A GERAÇÃO PAPEL
- Taís Luso de Carvalho
Recentemente, após uma conversa com meu primo, resolvi escrever essa crônica. Ao me contar que ele estava a colocar ordem em seu escritório, para começar o 2026 - bem organizado, também falei a ele dos tantos papéis que tenho e estou revisando tudo: telefones que nem sei de quem são mais, nomes de lojas, de clínicas, exames médicos de anos, obsoletos e guardados ainda, e outras tantas anotações. Tantas ideias anotadas! Papéis em profusão. Tantos recortes... Até parece que sou chefe de Estado.
Contei ao primo do meu desagrado em não conseguir dar fim nisso. Tenho de ver um por um dos papéis antes de jogar fora. Terrível e cansativo. E foi aí que ele me disse uma coisa muito interessante e que resumiu tudo para que eu não carregue culpa por não ter conseguido ainda, dar um fim nessa papelada.
- Prima, nós somos da Geração Papel, é difícil, mesmo!
Está aí o meu problema! Por isso tanta dificuldade tenho em soltar meus papéis, com telefones, endereços, nomes de médicos e suas especialidades, e muitas coisas mais, como anotações, recortes e ideias das futuras crônicas que vão surgindo.
Sem dúvida que tenho uma Agenda da casa, com os principais nomes e endereços de maior importância. Mas… não me entendo. É só pedir ao Google que ele nos socorre em quase tudo.
Sou organizada, mas guardar papéis é o meu ponto fraco. Talvez, antes de surtar, jogue tudo fora sem olhar, conselho de Pedro, meu marido, que também não aguenta mais os meus papéis.
Enfrentarei essa, sem dúvida. Não sou de desistir.
Hoje, tudo está muito mais fácil para seguirmos a vida sem muita pressa e com mais leveza. Planejar, organizar, liderar muitas coisas, e com bastante eficiência. E sem nenhuma papelada, eu sei disso, na teoria, na prática é difícil.
Mas, assim será o meu começo de 2026!

Amiga Taís, boa tarde!
ResponderExcluirAdorei a sua sensatez, rs...
Na teoria, sabemos tudo... na prática é que são elas,
Com sucessivas mudanças, eu me desvencilho de muita coisa.
Em 2026, vou me livrar de muita coisa, ano novo, vida nova, papel zero. Se Deus quiser!
Estou resumida num baú só, ufa!
Vale a pena minimizar papeís e inutilidades.
Tenha uma nova semana abençoáda!
Beijinhos fraternos
Un ritratto ironico, e sincero, del peso della carta e dei ruoli accumulati, dove il desiderio di leggerezza diventa il vero proposito di un nuovo inizio.
ResponderExcluirBuon 2026
Todo ha cambiado con la electrónica y los archivos ocupan menos espacio que con el papel.
ResponderExcluirEs el tiempo de lo digital.
Una transición que habrá que asumir. Efectivamente, año nuevo, vida nueva.
Un beso.
Oi, Taís! Boa tarde! Primeiramente adorei seu cantinho, viu. O google consegue resolver essas questões numa boa, né? Sobre a papelada guardada, isso está totalmente ligado à nossa memória afetiva. Normalmente, guardamos aquilo que nos traz felicidade, que nos faz lembrar de momentos legais, sabe? Adorei a crônica! Parabéns por escrever algo tão bacana e nostálgico ao mesmo tempo. Que o seu Ano Novo seja de paz e muitas realizações. Abraço!
ResponderExcluirMinha querida amiga Taís,
ResponderExcluirSim, é verdade, apesar de toda a tecnologia e ferramentas digitais à nossa disposição, o ato de fazer anotações à mão e registrar informações de forma ativa e consciente continua sendo uma prática fundamental e insubstituível por vários motivos, um dos quais é o processamento cognitivo. O ato físico de escrever estimula diferentes partes do cérebro em comparação com simplesmente ouvir ou ler passivamente algo vindo de um "Smartphone". Anotar ajuda a melhorar a memória, a compreensão e a retenção de conteúdo. Escrever mantém nosso foco e atenção, pois, fazendo anotações mantemos os arquivos ativos e visíveis (e não escondidos em aplicativos de celular), que nunca estão disponíveis quando precisamos delas.
