25 de fevereiro de 2017

LIBERDADE !

     
                 - Tais Luso de Carvalho
Hoje vemos de tudo um pouco no quesito Moda, mas ninguém se incomoda. Então viva essa Liberdade! E que venham os jeans esquartejados e as blusinhas infantilizadas nas mulheres maduras; que venham os saltos altos com a descontraída calça Legging; que venham as mulheres saradas e musculosas! Que venham todas as manifestações de liberdade nas peles tatuadas das jovens bonitas. Mas, eu fora.
Que venham as diversidades da moda  que chegaram para aparecer mais do que as criaturas! Ando, caminho, procuro... Mas a moda atual não se importa com harmonia - mostrar a Grife,  interessa.
Virou moda, mostrar ao mundo, através das redes sociais, o que vestimos, o que comemos, o que bebemos, porque Grife é poder, é luxo. E ter poder é um status cobiçado desde a Idade das Cavernas.
Recebemos, através das mídias, um bombardeio de dicas: o que comer e o que beber. Para onde viajar, os mil lugares que ainda temos de visitar antes de morrer.
Somos vigiados e induzidos, pela nossa consciência, a comer muitos legumes e fibras numa refeição. Vejo pessoas com pratos enormes, com todas as saladas existentes nos bufês, uma montanha de legumes de todas as cores. Quanto mais colorido for nosso prato, mais saúde! Mas mostrar um prato com tanta comida é desolador. Me assusta.
Não faz muito que me empanturrei de saúde, e minha natureza me deu o troco. E aprendi a ter mais cuidado com as minhas escolhas. Com as misturas. Com o exagero que me oferecem.
Também é bom fugir dos anúncios que prometem uma beleza perfeita. Essa é uma meta inatingível. Mas sempre haverá um campo vastíssimo para consumirmos as grandes inovações. Aderir a isso ou àquilo - a moda tem força. E cada um que escolha sua tribo. 
Porém, com esperança traço meu caminho, faço minha modinha e que ela seja eterna enquanto dureMas o que conta na verdade é como se comportam e para onde direciono meus neurônios na medida em que vou mudando de idade... Que a natureza seja camarada, que me dê coerência, que me dê liberdade, mas rogo pela minha lucidez.
Que assim seja.

         __________________________________

     


41 comentários:

  1. E assim como desejas, será! És bem lúcida em tuas opiniões ,muito coerente sempre! E isso é o melhor a fazer: não deixar que de cima ou de fora ditem modas, no nosso vestir, nos nosso comer, no nosso viajar e de repente,até no nosso....

    Lindo descanso no feriadão! bjs, chica

    ResponderExcluir
  2. Um texto que é uma verdadeira reflexão para a vida de qualidade que se deseja!
    Gostei!!! bj

    ResponderExcluir
  3. Coerência é fator preponderante... De que adianta seguirmos modismos que ferem nossa integridade moral e/ou física? Liberdade conquistada jamais deveremos abandoná-las em supérfluas invencionices...
    Abraço.

    ResponderExcluir
  4. Bom dia Taís.
    Li atentamente cada frase, cada repúdio à massificação.
    Voce no final belamente resumiu tudo numa palavra que por sinal fez parte da brincadeira semanal da Chica,depois confira.É a "dona coerência".
    Amiga esta senhora precisa sair pelas ruas, abandonar o seu conforto e orientar as pessoas, pois o que vimos e assistimos é uma verdadeira lástima e em nome de um tal direito de que eu posso tudo, que o corpo é meu e uso o que quero, tem feito do ser uma espécie de protótipo mal acabado ou não financiado para o produto final.
    Terrível a exposição e a entrega às ditaduras de modas e corpo e da boa saúde.
    Perfeita sua cronica com sua lucidez sempre elogiável.
    Que a semana nos seja mais camarada com os olhos,ouvidos e que a beleza da simplicidade possa nos atrair.
    Um abração com carinho.
    Bju no coração.

