8 de novembro de 2014

CONFRONTOS E AGRESSÕES



- Tais luso de Carvalho

Já se sabe que muitas pessoas discutem para se impôr, e não para esclarecer os problemas. Já estamos no mês de novembro, as eleições no Brasil já acabaram, mas que ranço deixaram... Estou meio cansada, parece que voltei de uma batalha, e toda escalpelada. Só de assistir.

Assisti a todos os debates, com inúmeras mentiras e agressões, e vejo que ainda estou em processo de recuperação do trauma. E quando abro o jornal, avisto as mesmas coisas de sempre, a guerra continua na forma impressa. As emoções afloram, e de certa maneira ocupam muito de nossa energia e do nosso espaço. Me pergunto se compensa tantas atualizações, para que eu fique por dentro de certos absurdos. Virar uma alienada mor deve ter lá seus encantos. Ah, tem.

Esses confrontos e agressões existem na política, em todos os setores da sociedade, e também onde não deveria existir: nas famílias. É de levar a sério o que disse a fulana sobre o sicrano? O sicrano sobre o beltrano?

Certas pendengas não acabam, fazem parte da vida, mas ocupam espaços preciosos onde deveria morar, apenas, a nossa paz.

Confrontos desgastam; nos tiram a alegria de viver enquanto estiverem presentes. Parece que temos a necessidade de catar algo podre para podermos opinar  quando, na verdade, o mundo não precisa de nossa manifestação ou de alguma língua ferina no front.

Quem precisa disso são os tabloides com tendências sensacionalistas. Encrenca vende. E verdades bombásticas e inesperadas também vendem, sei disso. Recentemente fui atrás de uma revista… Começa com V e termina com A. É essa aí que você pensou. 

Na verdade, vejo que pessoas mais reservadas, vivem com mais paz. As mais opiniáticas, aquelas que precisam deixar seu parecer registrado, pagam a taxa mais elevada. É questão de escolha. E numa discussão nada se ganha; só se perde amigos e ganha-se inimigos. Egos inflados são difíceis de se ajeitarem.

Todos aqueles que entram em confronto, entram para vencer. Ninguém se contentará em ser superado. Todo confronto,  principalmente em eleições, o grande objetivo é a desconstrução do adversário – assim ensinam os marqueteiros. Foram tão eficientes nas  eleições de 2014 que não ficou pedra sobre pedra. E a vida nas sociedades também não se difere.

Cabe agora dar um tempo nessa desconstrução. Pelo menos até passar a solidariedade natalina. Assim, a gente tem uma folguinha. Depois, tudo volta a mil, como o diabo gosta.
Cruzes… fui.


37 comentários:

  1. Gostei demais do que disse aqui. concordo com você - há pessoas e até esquemas montados que dependem ou se sentem ativos apenas quando estão disputando, ou opinando com crítica ( mesmo que neguem isto), ou desejando virar a mesa porque pensam que só eles sabem como colocar as coisas devidamente em seus lugares. Às vezes chega a cansar e a gente vê que parece que nada vai de fato, satisfazê-los. Não que eu seja contra reclamar sobre o que pode ser mudado para melhor, mas não acredito que para mudar para melhor é preciso seguir cegamente e obedecer apenas a uma pessoa, que geralmente acha que tem razão em tudo!! Ocorre que, se você convive com elas percebe que elas também são preconceituosas e deixarão de lado uma parte, aquela que "estas pessoas" acham que merecem ser descriminadas. É triste, mas é assim mesmo a vida aqui neste mundo e sendo nós humanos com nossas falhas e necessidade de aprendizado. Abração,

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    1. Oi, Vera, não sou contra a troca de idéias e mesmo opiniões diferentes. O que não tolero mais e esgotei a paciência são as afirmações únicas, argumentos contundentes. Na medida em que vamos pegando 'anos' deixamos para trás muitas coisas que antes eram importantes, até fácil de engolir. E quando vejo a coisa difícil, mudo eu.
      Obrigada, Vera, um grande abraço.

