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Árvore carvalho - Carolina do Sul / EUA |
__Taís Luso de Carvalho__
Estamos em agosto do ano de 2021. Mas foi no ano passado, no início da pandemia covid 19, que comecei a dar menor importância para coisas que pesavam muito. A dor ensina a gemer.
Mais de um ano se passou, mas parece que estamos em alto-mar, atravessando tempestades e furacões. Tudo muito inseguro, ainda. E por tudo isso, é que pensei em mudanças nos alicerces da minha vida. E comecei a refletir sobre nossos caminhos, sobre as pessoas, sobre as coisas que quero junto de mim. O que antes tinha muita importância, agora já pergunto: mas que importância tem isso?
Há pessoas que merecem minha profunda admiração e carinho, outras não; há coisas que merecem meu interesse, outras não mais.
Por que levar a sério leviandades ou dar atenção às maldades dos outros? Não é mais tempo de carregarmos essa preocupação conosco. Não vejo sentido, uma vez que esse tipo de gente veio ao mundo para se perpetuar. Quero ficar imune, também, a esse vírus detestável que provoca, em nós, os sentimentos mais primitivos. Senti a minha vulnerabilidade e não mudarei o mundo. Pois então que pensem, que falem... esse é o nosso mundo.
Passei a enxergar melhor a luta pela vida, aprendi, com maior exatidão, a separar o joio do trigo. E o nosso futuro, que chamam de Novo Mundo, será o mesmo velho mundo de outrora. E as minhas perguntas serão as mesmas:
Que importância tem isso?
Que importância tem essa pessoa em minha vida?
Muitos infernos deixarão de ser vividos, pois só quando estamos diante do perigo é que pensamos em mudanças, pensamos em preservação das nossas vidas e de nosso bem-estar.
Há situações em que oferecer o nosso perdão altera alguma coisa em nós, mas pode não alterar nada no caráter do perdoado. Perdão é para quem merece ser perdoado. A paz não depende só de nós, vivemos num mundo em que muita gente nociva anda solta por aí. E assim como vão, voltam. Podem estar nos relacionamentos familiares, no trabalho, no grupo de amigos. São aquelas pessoas que sentem prazer em infernizar a vida dos seus semelhantes, causar o mal é o alimento para o seu ego.
Então, parafraseando Vinícius de Moraes, olharei pela minha paz, darei a ela as condições para que...
Seja infinita enquanto dure.
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Adorei te ler e tens razão...Temos que preservar, mesmo em meio aos temporais bravos, tempestades, maremotos, nossa paz quase intacta.
ResponderExcluirPrecisamos dela pra prosseguir e sem ela, tudo fica bem pior!
Aprendemos na pandemia e pela vida afora... beijos, linda semana! chica
Quem roubou a minha paz? Às vezes, é difícil sabê-lo nas atuais circunstâncias. Mas estou contigo. É preciso rever nossos conceitos e dar importância ao que realmente deve ser dado importância, mas tudo é tão relativo, minha amiga Taís. Tão relativo. Parecer não é ser. É fato se todos pensarmos em rever conceitos, muda coisa muda, embora saibamos que há sabe um piolho de cobra por perto e mesmo que não queiramos ou resistamos, ele capaz de nos infernizar a vida.
ResponderExcluirEstou contigo. Sempre. Suas crônicas sempre provocam comichão...
Cuide-se, minha amiga.
Um beijo,
Olá, amiga Tais.
ResponderExcluirSem dúvida alguma, que a pandemia mudou tudo nas nossas vidas. Aquilo que julgávamos ter como adquirido, a nossa liberdade, desapareceu. Vivemos numa espécie de interrogação constante, no nosso dia a dia.
Esperemos por dias melhores. Que estou convicto que virão. Saibamos nós gerir esta pandemia, com serenidade e inteligência.
Excelente crónica, minha amiga!
Continuação de boa semana!
Beijinhos!
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
A paz não depende só de nós, vivemos num mundo em que muita gente nociva anda solta por aí.
ResponderExcluirBoa noite de paz, querida amiga Taís!