    ResponderExcluir
  5. Taís,eu também estou fora dessa moda,uso o que acho apropriado para mim e que me faça feliz.
    Adorei.
    Bjs,obrigada pela visita e um lindo carnaval.
    Carmen Lúcia.

    ResponderExcluir
  6. Amiga Táis, costumo dizer brincando que devo ser doutro planeta, pois estou fora de tudo que é moda :)
    Canalizo também as minhas energias, que cada vez são menores, no que me dá prazer, com o que me sinto bem e se estou desactualizada, o problema é meu ! :)

    Sempre lúcidas as suas reflexões minha amiga. Que assim seja! :)

    Beijinhos

    ResponderExcluir
  7. Tais, pode parecer que estou a rasgar seda ao teu trabalho, mas creia-me que a cada vez que leio teus textos, mais me entusiasmo com tua produção literária, quer em forma, da perfeição gramatical, mas principalmente, conteúdo. Nós temos almas parecidas, creio, pois tocas o dedo na ferida exatamente aonde eu penso em levar o meu. O que dizes de moda e modismo é, a mim, o exato.
    Uma hora pode comer ovo, depois não pode... Disse o prefeito Dória ante um petista usando um magnífico rolex à frente de um intelectual usando um relógio japonês: que bom se todos brasileiros pudessem usar Ralph Lauren... Veja que cena e palavreados onde o poder é a estamparia do usuário. Sou mais a ideia de que o diabo usa Prada ou Armani... E o status do carro? Aqui na minha cidade era demais, agora nem sei como anda, mas há dez anos atrás, um funcionário da empresa onde eu trabalhava comprou um BMW zero sem ter garagem e morando de aluguel. Seis meses depois a financeira tomou-lhe o bem. É a humanidade!... O importante não é ser, é ter... Parabéns, Tais! Abraços. Laerte.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Laerte! É verdade, os motivos são muitos e beirarmos o absurdo! Os carros, as casas de veraneio, as jóias, as viagens, os aviões, enfim, o mega exibicionismo dos emergentes! Não falei em mais absurdos dado ao tamanho dos textos que a Internet pede... nada muito longo. Mas essa maneira de agir e de ver a vida, é que nos leva ao estado em que nos encontramos, a começar pelos belos políticos que temos, que elegemos. É tudo um circo, Laerte. Acredito que aconteça fora do Brasil, também, mas não com essa magnitude daqui! Gostei da BMW sem garagem... é assim mesmo!
      Bjs, obrigada pelo elogio - coisa de amigo!! rss

      Excluir
  8. Boa tarde de domingo de carnaval, eu aqui bem no descanso, sem me sentir no dever de nada e aproveitando para ler tudo o que possa me dizer algo e aqui li, pois é mesmo assim, que pena que as pessoas se preocupam tanto com o que "ozotros" vão dizer.
    Sempre fui uma pessoa que não se enquadra em moda, pois moda passa e ao mesmo tempo gosto de me ver bem arrumada, com moderação tudo é permitido.
    Minha mãe era modista, ela criava modelos lindos e exclusivos para uma clientela rica, aí eu passei a admirar os ricos, sim, ricos ricos, que nasceram ricos não têm essa coisas de parecer aos outros o que não são, tudo é tão natural, pois somente os novos ricos, os atuais são tão esnobes, até os que nem ricos são, mas querem parecer são tão superficiais.
    Essa superficialidade é que cai nas armadilhas da mídia!
    Muito bom seu texto, reflexivo que faz algumas pessoas pensarem e repensarem os verdadeiros valores!
    Nem dietas faço, como pouco, mas somente o que gosto, mesmo porque na minha idade o tempo urge para que eu viva bem e cada vez melhor sem estresses!
    Abraços linda amiga, adoro escrever aqui, se deixar escrevo um livro,rsrs!