Sou um professor, que em apresentações e em minhas aulas, ainda gosto que meus alunos façam anotações. Filmar e gravar em minhas aulas é proibido, pois, fazer anotações exige um esforço consciente dos alunos, para resumir e sintetizar as informações mais importantes.
Ao fazer anotações, podemos ter certeza de que, se houver um "apagão", permaneceremos informados... E, por fim, se um dia (na velhice), quisermos nos aquecer, que nossos velhos alfarrábios acabem dentro da lareira fazendo fogo. 😂😂😂
Tenha uma ótima semana!
Beijos!!!
Olá, amiga Tais.
ResponderExcluirDe facto assim é. Somos da geração do papel. Eu também me incluo nela.
Todavia, nos tempos que correm, há muito boa gente que se não tiverem acesso às tecnologias entram em pânico. E não estou a falar do cidadão comum na sua casa ou vida privada. Mas sim dos serviços públicos. Se lhes faltar a internet, ficam parados sem saber o que fazer. Por isso, a geração papel, é um tônico precioso para os tempos que correm.
Gostei de ler esta sua interessante crónica.
Deixo os votos de uma boa semana, com tudo de bom.
Beijinhos, com carinho e amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
Envie meus sinceros agradecimentos ao teu primo, de preferência escrito num papelzinho! Ah como foi bom saber desse tal Geração Papel! Seguirei dando fim ou apenas mudando de lugar os meus muitos papeizinhos com anotações de frases que, deveriam ser alçadas ao patamar de uma crônica, mas infelizmente...
ResponderExcluirVocê sim, consegue essa proeza e ainda nos tira a culpa. Feliz ano Novo Taís!
Beijo
ana paula
Querida Taís,
ResponderExcluirtua crônica é deliciosa e cheia de identificação. A “Geração Papel” que você nomeia com tanta graça carrega mais do que anotações: carrega memórias, ideias, tentativas de não esquecer o mundo. Os papéis viram quase personagens afetivos, e o texto transforma algo cotidiano em reflexão leve e bem-humorada. Há ternura nesse apego e honestidade na dificuldade de desapegar. Uma crônica que sorri para o o leitor e o faz pensar: quantos papéis físicos ou emocionais ainda insistimos em guardar? Excelente leitura.
Beijo lindona
Fernandinha 😘
Si es dificil a veces organizar nuestros documentos. Te mando un beso.
ResponderExcluirAh ! Taís
ResponderExcluirSou toda essa crônica amiga, adoro papel e como se não fosse muito ,não posso esquecer alguma coisa que a filha diz: 'anota ,mãe' ... e respondo anoto filha , depois não sei onde anotei _são tantos papéis ,agendas ,cadernos, bloquinhos .
Sou igualzinho você ,não consigo jogar fora sem ler ,revisar e pensar vou deixar mais um pouco, posso precisar. Isso é muito esquisito mesmo , mas ainda não consegui me desvencilhar dos papéis. Quem sabe nesse 2026 eu recupero minha sanidade. rs Muito boa crônica, Tais_ bateu direitinho num dos meus dramas.
Abraços para você e Pedro.
Não se avexe, nem jogue tudo fora assim sem mais nem menos.
ResponderExcluirPura intuição! Acho que entre os seus papéis guardados há um samba, refinado. Por incrível que lhe pareça com arranjo e tudo mais que um samba pede. Não estou a afirmar que o samba é seu, mas sim que há um samba entre os seus papéis, de autor renomado. A surpresa será quando você se deparar com a partitura e o nome do autor. Não me pergunte como desatará este proveitoso nó, minha intuição não a este chegou a este pormenor. Amigo é pra essas coisas, já cantava o MPB4. Também não sei como o samba foi parar em seus guardados.