Que música linda!
Estive fazendo uma pesquisa nos últimos dias justamente sobre umas coisas que escreve aqui em sua nova e bela crônica.
Há sim pessoas que nasceram para infernizar a vida alheia, está no DNA, é insulina para elas o mal.
O mundo é tão lindo e a vida é tão curta.
Tenho meditado boa momentos lindos que vivi e até me emociono como Deus é tão Bom para mim, amiga.
Até na família tem gente assim sádica. Inferniza a vida de todos e eu já tenho a força para me afastar delas por amor a mim.
Gostei muito do tema e recebi o mesmo aprendizado na Pandemia.
Ah! Devo lhe dizer que estamos em profunda sintonia e a Chica está bem a par...
Vamos seguir pela paz que só nos faz bem.
Tenha dias abençoados!
Beijinhos com carinho e gratidão
Excelente reflexão, que não hesito em assinar por baixo. Tem talvez um senão. É que os comportamentos não se situam entre os bons e os maus. O mundo é, na minha visão, composto por bons, maus e vilões e assim há sempre uma hipótese de os maus se tornarem bons. E nós, de certo modo, temos um papel nisso pelo exercício da pedagogia (onde o perdão cabe).
ResponderExcluirNa verdade, depois de ano e meio de pandemia, os comportamentos tem vindo a melhorar (apesar de os vilões permanecerem infernizando a vida)
Termino, citando-te:
«Muitos infernos deixarão de ser vividos, pois só quando estamos diante do perigo é que pensamos em mudanças, pensamos em preservação das nossas vidas e de nosso bem-estar.
Há situações que oferecer o nosso perdão altera alguma coisa em nós, mas pode não alterar no caráter do outro. Perdão é para quem merece.»
Conheces o maior sobreiro do Mundo?
https://osetubalense.com/ultimas/2021/03/23/assobiador-leva-regiao-alem-fronteiras/
Texto muito bonito que amei ler. A Pandemia tem sido uma grande "professora" sobre tudo o que nos rodeia.
ResponderExcluir.
Uma semana feliz … Cumprimentos.
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Pensamentos e Devaneios Poéticos
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Oi Taís
ResponderExcluirVoltas com um texto atual em todos os sentidos _ não só sobre termos ficado reféns de uma doença , mas também levando-nos a refletir melhor sobre o mundo, tantas tem sido as mudanças de comportamento. No caso do vírus, convivi bem de perto com as perdas e a dor do vazio de todas as horas, de todos os dias.
E quanto aos outros no momentos deixei de lado qualquer assunto dos desgovernos que tem sido pauta em tudo que tento ler. A internet é a grande vilã para o bem e para o mal. Um tédio só.
A pandemia trouxe sim os dois lados_ a união e a desunião das famílias. E, resta a esperança .De alguma coisa maior.
E continuemos trocando coragem uns com os outros, por aqui.
grande abraço, Taís
Esta pandemia permitiu de uma vez por todas perceber quem e o quê é essencial e acessório.
ResponderExcluirBjs
Querida Taís,
ResponderExcluirÉ como diz uma das minhas frases:
“Morrer é fácil, saber viver é que são elas!”
O pior, é que hoje em tempos para lá de distópicos, muitos não conseguem nem mesmo sobreviver (pois, o vírus não permite), imagine conseguir sonhar o sonho do “poetinha”... “...Às vezes quero crer mas não consigo / É tudo uma total insensatez / Aí pergunto a Deus: escute, amigo / Se foi pra desfazer, por que é que fez?”...
Ou seja, existir se transformou em tema de filme “hollywoodiano - Mission Impossible”.
Viver neste Mundo pandêmico e conseguir envelhecer, tornou-se uma “medalha de ouro” ostentada no peito, diante do Mundo que caiu de joelhos para o vírus. Sobrevivemos no momento a duras penas (com muitas crises sanitárias e econômicas), porém sem crase (`).
Bela crônica!
Beijos e bom começo de agosto!!!
Oi, Taís!