    ResponderExcluir
  9. Siempre hay una tentación en querer seguir la moda, pero también uno se da cuenta de lo que a uno le conviene y le va con su personalidad y esto te hace sentirte libre en saber elegir.
    Un abrazo.

    ResponderExcluir
  10. Que a coerência seja nossa fiel companheira pois os modismos nos bombardeiam com suas modelos lindíssimas que tentam burlar a nossa lucidez
    Beijos querida Taís

    ResponderExcluir
  11. Oi Tais,
    Quando jovem, casada, já comi muitos frutos do mar, suco de coco, não gosto de carne vermelha e muito leite e frutas. Não tenho vícios e acompanhava meu filho desde 2 meses na natação, quase morria de medo que ele se afogasse, então o lindo professor dizia: mãe, eu sou um profissional. Com 2 anos ele pulava do trampolim. Se o fizer agora com aquele tamanho e meio gordinho saem de baixo.
    Agora como o que "posso", não tenho mais idade para escolher o que comer.
    Beijos
    Lua Singular

    Mande seu endereço que enviarei dois livros que com certeza você irá adorar(não é de receitas).

    ResponderExcluir
  12. Oi querida Amiga, Taís Luso !
    Acima de tudo, um texto de "alerta geral",
    um farol com luz amarela, alertando para o
    ridículo, quem sabe, e para a moderação
    na gula.
    Um carinhoso abraço e uma ótima semana.
    Sinval.

    ResponderExcluir
  13. Taisinha, ouvi muitas vezes esta frase:"o que é moda não incomoda"; esta frase pode ser estar correta para os industriais, que fabricam artigos para uso pessoal e para os comerciantes, que se encarregarão de fixar na cabeça dos possíveis consumidores de que é brega quem não está "na moda". Daí acontece como tu dizes na tua crônica, com outras palavras, que uma mulher de 55 anos compra a mesma roupa que é comprada por uma jovem de 16 anos, Vê-se com isso que alguma coisa está incorreta no "mundo da moda". Nesse caso, ou seja, não se fazendo distinção das faixas etárias das consumidoras, melhor seria todas passem a usar o uniforme feminino, que foi imposto por Mao, na China. Tudo isso e muito mais está na tua bela crônica.
    Bejinho daqui do escritório.

    ResponderExcluir
  14. Foi um gosto ler este seu texto, Taís. Estou com você: "faço minha modinha e que ela seja eterna enquanto dure". Também não acredito na publicidade e a moda que sigo é aquela com que me sinto bem.
    Uma boa semana, minha Amiga.
    Um beijo.

    ResponderExcluir
  15. Acróstico

    Liberdade, dizem, é aquela calça de brim
    Inclusive calça rasgada e desbotada
    Bastante para quem a quer para este fim
    E de sua vida não espera mais nada
    Rolam outras versões de liberdade, sim
    De certo jeito ou de outro vai-se pela estrada
    Ainda que seja bastante bom ou ruim
    Deixe-se, vez ou outra, cometer besteirada
    Então verá que por certo é ótimo assim.

    ResponderExcluir
  16. Apetece-me gritar “Tais, que bem escreves, amiga”.
    Seja qual for o tema, as tuas crónicas são interessantes, pertinentes, engraçadas e, mais importante, fazem-nos pensar.
    Realmente, vivemos numa sociedade de consumismo desenfreado, onde a moda é efémera, a procura do corpo perfeito é patológica, a alimentação saudável é uma obsessão desmedida.
    Não sou seguidora de modas, faço as minhas escolhas, guio-me pelas minhas regras.
    No meu guarda-roupa há peças clássicas, básicas e confortáveis, com alguns anos
    Já tive preocupações com o corpo, mas nunca caí no exagero. Hoje, faço exercício regrado para me manter saudável. Ah, e ignoro a balança e a fita métrica com que media a cintura.
    Fujo de dietas maléficas e de pílulas com nomes estranhos. Ingiro alimentos saudáveis e variados, para evitar a acumulação de impurezas tóxicas no organismo. Sei que se abusar… acabo por sofrer.
    Eu sou eu. Este corpo é meu. Em liberdade faço as minhas escolhas.
    Carneirinhos só em pastos verdejantes.
    Beijo.