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  2. Que período difícil vivemos, hein, Taís? E o que mais virá pela frente? Muitas incógnitas e interjeições haveremos de utilizar em nossos textos. Não vejo luz no fim do túnel que acene paz para elencarmos prioridades como brasileiros que escolhem o Brasil para viver com dignidade. Esse clima de disputa de poder, de saber ganhar ou perder sendo humilde e solidário deve ter ficado em gavetas que já foram desativadas. O PODER ou a FALTA do mesmo revela o homem / a mulher em cada um/a de nós. Desejo que o clima seja ameno, evidentemente... mas tenho minhas dúvidas...
    Abraço.

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    1. Oi, Célia, bota difícil nisso. Não gosto de mostrar muito pessimismo, mas tenho de ser verdadeira. Não tenho de mostrar uma qualidade que talvez me falte, um otimismo e uma crença na raça humana quando estou vendo o barco afundar. Nossos valores mudaram como mudaram as instituições e o núcleo familiar não é mais o mesmo. Há um enfrentamento descarado. Célia, eu não vejo luz porque não consigo nem ver o túnel! Vejo as coisas um pouco turvas, talvez seja minha miopia.

      Abraços, amiga!

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  3. Taís, essas discussões sobre política em nada nos acrescentam. Eles, mais dia, menos dia, estarão um pedindo penico para o outro.Veremos isso, certamente! Assim, deixa que se matem, se explodam, de preferência. mas eu tô fora e de saco cheio, estourando de ver esses temas em discussão! nem aqui em casa quero mais ouvir falar disso! DEU! tens razão! Chega.precisamos uma pausa! Depois, que se matem e não nos convidem pra "enterros",rs bjs,chica

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    1. rs, bem isso, Chica! Aqui em casa trocamos de canal. Chega, deu dessa politicagem. Não sei como esses caras são reeleitos. Não consigo entender.
      Beijão, Chica

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  4. Tais: são coisas da vida eu já não ligo aos políticos nem a Politica para mim não passam de um bando de lixo tóxico, amei ler o teu texto bem explicativo do que são umas eleições. Bom fim de semana.
    Beijos
    Santa Cruz

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    1. Olá, Santa Cruz, milhões de pessoas não ligam mais, amigo, há um desencantamento se alastrando. Ainda bem. O saudável e bom pra nós é manter nossa cabeça em outra direção.
      Beijos além-mar!

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  5. Boa noite de sábado amiga Taís, pois é, agora vai continuar, sem parar, a "situação", será esmagada pela "oposição", sempre penso, nem digo, que o homem nasceu para guerrear, não entro nessa de jeito nenhum, nem dei minhas opiniões, fiquei na minha, cumprindo a minha parte que é continuar a cuidar para a minha vida não degringolar.
    Amei ler seu texto, pois é assim mesmo minha amiga, todos querem ter razão, em nome da razão, muitos brigam e até amigos viram inimigos!
    Abraços apertados!

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    1. Pois é, querida Ivone, agora vamos ter 'oposição', rs.
      Quanto a cuidarmos de nossa vida, também estou nessa. Não quero saber de discussões para provar nada! Como a paz é necessária... Nada se compara.
      Beijo grande, amiga. Meu carinho.

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  6. Você falou em se alienar... Posi é a anso não assisto televisão. Se autalizar, se informar de que? "´É tanta babaquice, tanta carerisse, essa eterma falta do que falar".

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    1. Fábio, vejo mais é programas de entrevistas, arte, literatura, documentários e alguns programas de entretenimento que dá para ver. Noticiosos não mais, é só crime e política. Raramente me proponho. Você está certíssimo. Obrigada, amigo!
      bjus.

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  7. Tais, por vezes, penso que ficar em cima do muro não é tão desconfortável (rss). Algumas pessoas não sabem ouvir opinião diferente da sua e optar pelo silêncio, para evitar uma contenda, pode ser ato de sabedoria. Não gosto de brigas e confusões. Até aquelas que acontecem distante de mim me incomodam, como ocorreu e ainda estamos presenciando, no tocante às eleições. Já esgotei minha cota de tolerância e tenho evitado ler o que andam escrevendo sobre esse ou aquele político, esse ou aquele partido, salvo se se tratar de informação séria sobre a qual deva ter ciência. Podemos caminhar em direção oposta aos demais, mas sem pegá-los, com força, pelo braço, para que nos sigam. Somos todos brasileiros e desejamos viver em paz, respeitando e sendo respeitados, da mesma forma que se comportam os estrangeiros que optaram por residir aqui, sem abraçar as tristes desavenças que envolvem os povos aos quais pertencem, lá fora. Bjs.