ResponderExcluirEsse "Novo Mundo" é uma invencionice para que as pessoas não percam as esperanças em um mundo melhor. Mas a lei da sobrevivência, seja do vírus ou humana, torna o vírus mais agressivo e o homem mais primitivo. Estamos dentro da caverna e nesse momento vale refletir sobre tudo, principalmente quem é essencial em nossa vida. Não dá para perder tempo com gente que nos tira a paz. Realmente, o perdão só ameniza a mágoa de quem perdoa, porque muitas vezes quem provoca a mágoa, mal sabe da existência dela.
Boa semana!!
Beijus,
Buena reflexion, debemos cuidarnos y tratar de ser felices y seguir viviendo y si las personas no se cuidan es mejor alejarse de ellos. Te mando un beso
ResponderExcluirEsta maldita pandemia entre otras cosas, ha servido para ver la vida de una forma totalmente distinta a como muchos la tenían concebida. Como ciertos valores se venían anteponiendo a los valores esenciales de la vida. Realmente, ha causado mucho daño, pero creo que, a muchos probablemente les haya cambiado la vida a mejor y no a peor, aunque en la vida del Señor hay de todo.
ResponderExcluirTu reflexión es muy buena y la apoyo al cien por cien.
Un abrazo y buena semana amiga Taís.
Querida Taís
ResponderExcluirEstamos diante de um minúsculo mas terrível virus. Humilldade, essa é a primeira lição, desse momento, que aprendi.
A verdade é que posso viver com menos.
Não posso mudar o mundo.
Estou aprendendo a viver e deixar viver o que tem me ajudado muito.
Por fim sou grata pela minha vida, minha família e amigos queridos.
Excelente a sua crônica.
Tenha uma abençoada semana.
Muitos beijinhos
Verena.
Boa noite, minha querida Taís!
ResponderExcluirO mundo está envolto numa negridão!
Mas, enquanto existirem humildes corações, a esperança perdura no tempo!
Um beijinho!
Megy Maia🌺🌻🌺
Taís:
ResponderExcluirdeberíamos hacernos esas preguntas con mayor frecuencia:
¿qué importancia tiene esa persona o esa cosa en mi vida?
Nos quedamos sorprendidos a ver que muchas de esas personas y cosas no nos apartan nada bueno.
Me gustan tus comentarios.
Abraços.
Pois é, Taís, o mundo atravessa um período desesperador, já que a pandemia está quase fazendo o seu segundo aniversário, mas, em que pese tantas vidas perdidas e tanto sofrimento de pessoas que ficaram com sequelas ou perderam seus entes queridos, sobra ainda força para reagir com coragem diante do covid 19.
ResponderExcluirOuvi, certa vez, de um velho psicanalista: "aprendi com Freud que diante do desespero, que parece não haver mais solução, é que o homem reage qual uma fera a ponto de vencer os maiores obstáculos".
Parabéns, Taís, minha cronista favorita, pelo excelente trabalho.
Beijinho daqui do escritório.
Infelizmente vivemos num mundo em que o covid veio retirar o pouco brilho que havia.
ResponderExcluirUm abraço e continuação de uma boa semana.
Andarilhar
Dedais de Francisco e Idalisa
Livros-Autografados
Este texto está uma perfeição, Taís, maravilhoso, meus aplausos!!
ResponderExcluirTemos que criar nossos mecanismos de defesa, ainda mais nestes tempos virtuais onde pessoas se camuflam e tentam tirar a paz e/ou vantagem com suas lábias.
Para muitos, plantar veneno é mais fácil do que plantar remédio.
Adorei, abração, amiga!
Bom dia Taís,
ResponderExcluirUm Cronica repleta de palavras sábias!
Cada vez mais temos que encontrar nossos filtros para podermos ter nossa paz interior, senão como o mundo anda e certas pessoas são, difícil se torna viver.
Os meus aplausos por esta magnífica partilha!
Beijinhos e bom fim de semana.
Ailime
Como bien nos comentas creo que no cambiaran demasiado las cosas después de esta pandemia y en especial esas personas de las que nos hablas.