    ResponderExcluir
  17. Cara e sábia amiga Tais, realmente, para se viver neste mundo mercantilizado há que se ter os nerônios organizados a fim de não cair no canto das sereias.
    Um abração. Tenhas uma ótima semana.

    ResponderExcluir
  18. Creio que que devemos ter liberdade, mas sempre sem deixar o coração e a razão de lado pois, acredito devem andar sempre juntos.
    Um abraço. Élys

    ResponderExcluir
  19. Boa tarde Tais.
    Liberdade de escolhas, mas escolhas feita com sabedoria. Não sigo moda, me visto confortavelmente. Sapato alto ? Só em ocasiões especiais. Aderir a sandalias rasteiras rsrs. Quanto a alimentação as vezes como demais rsrs, mas do dia seguinte fecho a boca rsrs. E vamos que vamos buscando o que seja melhor individualmente. Uma otima semana. Abraços.

    ResponderExcluir
  20. Muito interessante este post.

    Arthur Claro
    http://www.arthur-claro.blogspot.com

    ResponderExcluir
  21. Me parece muy claro tu punto de vista, estimada Tais.En todo caso yo ya he llegado a mis 81 años, superando todas las tendencias alimenticias de diferentes épocas. ¡Y vaya que han cambiado! En mi infancia recuerdo a quienes incluso decían que la gordura era sinónimo de salud.

    Abrazo austral.

    ResponderExcluir
  22. Falando em rede sociais... D vez em quando eu posto foto que eu tou comendo mesmo em casa, rs. Enquanto tantos fotografam seu pratos elegantes no restaurante, poem o nome do estabelecimento, rua, endereço, mapa pra ir até lá e conferirem se estão mesmo. Nada demais, mas é tudo muito previsível, modismo, como bem pontuou. Beijos.

    ResponderExcluir
  23. É....a mulher está a perder a noção de beleza...
    Como eu gosto de contemplar uma mulher bonita...., sem ser preciso
    estragar a sua pele com coisas que mais tarde se arrepende.....
    Se não sente dentro, não vale a pena fingir por fora...
    Adeus mundo.........
    Beijo

    ResponderExcluir
  24. Olhando por esse lado, vejo que muita coisa me incomoda. Em meio a tantas tendências, modismos e imposições morais, o que sobra de verdadeiramente autêntico em nós.
    Abraços, querida.

    ResponderExcluir
  25. 👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻 Puxa!
    Amei Taís.
    Acho que se formos nós mesmos é meta.
    O bom é seguir o Quênia faz sentir bem
    No meu caso
    gosto do simples bem simples.

    Bjinho


    ResponderExcluir
  26. E viva a liberdade de escolha de prazeres e comportamentos. Claro que a coerência deve imperar não é? Não sou lá muito fã da exposição da figura, mas pra quem gosta e se realiza ... ficam os meus respeitos! Bjs

    ResponderExcluir
  27. apreciei muito ler a sua crónica. Tais
    muito lúcida - sempre