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    1. rss, será que estou ficando sábia, Marilene? Me vejo no teu comentário, detesto confusões até de longe. É verdade, os estrangeiros não se metem, vivem mais em paz. Estão longe do rebuliço.
      Beijão, querida.

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    2. Tais, queria lhe dizer que amei o vídeo que indicou. Visão e força! Quanta determinação! Inspirador. Bjs.

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  8. Concordar, ou não, talvez não seja importante. Formar o "consumidor" de informação é a base para se deixar de alienar as mentes e os corações.
    É preciosa a tua afirmação "[...]vejo que pessoas mais reservadas, vivem com mais paz. [...]".
    Se se partir desta fórmula, veremos que as tentativas de "vender" ideias, papel e imagem, serão relegadas para o plano das alcovas.
    Bom Tema, Tais.


    Beijos


    SOL

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    1. É que eu já estive do outro lado, como todos os que se engajaram por um país melhor.E no plano particular, é melhor cair fora antes do circo pegar fogo. Nada vale a nossa paz. Obrigada pela presença, Sol.
      Beijos.

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  9. Pois é.....a ressaca vai certamente para além
    dessa data......; isso se não se agravar....
    Agora é procurar ficar de fora, para o sistema
    nervoso não nos deitar abaixo.
    Boa semana
    Abraço

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    1. Certamente, os anos nos ensinam, nada melhor, né Andrade?
      Sou adepta do 'deixe assim pra ver como fica...' To fora.
      Grande abraço, amigo.

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  10. Eu diria o mesmo e aproveitando as suas palavras, digo: não gosto destas fases festivas, onde tudo se promete e depois deixam apodrecer.
    Em paz no mínimo quarenta dias.
    Bj

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    1. rs, concordo; festas são momentos, depois a vida é outra. A realidade não é muito festiva.
      bjus, Manuel, obrigada pela sua presença.

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  11. Um texto excelente, onde tudo foi dito sobre aquilo que incomoda às pessoas cansadas de tantas contendas. Ainda bem que temos aí pela frente o período natalino, onde a solidariedade se faz mais presente nas relações. Exploração no comércio? Ah, isto é outra história... (risos)
    Que tua semana seja iluminada de sorrisos e teu olhar inundado de estrelas,
    Helena

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    1. Olá, Helena, que contraste entre eleições e Natal, não? Sim, exploração do comércio, solidariedade... mas da maneira que chegam, vão... Infelizmente percebe-se.
      Sempre ótima sua presença aqui, Helena,
      beijo e meu carinho, amiga.

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  12. Taisamiga

    Não gosto de Natais e Anos Novos que são (mais) uma mentira que nos prega o calendário. Estrelas e presépios, Pais Natais e centros comerciais são tretas. É o consumismo a mandar (sempre) na gente. Mas, realmente, as contendas, sobretudo as violentas não deviam existir - mas infelizmente existem...

    Qjs

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    1. Amigo Henrique, sabe... andamos muito enfadados dessas festas, também. Você, nós aqui em casa. e um mundão de gente que conheço. Tudo isso porque a exploração comercial está demais e os sentimentos estão de menos. Vemos uma absurda exploração dos sentimentos em prol do consumismo, do lucro. E ninguém gosta de ser explorado. Você levantou um assunto que talvez eu venha a escrever.
      Bjs e Qjs além-mar!

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  13. Olá Tais,

    O diálogo transformou-se em apenas uma palavra 'simpática'. Não digo em confrontos políticos de palanques, onde ele naturalmente não encontraria espaço, já que alguém tem que vencer e, nesse caso, é batalha. Contudo, pelo menos nos demais casos ele deveria prevalecer, pois é o único meio coerente de se trazer paz e entendimento (família, relações humanas,etc, etc.). Finda as eleições, seria o momento do prevalecimento do diálogo, se é que se deseja um país melhor e, para isso, impõe-se a união de forças. Será? O ego permitirá? Viu-se que nas redes sociais que até os amigos se digladiavam, esquecendo-se do respeito à liberdade de cada um e deixando morrer amizades sem qualquer lógica de bom senso. E no futebol? Uma lástima as guerras entre torcidas, das quais resultam feridos e até mortos. Quando é que evoluiremos para a paz e a fraternidade? Quando é que aprenderemos a respeitar as opiniões do nosso próximo, embora se batam com os nossos princípios?
    Você lembrou bem. Quem sabe as festas natalinas interrompam os fios da discórdia e tragam a paz pelo seu período, já que, ao que parece, o espírito natalino de paz, amor e fraternidade morre logo depois das respectivas celebrações, infelizmente.