ResponderExcluirDecirte que yo sin tener un pánico especial si tuve y sigo teniendo mis precauciones.
Saludos.
Ha sido muy interesante la lectura del tema propuesto. Es cierto todo lo que dice: no podemos cambiar a los demás y diría que, incluso, a nosotros mismos cuando lo intentamos seriamente. A mi hay algo que me ayuda pero tengo que confesar que no siempre lo he aplicado: "TRATA A LOS DEMÁS COMO TÚ QUIERES QUE TE TRATEN", algo tan fácil de entender como difícil de aplicar.
ResponderExcluirSaludos muy afectuosos y cordiales con mi gratitud por su presencia en mis blogs.
Buenísima tu reflexión con la que estoy muy de acuerdo.
ResponderExcluirTe felicito por tan excelente descripción.
Un beso.
Olá, Tais!
ResponderExcluirEsta pandemia, com tudo de negativo que com ela nos trouxe, teve no entanto o condão, de nos fazer refletir nas nossas prioridades. E esta crónica reflete exactamente isso.
Votos de um excelente fim de semana, amiga Tais.
Beijinhos!
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
Awesome blog
ResponderExcluirEsta pandemia, tem-nos feito reflectir em muitos aspectos da nossa vida, e a focarmo-nos no que sentimos ser deveras essencial... paz e saúde... dois bens que se tornaram mais preciosos, na actual conjuntura!
ResponderExcluirAdorei o seu texto, Tais! Finalmente conseguindo passar aqui de novo... tenho tido uma porção de situações para resolver, e tenho andado a aproveitar a janela de oportunidade que as vacinas nos proporcionam, para saídas, que implicam contactos... pois tenho uma situação de obras do condomínio da casa da Ericeira para resolver... ou melhor... têm de me reparar os danos causados no Verão de 2019... desde essa altura as reuniões de condomínio não mais se fizeram por causa pandemia... mas o prazo de garantia do empreiteiro, esgota-se este ano... de dois anos, para reclamar de algo... mas como também as obras do exterior deram problema... vai ter mesmo que começar a arranjar alguma coisa, a meu pedido, e também de outros condóminos, que reclamam ter pago uma obra, que já apresenta problema ao fim de tão pouco tempo.
Cuidem-se bem, Tais! Infelizmente as notícias sobre eficácia de vacinas, não são animadoras... estudos feitos por cá, começam a comprovar o que estávamos a desconfiar, perante o ressurgimento de tantos novos casos, e de novo, de maior número de vitimas entre os mais vulneráveis... as vacinas, só têm eficácia máxima nos primeiros 3 meses... quaisquer que sejam elas... perante a variante Delta, que é a predominante no mundo, no momento... e por cá também. Depois de 3 meses, a protecção cai a pique... impedem quadros muito graves da doença, mas não contágios. Por isso, tantas marcas andam já falando na necessidade de outra dose...
Saúde, para todos, com tudo a correr pelo melhor! Infelizmente, ainda não dá para baixar a guarda desta malfadada virose, tão cedo!
Ana
Olá, Tais!
ResponderExcluirPassando por aqui, para desejar uma feliz semana com muita saúde.
Beijinhos de carinho e amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
Boa noite Tais
ResponderExcluirBelas colocação, me sinto exatamente assim, todos os dias tem um lixeira me esperando para jogar fora tudo que não vale a pena permanecer no meu coração, antes ainda ficaria alguns dias me lembramos, agora é lixo. Só permanece ao meu convívio pessoas quê nos tragam algo de bom, vivo jogando no lixo até pessoas que só me trazia problemas rsrs. Ou agia assim ou terminaria com colapso nervoso. A pandemia em si já é por demais estressante. Temos quê tornar a vida mais leve. Parabéns atrasado ao Pedro. Grande abraço aos dois.
Boa noite, Taís
ResponderExcluirÉ isso. Aprendemos por dois métodos: pelo amor e pela dor. E com a pandemia, estamos aprendendo pela dor. Sem dúvida, com esse vírus maldito e dolorido, já sabemos muito bem o valor e quais as coisas essenciais das nossas vidas e já temos condições de separar o joio do trigo. Parabéns pela crônica.