    beijo

    ResponderExcluir
  28. Como sempre, Tais, adorei a tua crónica! Claro que deve haver liberdade para se usar o que se quer, mas há que ter sensatez para não se cair no ridiculo. Imagina que há dias vi uma senhora usando um shortinho de ganga ( brim ) pelo meio da coxa , bom para ser usado na praia com sandálias havaianas; mas...estava no casino e calcava um sapato se salto alto e fino excelente para uma cerimónia e, como estava frio acompanhava um casaco preto tb elegante. Fiquei pasmada a olhar a figura! E quando essas mesmas senhoras vestem aquele pedacinho de saia apertadinha e à medida que vão dando os passos, puxam constantemente a saia com medo de mostar as calcinhas. ? Há ainda aquelas que usam a calça muito justinha com uma blusa curta e apertada, não se importando com as gordurinhas que forçosamente saiem naquele espaço entre a calça e a a blusa. Tais, vejo absurdos destes constantemente, apesar de vivermos em clima frio. Não sei onde têm a cabeça estas senhoras que poderiam ficar muito elegantes com outro tipo de roupa. As calças rasgadas são uma coisa tão feia e em qualquer idade as usam, combinando-as com aqueles sapatos horriveis, tipo plataforam, com uma sola que parece pneu de caminhão. Cada um usa o que quer, mas a moda está de arrepiar e o nosso problema surge quando precisamos de comprar roupa e calçado e não encontramos ao nosso gosto. Tenho sorte, porque aqui perto da minha casa há uma loja que não entra nessa moda " disparatada" e lá encontro a roupa simples que gosto de usar. Quanto a marcas ( griffe ), BWs, mercedes, etc, etc, casas de veraneio e outros luxos, por aqui acontece o mesmo que no Brasil; com a crise financeira que assolou a europa toda, o desemprego aumentou muito e as pessoas endividaram-se bastante, no entanto os carrões continuaram, as férias para o estrangeiro também; aqui a maioria das crianças já têm celular da última geração, tabletas, playstation e muitas vezes me pergunto, para quê tão cedo? Onde os pais vão buscar o dinheiro para tudo isso? Em alguns casos, de certeza que em casa já não há fruta nem outros bens essenciais, mas mostrar que, por problemas da vida, tiveram que cortar no supérfluo, isso, nem pensar!!! O ser humano é igual, Tais, só muda de endereço, por isso, se viesses cá ficavas pasmada com a frota automóvel do nosso povo e irias fazer a pergunta que muitas vezes faço a mim mesm: " mas onde anda a crise ". Eu sei onde ela anda, Tais, está naqueles que já tinham muito pouquinho e que com o desemprego ficaram sem nada. Sabes como é, muitas vezes as crises servem para encher os bolsos daqueles que já tinham demasiado e com a desgraça dos outros ficam ainda mais ricos e poderosos. Tais, estás a ver o que é um comentário longo". O meu é sempre! Bem...a culpa é tua que escreves sobre temas que dão belas discussões e eu lá vou.....sem parar...
    Agora páro, amiga! Beijinhos e tudo de bom!
    Emilia

    ResponderExcluir
  29. Boa tarde, Tais.
    Muito inteligente a sua crônica.
    Não devemos seguir a moda que nos é imposta, fazer isso ou aquilo, se de fato, não quisermos, isso implica em liberdade, ela nunca cai em desuso.
    Também procuro seguir o meu caminho, o que me deixa feliz e cada um siga o seu, contudo, você pontuou a coerência como fator primordial, concordo plenamente.
    Parabéns.
    Tenha um excelente ano de 2017.
    Muita paz, saúde e luz!
    Beijos na alma.

    ResponderExcluir
  30. Não nos podemos vestir como as nossas avós, viver socialmente ou comer como elas... é preciso evoluir e estar atento...
    Porém, em matéria de vestuário, as opções devem ser absolutamente nossas, respeitando a nossa personalidade, idade, físico, «satus» e bom senso...
    Não devemos tomar frequentemente um chocolate, acompanhado de guloseimas, como faziam as avós; nem substitui-los por batidos, vitaminas, 'smoothies' e no género, modinhas inventadas por quem não tem minimamente conhecimentos científicos... nascemos com dentes e não com máquinas... A digestão começa na boca sob a ação da ptialina, pelo que todos os alimentos devem ser muito bem mastigados e ensalivados.
    Tenho visto exageros de legumes numa única refeição, quando a alimentação saudável deve ser variada, mas de dia para dia.
    Já me alonguei na nutrição, tenho de abrir outro bloque...
    Uma crónica muito pertinente, porque é preciso falar disto, é preciso denunciar os exageros cometidos a todos os níveis e os que mais me incomodam são os restaurantes «gourmet» com aqueles pratos esmerados em aspeto e produtos caros e que não possuem valor nutritivo, especialmente porque os alimentos estão mal combinados. Voltei à mesma faixa... rrrsrsrsss.
    ~~~ Beijinhos, querida amiga ~~~