    Excelente crônica.

    Beijo.

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    1. Pois é, Verinha, o diálogo quase sempre descamba para a baixaria, descaso, intrigas... E falam tanto em dialogar. Estou chegando à conclusão que diálogo serve para distanciar. Quase sempre dá nisso. Você disse bem, a fraternidade termina quando terminam as festas. Acho que o 'Smartfone' veio pra ficar... rss.
      Beijo grande!

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  14. Olá, Tais!
    A coisa tá mesmo meio retorcida. As mentes mais opinativas sempre saem perdendo, e estão preferindo o silêncio. É o paradoxo do paradoxo instalado, onde a maioria que não é de fato maioria, é que toma as decisões mais importantes.
    Abraço!

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    1. Oi, Tito, a coisa tá muito maluca mesmo; quando pensamos estar fazendo o certo, a 'coisa' diz que devemos fazer o contrário. Na verdade o que já estamos cansados é de brigas, mesmo quando ligamos a televisão para um pouco de lazer. É só confrontos, mesmo nos programas de entretenimento.
      Grande abraço, amigo!

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  15. Olá minha querida amiga Tais, muito bom este post para desopilar a overdose que fomos submetidos rs...eu assiti a todos os dias de propaganda eleitoral (acho que eu me odeio rs), e os debates, e foi isso que disseste.Lamentável. As discussões se alastraram como rastilho de pólvora nas redes sociais,muita briga fiquei sabendo...as pessoas não sabem emitir uma opinião e respeitar quem ouve e vice versa,pois,às vezes quem ouve não processa a coisa e sai atacando, uma espécie de defesa. A natureza humana, quanto mais eu conheço...mas enquanto discutimos sem levar a lugar nenhum,a não ser indisposição e inimizades, os grandes, as autoridades,os eleitos,continuam a fazer ou melhor, não fazer o que deveriam em prol de todos. Hoje vi uma matéria jornalistica sobre a situação caótica de Brasília, a capital federal,que não tem prefeito e sim governador, o atual perdeu a reeleição e agora mostrou a outra face (horrível) da situação economica e política daque lacidade, só um exemplo. Tudo que precisamos, que preciso é paz, mas tá cada vez mais difícil. Querida Tais,sempre clara e objetiva e leve no teus textos, mesmo sendo este tipo de assunto. Política, um mal necessário.
    Quanyto aalienação, eu já desejei ser um não informado,morar num mato distante da civilização, mas a esta altura do campeonato é melhor ficar-mos atentos,porque passamos por uma fase bem delicada, está vindo à tona a verdadeira face das pessoas, existem os que defendem o militarismo (tou fora), extrema direita, extrema esquerda e por aí vai, mas o fato é que não se esconde, o jogo é as claras,pelo menos conhecemos quem é quem. Gosto de conversar aqui, teus textos me são estimulantes, obrigado.
    ps.Carinho respeito e abraço.
    ps2.Continuo a assistir o Master Chef, o Estefano saiu, torcia por ele, deu uma peninha,porque os jurados são delciosamente cruéis rs.

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    1. Oiiii, Jair, pois é, falo em ficar alienada, mas não conseguiria, eu sei. É de boca pra fora essa vontade. Você já pensou em morar no mato? Eu já pensei em morar num Mosteiro, no Tibet! rss Aqueles que recebemos por e-mail, fotos magníficas e longe da civilização. Tenho muita aversão por brigas e bate-bocas. Também sei das brigas nas redes sociais, mas não faço parte de nenhuma. O blog está de tamanho suficiente, e como você, eu desopilo numa conversa que começa com um texto, apenas, e se estende com os amigos.
      Pois é, o Estefano... como chorou, mas depois fiquei feliz, vai trabalhar com o 'master'. Ele vai ser muito bom, tem garra, vontade de fazer o certo. Partiu meu coração. Só não gostei daquela matança. Fiquei indignada.
      Grande abraço, meu amigo.