Sabe do que mais, se a minha intuição e o que sinto fossem o que penso e o que sinto eu não estaria escrevendo este comentário sem pé nem cabeça para que não você não maltrate o seu coração com coisa tão pequena. Deixe os papéis nas coisas findas, e pronto.
Vá cuidar do ano novo, pois daqui a pouco ele fica velho.
Um beijo, minha amiga!
Bom fim de noite Taís. Somos esta geração sim senhora. Ainda retenho muitos, ainda que usando os meios da informática. Para a poesia até em guardanapo de lanchonete/restaurante eu já anotei e depois ficava procurando o que aquele papel fazia na minha pochete. Os comprovantes e de pagamentos guardo por cinco anos e quando atingem esta maioridade, ainda tenho que checar se pode ser descartado. Ah, geração de papel!
ResponderExcluirUma feliz semana amiga.
Bjs de paz no coração.
O meu pai foi organizado e arrumado até ao final.
ResponderExcluirAté o depois da morte planeou.
E os planos dele foram rigorosamente cumpridos.
Beijo
Por acaso já abri mão de papeladas. Até a lista de compras passou a digital. Faço muitas listas mas em excell.
ResponderExcluirBeijinhos
E não é que é verdade que somos a "geração do papel"?? Particularmente, acho que não tenho mais dependência do papel. Depois que descobri o scaner, radicalizei. Digitalizava tudo que era papel importante e jogava fora depois. Fiz muito isso com minha coleção de revistas. Digitalizei dezenas e joguei tudo fora ou doei pra sebos. Larguei pelo menos 80% das minhas leituras de livro em papel, apesar de manter uma boa quantidade de livros da "era do papel" guardados.
ResponderExcluirTe entendo. Acumular todo tipo de papel era coisa corriqueira pra gente.
Mas tem uma outra coisa. A geração mais nova está perdendo aptidões cerebrais pelo excesso de escrever digitando e não mais escrevendo. Por isso, oriento sempre meu filho a estudar escrevendo à mão e eu, agora tenho o hábito de ter cadernos onde anoto coisas. Todo tipo de coisas. E parece que agora vou voltar a acumular cadernos em papel...
beijos.
Este ano, como ganhei uma agenda, vou usá-la novamente. Já havia abandonado papel. Porém, Tais, há uma outra dificuldade de se descartar: fotos do celular. São tantas que chegam todos os dias, que o aparelho fica lento rapidamente.... É preciso fechar o olho deletar tudo....
ResponderExcluirCara Tais, a gente tem dificuldade até de limpar o celular. Este ano, como ganhei uma agenda, voltarei a usá-la. Já havia abandonado este hábito.
ResponderExcluirOi Taís
ResponderExcluirTe entendo perfeitamente
Eu sou assim não com papéis mas com cadernos
Tinha há uns anos atrás meus cadernos de escola, de faculdade,
agendas, diários etc.
Até que chegou um dia que não aguentei:
Joguei tudo fora.
Doeu bastante na hora mas depois senti uma leveza, uma libertação...
Meu quarto ficou mais bonito e mais leve.
Amei sua crônica.
Abraços e feliz ano novo.
Olá Tais.
ResponderExcluirTambém me enquadro nessa caraterização (Geração Papel).
Tenho sempre comigo papeis para anotações que depois não consigo desfazer-me deles. Depois ouço a minha esposa a preguntar "isto já pode ir para o lixo?" :)))
Um abraço.
https://rabiscosdestorias.blogspot.com
Veo que en lo de manejarnos mejor con el papel somos parecidos, yo también guardo folletos de lugares que visito o tengo planeado visitar que consigo en ferias de turismo que los utilizo para dejar las reseñas en mis publicaciones. También tengo guardados un buen numero de resultados de análisis clínicos o de diagnósticos y otro documentos administrativos o comunicados bancarios.