    ResponderExcluir
  31. Só em Liberdade o corpo inteiro
    Bj

    ResponderExcluir
  32. Liberdade para todos os povos! Ser o que somos é divino! abraços

    ResponderExcluir
  33. Es paradójico que todo el mundo quiera ser libro, y al mismo tiempo, aceptamos sin rechistar la esclavitud de la moda...
    Beijos.

    ResponderExcluir
  34. Quero te convidar para visitar o meu blog Café Feminices, estava parado e resolvi reativar. Tem um texto para leitura e debate lá - semana da mulher - se puder deixe sua opinião. Bjs

    http://cafefeminices.blogspot.com.br/2017/03/mulheres-que-reclamam.html

    ResponderExcluir
  35. Oi amiga que bom consegui um tempo precioso para visitar seu blog, já estava com saudades, e só para variar amei sua crônica.
    Pois é a moda é realmente poderosa, faz coisas que até Deus duvida, mas tudo depende do limite de cada um, não existe nada que feito em exagero resulte em coisa boa. Nem na alimentação, vestimenta ou atitudes. Concordo com você o importante é a temperança, o equilíbrio, a lucidez.
    Beijinhos, Léah

    ResponderExcluir
  36. Como já disse, passeando... Detesto tatuagem. Em mulher, então, mem pensar!
    Abraço carioca, moça bonita.

    ResponderExcluir
  37. LAS MODAS SIEMPRE PASAN, ES MEJOR EL CLASICISMO DE LA VIDA.
    ABRAZOS

    ResponderExcluir
  38. Pleno de conteúdo, bem escrito e com algum humor, este teu texto/reflexão é uma amostra (larga) da sociedade de consumo em que vivemos, adensando-se com o bombardeamento informativo, sobretudo o da internet onde se encontra o "remédio" para tudo. Assim, cada vez mais (já que para muitos adultos já não se vai a tempo) é urgente educar, desde cedo, para resistir a esta parafernália
    de montras em constante remodelação...
    Considero-me uma consumidora atenta e dotada de bom senso.
    Bjinho, Tais :)

    ResponderExcluir
  39. Eu tambem rogo pela minha lucidez.

    Amén

    Beijos

    ResponderExcluir
  40. Raramente vou em modas...
    Uso o que me faz sentir bem... independentemente de estar ou não na moda...
    E já há muito tempo que aprendi, que as coisas bem caras... se estragam da mesma forma que as mais baratas... e que passam igualmente de moda... da mesma maneira...
    Jeans esquartejados... voltaram a estar na moda... como já o tinham estado nos anos 80... as modas, sempre voltam ao passado... quando não se consegue inventar nada de novo, no presente...
    E hoje em dia... tem vestido... cujo nome mais adequado, seria... despido... pelo mal que ficam a quem os veste... imagina pessoa forte, vestida com trapinho bem curto e aderente?... Há muita gente sem a menor noção de elegância... quando há soluções, e roupas adequadas para todos os formatos de corpo...
    Não é a marca que traz elegância... é a atitude!... Carisma e atitude, é que são a verdadeira elegância... tudo o mais... são modinhas, que vão e vêm...
    Mais um texto de que gostei imenso de ler... e sobre modas... um tema sempre controverso e apaixonante!...
    E no fundo... as modas sempre restringem a liberdade de escolha... pois induzem todo o mundo a querer andar de igual... só porque é moda... tudo vestido com a mesma cor... formatos idênticos... como se fosse uniforme...
    Beijinhos, Tais! Continuação de uma boa semana!
    Ana

    ResponderExcluir


Muito obrigada pelo seu comentário
Abraços a todos
Taís