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  16. Taís! Desculpe a demora em comentar, tive que ler e reler para que pudesse te oferecer um comentário decente e coerente.
    Olha, sobre a política, eu acho que nunca fiquei tão por dentro dela do que nessa última eleição para presidente e nem foi através da mídia e agressão nos debates, foi em discussões totalmente desnecessárias e racistas entre amigos e familiares que, totalmente contra o discurso de ódio aos nordestinos, acabaram desfazendo amizades. Se bem que acho gente assim totalmente dispensável para amizades, mas enfim... Brigar por causa de política, quando daqui um tempo os dois candidatos estarão apertando as mãos, com direito a abraço ou tapinha nas costas, fazendo alianças e os babacas ficam no prejuízo.
    Nas famílias, infelizmente, é o ambiente mais propício pra confrontos e agressões, mesmo que sejam as "sutis", como um veneninho destilado aqui e ali (e como presenciamos isso de algum "parente distante" nesta época do ano que está chegando aí!). Certa vez meu psiquiatra disse que, se as pessoas tratassem os familiares como tratam os estranhos, as doenças emocionais seriam prevenidas e até mesmo curadas com esta simples atitude.
    Essa solidariedade natalina é a coisa mais fake que existe, pois todos sabemos como são os batidores dela.
    Eu, admito, acho que tenho o ego inflado, porque sou tão explosiva e confrontadora e não, os remédios fortíssimos não tem mudado muita coisa. Porém, quando vejo que posso estar passando dos limites, o pior (ou melhor, não sei) a agressão eu lanço contra mim mesma, com a ajuda de um estilete.
    Beijos amiga e adorei tua crônica, como sempre!
    Cá estou na madrugada para variar (sim, aqui em MS ainda é madrugada, rs).
    Posso não comentar de cara, mas estou sempre por aqui e às vezes sinto uma vontade de comentar crônicas mais antigas, mas aí penso melhor e vejo que tu poderia acharinconveniente, daí decido só absorver mesmo.
    Eu não ligo, mas sei que tem gente que fica p**a quando alguém comenta em textos muito antigos. rs.
    Te desejo uma excelente e fantástica quinta-feira amiga tão querida para mim. :)

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    1. MI, querida, muito oportuno tudo que você diz no comentário, mais que 'decente e coerente'. Olha, eu também discutia sobre política, achava, na época, que precisava me engajar no caminho democrático. E morria pelo meu ponto de vista. Mas de uns anos pra cá, nem que a vaca tussa eu discuto sobre essa coisa que peguei raiva, infelizmente. E não discuto nem dou opinião sobre religião, pois as pessoas devem procurar o que lhes faz bem, e não o que os outros acham. E fora isso, existem outras coisinhas que estou caindo fora. Eu não quero convencer ninguém de nada. O importante é mantermos nossa paz para conseguirmos viver num certo equilíbrio. Nada vale a pena; nada que altere nossa vida e que nos tire dos trilhos. Acho que as 'lambadas' que levamos pela vida afora só servem para uma coisa: fugir das encrencas.
      Solidariedade natalina... (risos) tá bom. É outra coisa que estou revendo...
      Olha, de maneira alguma ficaria chateada com comentários nas postagens antigas. Bem ao contrário, fique à vontade. Vou gostar.
      MI, sabe por que tenho blog? Por que é aqui que dou minha opinião. E não debato.
      Grande beijo, querida, cuide-se bem.

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  17. É uma pena que para se construir um país seja necessário estes embatees, onde a preocupação é mostrar as falhas do adversário, quando seria mais honroso falar como desenvolver o Brasil e se colocar a disposição do ourtro, com qualquer resultado para um diálogo amistoso e fraterno.
    Um abraço,
    Élys.

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    1. Esse seria o ponto do equilíbrio perfeito, né Élys?
      Um abraço, amigo, obrigada.

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  18. Ainda bem, Taís, que estamos no tempo da "solidariedade natalina" para compensar...Até parece!!!
    Parabéns menina, mais uma ótima crônica.
    Beijos!

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    1. É Shirley, dá tempo para respirarmos. Encher os pulmões para aguentar o que vem em 2015. É... a solidariedade natalina e a alegria fora do esquadro do Ano Novo! Dia 2 voltamos ao normal.
      Beijo grande!

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