ResponderExcluirAlgo que creo no se si sería capaz es leer un libro electrónico, entre otras cosas es que como estoy acostumbrado al marcapáginas es raro que mire por que pagina voy.
Saludos.
Querida Taís, como já sabes, não sou de acumular e nisso está incluída a papelada. Amiga, as mensagens que recebo no Whats' App, não ficam lá muito tempo, pois apago tudo, deixando apenas fotos. Vou contar-te um caso....o meu marido guarda tudo e um dia reslvemos fazer uma limpeza na arrecadação da garagem, lugar onde guardamos malas e outras coisas; pois bem, a papelada que o meu marido tinha lá era impressionante; resolveu queimar tudo na lareira da sala e nem imaginas a sujeirada que deu e a quantidade de cinza que ficou; tivemos que usar uma pá para jogar num saco de lixo, claro, depois de fria; no dia seguinte ele resolveu simplificar, comprando um picador de papel, passando a confusão para o escritório ; as tiras de papel eram tantas que enchemos vários cacos de lixo de 50 kg. Não penses que estou a exagerar, Tais....foi isso mesmo. Deu-lhe tanto trabalho que prometeu nunca mais guardar tanto papel, mas, sinceramente, tenho as minhas dúvidas...
ResponderExcluirAgora , no Inverno, todos os dias acendemos a lareira e não custa nada, ver se o papel é ou não importante ; se for, guarda, se não tiver importância queima logo, não é verdade? E as pastas que ficaram livres depois de toda a papelada triturada? Outro problema...
Enfim, Amiga, cada um é como é e por isso tenho dúvidas nesta promessa que ele me fez. Claro que, sendo eu assim, quando desaparece alguma coisa, ele logo ele diz que fui eu quem a jogou no lixo. Pago sempre as culpas...
Sabes, sempre digo aqui em casa que, quando morrer não darei trabalho a ninguém, porque o que tenho é só o que preciso, embora, tenha noção que, mesmo assim, muitas coisas serão colocadas no lixo, o que é normal ; o que é importante para mim, não o será para os filhos. E.pronto, já falei demais e não te contei novidade alguma, pois já me conheces bem, neste aspecto.
Beijinhos e vá lá....continua a arrumação
Emília 🌻🌻
Claro que quis dizer " sacos e não cacos ...
ResponderExcluirBeijinho 🌻
Tais mesmo com a tecnologia papel ainda tem um grande valor pra muitas pessoas, Taís bjs.
ResponderExcluirEven doctors use less paper now. They use the computer to renew a prescription, sending the prescription directly to the pharmacy! However, for example, if you need to go for a blood test, paper is still used. Either the doctor will give you a paper at your appointment, or they will email you the requisition, which you need to print into paper form to bring to the place where you get the blood test done.
ResponderExcluirI think less paper is a good thing, but sometimes having a paper copy can be helpful in the event that the file becomes lost in the computer, which can sometimes happen.
Fascinating post, thank you so much for sharing this, dear friend!
Olá querida Taís! Compreendo-a perfeitamente e, devo dizer, também gosto imenso de papéis 😅 Isto, apesar de me conformar que guardar as coisas no computador, smartphone é mil vezes mais eficiente. Acho que, se gosta mais assim, não tem que fazer mudança. Continue com os seus papéis e seja feliz! Abraços 🤗
ResponderExcluirBoa tarde Taís
ResponderExcluirNesta crônica, o papel deixa de ser mero suporte para se tornar símbolo de resistência íntima contra a velocidade do tempo.
A autora constrói, com aparente simplicidade, uma reflexão aguda sobre memória, apego e transição geracional, revelando que cada anotação guardada é também um gesto de afeto e de identidade.
