... com toda a agitação social, que gera um cenário de conflitos... que invariavelmente, sempre chega a todo lado... com tanta gente passando fronteiras, e gerando tantas outras movimentações, em sentido contrário, como os apoios vários... é o mundo que temos... e que parece ir em direcção a um barril de pólvora...
Acho que ainda levará um bom tempo, a retornarmos a cenários mais pacíficos!... A paz é um frágil cristal... depois de quebrado... reconstruí-lo, é bem mais moroso...
Beijinhos! Saúde para todos!
Ana