Bjs
Marli
Que lindo carvalho torto
ResponderExcluirE que crônica tão reta
Com a melodia seleta,
Levando à alma conforto
E paz, do vivo, não morto
Que é eterno, o seu descanso.
Aqui, eu nunca me canso
De buscar sempre o meu norte.
Parabéns, querida Tais, por tão maravilhosa postagem. Abraço.
Sabe Tais,
ResponderExcluirEu venho aqui e leio
assim que você publica.
Nem sempre comento imediatamente
porque preciso absorver
para só depois de ler mais
vezes então comentar.
Os Blogs são de suma importância
para seres como Eu que
não tem muito com quem conversar
fora das pessoas do meu dia
a dia. Convivo muito
mais com Vcs amigos de Blogs.
Tenho me calado diante da realidade absurda. Mas quando
venho aos Blogs Eu me ouço
e me vejo.
Bjins de gratidão
CatiahoAlc.
Olá, Tais!
ResponderExcluirAssim é minha amiga. Vamos aprendendo a viver, e conviver com esta pandemia, esperando melhores dias chegar.
Bom resto de semana, com muita saúde!
Beijinhos!
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
Pois é, Tais! Esse vírus nos causou um grande prejuízo emocional. Nos causou um quase eterno e mal momento, ao qual, não estávamos ou, não estamos acostumados. Mas, as pessoas más, sempre estiveram por perto e, às vezes, nem reparamos. O perdão! Jesus disse a Pedro, quando esse o indagou a respeito do perdão: "Eu digo a você: Não até sete, mas até setenta vezes sete. Ai, cabe a cada um ter sabedoria ao medir....Belíssima postagem como sempre. Grande beijo.
ResponderExcluirUma pandemia que ainda nos assusta e faz pensar nos valores da vida, que até então a gente não tinha se tocado. Tempo de despojar de fardos, que nos ensinaram a carregar para ser bonitinho, assim como o dizer sim quando seria não. Tempo de repensar o que pesa e vale e o que vale quanto pesa.
ResponderExcluirMuito boa parada para prosseguir Taís, tento ver um novo mundo, um novo homem pós pandemia, mas como bem colocar, tudo ficará como dantes mesmo.
Um abração e parabéns por abordar temas com bela lucidez e clareza.
Beijo amiga.
Boa tarde Tais!
ResponderExcluirTexto maravilhoso composto de reflexões extraídas de momentos cruciais,onde passáramos a sentir saudades da rotina,do cotidiano,da simplicidade dos fatos normais,das pessoas simples e verídicas,quando estamos vivenciando uma penumbra onde a verdade tenta clarear as coisas e no entanto a mentira nesta se mantém liquefeita.Saudades! Abraço!
Querida amiga, obrigada pela visita, faz contato comigo!!!
ExcluirPreciso falar com você!
Beijinhos, saudades!
Querida amiga Taís
ResponderExcluirEste é daqueles textos que não podemos deixar de ler. É uma reflexão que nos toca e tomara que todos tivéssemos a coragem de a fazer e de verbalizá-la. O tempo que atravessamos com este mal que nos persegue deveria ser, realmente, uma oportunidade de introspecção, de procurarmos dentro de nós o caminho para o nosso melhoramento espiritual e de solidário.
Mas é como diz, não há mostras disso acontecer porque o mundo continua na mesma, o mesmo velho mundo, sem vestígios de renovação e antes pelo contrário com tendência a evidenciar o seu lado mais obscuro.
O perdão, por vezes, beneficia mais o seu emissor porque é uma carga que tira de cima dos seus ombros e das suas emoções. É quase como que um acto egoísta, :) diria. Entretanto, cá vamos nós vivendo os nossos dias o melhor que podemos.
E que a Paz desça sobre nós.
Belíssima a música.
Beijinhos
Olinda
Assim vamos aprendendo para podermos enfrentar o que nos chega de uma forma mais centrada. Ter mais leveza é o que hoje mais desejo nos tilhos de meu caminhar
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