O texto ganha força precisamente nessa tensão entre o desejo de leveza e a dificuldade em abandonar vestígios do vivido, onde a organização moderna se confronta com a poética imperfeita da experiência humana.
Muito bem!
Bom fim-de-semana.
Deixo um beijo
:)
Taís,
ResponderExcluirMas eu não acredito que tudo
haverá de ficar "na nuvem",
sempre haverão papeis que
serão úteis.
Tenho aprendido que esse 2026
é o tempo do desapego.
Muita coisa que achamos importantes,
vão ser postos a prova e veremos que
são somente "apego" e se não resistirmos
deixaremos ir e constataremos o quanto
não eram, não são e muito menos serão essenciais.
A vida vai seguir e nos sentiremos leves e
satisfeitos de termos tido essa coragem e
essa visão.
Sua publicação é maravilhosa e nos
faz muito bem.
Bjins
CatiahôAlc.
Querida Tais,
ResponderExcluirEu também sou da geração papel, cresci com anotações de todos os tipos e guardando uma infinidade de documentos que poderiam ser importantes no futuro, mas ao longo dos anos me desapeguei da papelada. Hoje em dia sempre que posso avalio a papelada de casa e jogo fora sem dor na consciência. Tudo é costume.
Um beijo minha amiga!
Bella Tais, extraordinaria entrada, la generación del papel sigue vigente en mi, un día tenia archivos muy importantes en la PC y un días de corte y cortes de luz se me quemo y perdí muchos archivos valioso para mi, ahora compre un fichero y guardo los papeles importantes ahí, todo organizado.
ResponderExcluirEntre con otro de mis blog, nada que ver con poemas, versos y Haikus, pero considero que la risa es muy importante para nuestro bienestar físico y mental.
Maravilloso post.
Que pases un hermoso fin de semana, lleno de amor con tus seres queridos.
Besos bella.
Mathilde
Boa noite, amiga Tais!
ResponderExcluirPassando por aqui, para desejar um bom fim de semana, com tudo de bom.
Beijinhos, com carinho e amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
We use those colorful sticky note pads to remember where we left other things written down. It's no use, even with increasingly modern computers and cell phones, we are habitual prisoners of paper.
ResponderExcluir(ꈍᴗꈍ) Poetic and cinematic greetings.
💋Kisses💋
Bom dia, Taís
ResponderExcluirÓtima crônica. Também faço parte da geração papel. Imagino como é cansativo ler tudo antes de jogar fora, kkkk. Tenho cadernos e agendas com frases que transcrevo de livros, filmes, etc; amo escrever. Todo ano compro uma agenda da minha sobrinha que trabalha com scrapbook, ela tem uma página no instagram, a @scrapafetivo, caso queira visitar. Este ano comecei a diminuir o volume, descartando alguns cadernos e agendas, após reler as frases que mais me marcaram. Um forte abraço.
Taís, seu texto transforma papel em memória viva,
ResponderExcluire bagunça em delicadeza de existir.
A “Geração Papel” que você nomeia
guarda o tempo com as mãos, não com a pressa.
Que 2026 chegue leve, organizado sem apagar afetos,
com menos culpa e mais azul nas gavetas da vida.
Que nada essencial seja jogado fora, nem você amiga.
Abraços fraternos
Daniel
https://gagopoetico.blogspot.com/2026/01/saudade.html
Querida Taís,
ResponderExcluirTambém sou da geração papel, já tive muito apego por anotações recordações etc, guardei muita papelada, mas o tempo foi passando e abandonei tudo. Não guardo mais nada, sem culpa nenhuma. É tão bom andar sem essas bagagens, (que hoje em dia considero absolutamente desnecessárias e descartáveis e não sei como pude ser tão apegada a esse tipo de papéis). Bom, até "me" entendo, eram outros tempos...
Bjsss, marli
Bom dia Taís,
ResponderExcluirUma Crónica bem pertinente! Verdade a nossa geração é a do papel!
No meu caso nao fui sendo muito agarrada a guardar o papel. Informações telefónicas ainda guardo, mas de resto sempre fui deitando fora o que guardava por algum tempo e que nem lia.
Preciso mesmo é de arrumar os muitos livros que ainda não li e que vou amontoando, em redor do espaço onde escrevo.
Tenho andado a pensar a melhor forma de os colocar direitinhos, porque as estantes estão cheias.
Um beijinho, amiga, e bom domingo.
Emília
Ás vezes acabo exagerando e me desfazendo até mesmo de documentos que acabo precisando mais tarde. por isso, conselho meu, faça essa faxina sim, mas com equilíbrio.
ResponderExcluirBoa semana.
Olá Tais, realmente é complicado para as pessoas de gerações que conviveram apenas com papeis se desfazerem do que guardam e depois as vezes nem sabem porque guardaram.... peguei o hábito de digitalizar os papeis e jogar fora... além de só aceitar receber documentos já digitalizados e mais recentemente, inclusive com assinaturas digitais... com isso tenho tudo na nuvem e meu escritório viver "limpo" e organizado... bejs e boa semana!
ResponderExcluirEu comecei a abandonar os papéis nos anos 90 do século passado quando apareceram os primeiros computadores. Mas a evolução foi lenta...
ResponderExcluirBoa sorte com os seus papéis... Gostei da sua crónica.
Boa semana.
Um abraço.
Concordo plenamente com o seu primo, também sou da geração do papel 😂🤣
ResponderExcluirGradualmente tenho ido organizando a papelada e deitando muita coisa fora, mas embora tenha no telemóvel um local para guardar notas, ainda por vezes vou guardando os recados em papel 🤣😁
Beijinhos
Embora ser da geração papel estou me forçando a consultar o "Dr. Google" para qualquer informação...rs
ResponderExcluirNão guardar papelada.
Um beijinho carinhoso para você.
Verena
Ei Taís!
ResponderExcluirPassando para deixar
Bjins de otima nova semana.
CatiahôAlc.
Tenho que sorrir...pois sou mesmo dessa geração e José, meu marido, é-o ainda mais.
ResponderExcluirUm beijo
Love the positive energy in this! ✨ Starting 2026 with a focus on ease, efficiency, and intentional living feels so inspiring. Wishing you a year full of smooth planning, little stress, and big wins! 🌟💪
ResponderExcluirWhat a refreshing mindset to start the year! 🌟 Embracing ease, efficiency, and organized living for 2026 is so motivating—here’s to a year where things flow more smoothly and every day feels a little lighter ✨💛
ResponderExcluirCompreendo-a muito bem: poderia assinar por baixo esta sua crónica...
ResponderExcluirPor vezes, dá-me um de repente e rasgo tudo sem sequer olhar, rrss
Minha querida Taís, carinhoso abraço e bom resto de semana :)
Também faço parte dessa geração, e ainda hoje, existem muitas coisas que só consigo fazer em papel!
ResponderExcluirBjxxx,
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Compreendo muito bem. E pior, quando se quer encontrar algo específico, no meio de tanta papelada, não se encontra.
ResponderExcluirBeijinhos e tudo de bom!
Caríssima Taís,
ResponderExcluirSaúde e paz.
Salvo engano, já comentei sobre essa sua
lindíssima crônica, mas deixo aqui a minha
profunda admiração por mais essa preciosidade
descrita com a competência literária que lhe
caracteriza.
Achei bem interessante e hilária a citação
"geração papel" e concordo plenamente. Muitos
são os papéis que guardamos sem mais necessidade
alguma, os quais, uma vez descartados, sentimos
leveza, além de vermos tudo mais organizado.
Meus cumprimentos, querida amiga, seja sempre
feliz e fique com meu abraço de afeto que estendo a
toda sua bela Porto Alegre.