3 de julho de 2019

A VIDA ESTÁ ASSIM...




          -Taís Luso de Carvalho
   Não leio mais jornais no modo impresso, leio no modo digital, e nem tudo, apenas o mais relevante. Passo reto por uma montanha de informações para não estourar minha cabeça, ou acabar com meus neurônios ao ler, ver e ouvir tantos absurdos nos meios de comunicação. Coisas inacreditáveis, carentes de verdades, de seriedade. Há muito que desandou no mundo das notícias uma imensa plantação de Fake News (notícias falsas), infelizmente. E onde não deveria haver, na política.

Na verdade, não sei o que faremos com tantas informações irrelevantesFora isso tudo, lembro de uma época em que abri uma página de um jornal e li um anúncio cujo título era assim: Leitura Dinâmica – Leia mil palavras em um minuto! Achei esquisito. Naquela época eu já indagava o porquê de tanta pressa, eu era mais calma. Leitura dinâmica era novidade, mas qual seria o gosto em ler um romance de 300, 400 páginas em pouco mais de 1 hora? Por quê? Isso não seria sufocante pra mim? Não tiraria o prazer da minha leitura? Passou um tempo e esqueci do episódio. Mas ainda existem tais cursos para quem quiser. 

Atualmente, vários meios  falam de toda essa revolução dos nossos costumes na tecnologia da internet, vieram na hora boa para suprir a falta de tempo das pessoas. Elas estão sem tempo para ler tudo que gostariam. Ora, ora... Mas desde quando os inquilinos do planetinha leem tanto assim?  

Nego-me a acompanhar tanta tecnologia, tantos aplicativos cutucando meu celular, meu computador oferecendo milhares de livros para baixar numa minúscula telinha  ou ouvir música num sonzinho vagabundo de celular que nos deixam alienados na rua. É patético. Vejo que qualquer barulho serve aos nossos ouvidos. Tudo misturado; vozes, buzinas e bagunça. 

Aplicativos é a palavra da moda, nos entregam tudo nas mãos. Não; quero continuar com minha nesga conservadora. Não gosto de tantas facilidades nas mãos, e tampouco penso em condicionar minha mente às regras preestabelecidas na evolução dos costumes. Não consigo entender o porquê de tanta pressa se nosso tempo de vida é pequeno. Não quero pressa! 

Acostumados que estamos com tanta virtualidade, perdemos o prazer da escolha concreta, do passeio às lojas. Penso no tamanho da solidão que estamos plantando para nosso futuro, tantos aplicativos para vivermos enjaulados dentro de casa. Não tenho dúvidas que essa evolução é magnífica, mas por não sabermos usá-la perdemos muita qualidade de vida - difícil de resgatar. 

Em que época ficou nossa maior saudade? Essa é a riqueza que ainda temos: nossa memória!




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43 comentários:

  1. Bom dia:- Concordo na íntegra com o teor do texto. Vivemos a vida "intensamente" de mais.
    .
    Desejando um dia feliz
    .
    ** Amor em desventura **

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  2. Tens toda razão,Taís! Cada vez mais parece temos pressa sem degustar,sejam notícias boas, momentos reai9a e até em sonhos... Sonhos se realizam e voam com nossos dias.... Pra que tanta pressa? Tanto estar sem calma ter? Adorei a reflexão! bjs, ótimo fds congelante pelo jeito que teremos! chica

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  3. Buena reflexión, pero por desgracia no es compatible con este mundo. Al menos con los más jóvenes, que a veces, solo se relacionan a través de la tecnología. Y que por supuesto no tienen tiempo. ¿Cuántas veces oímos esa frase? "No tengo tiempo". Los considero poco más que mendigos y me apenan. En fin que "el tiempo es oro" es lo que nos han inculcado desde pequeños y ahora, de aquellos barros estos lodos.
    Gracias por este texto que hace pensar. Abrazos.

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  4. Não podemos mergulhar em tudo ao mesmo tempo... Por isso, é preciso moderação e capacidade de escolha.
    Nas notícias, o que mais me incomoda é a manipulação da verdade com fins políticos. E essa manipulação é bem pior que as fake news.
    Taís, continuação de boa semana.
    Beijo.

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    1. Olá, Jaime, 'Fake News' são as notícias falsas e onde elas mais estão é na política, sem dúvida. Aqui todo o dia é dia das Fake News! Está difícil ler sobre política, quase tudo tem de ser filtrado e vasculhado em fontes confiáveis.
      Beijo, uma boa semana, também.

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  5. A nossa memória que é preciso preservar como um tesouro raro… A sua crónica, excelente como sempre, faz-me pensar o quanto eu ainda vivo das memórias que tenho. Gosto de livros em papel. Não vou dispensá-los. Quanto às notícias também faço a minha escolha e ouço e leio cada vez menos para não me deixar asfixiar…
    Um bom fim de semana, minha Amiga Taís.
    Um beijo.

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  6. Bom dia amiga Taís.
    O que desejamos saber temos nesse mundo virtual,isso é uma pena,mas infelizmente essa é a realidade.
    Adorei a sua crônica.
    Bjs-Carmen Lúcia.

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  7. Pienso igual, estimada Tais. El progreso desaforado de la comunicación humana, nos ha puesto insensibles, precipitados e indolentes.Si no mejoramos el punto, terminaremos como robots, pero...¡malos robots!

    Abrazo austral.

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  8. Querida Vizinha/Escritora, Taís Luso !
    Por tudo isto que acabas de colocar, é que tento
    me defender deste maluco mundo, olhando, apenas,
    o essencial. Caso contrário, seria engolido pelo
    furacão da extrema modernidade.
    Parabéns, pelo texto atual, e um fraternal abraço.
    Sinval.

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  9. Oi Tais! EStive pensando em tudo isso neses dias. Coincidencia ou não partilhamos, de um mesma revolta. Confesso que estou cansado de tanta facilidade e de tamanha massagem no ego , que as redes sociais nos poroprcionam. Que saudade , de quando nada disso existia. A humanidade era mais coesa entre os abraços e mimos verdadeiros, nada de virtual. POde ter facilitado muitas coisas, mas facilitou e muito a irresponsabilidade do ego...Aplicativos realmente são importantes nesses dias de alta tecnologia, mas confesso que prefiro as dificuldades anteriores… Leitura dinâmica srve apenas para filmes legendados! RsrsGrande beijo.

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  10. Boa tarde Tais,
    Uma crónica fabulosa, como sempre.
    Uma grande verdade. Somos invadidos por tanta informação no celular, no PC, que até nossa privacidade é ameaçada. Não dou muita atenção para isso.
    Ainda gosto de ler em papel e visitar as lojas para compras.
    Durante a minha vida ativa o tempo e eu corremos tão velozes, que agora tento desfrutar o melhor possível e sem pressas do meu tempo.
    Um beijinho.
    Ailime

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  11. Boa tarde de paz, querida amiga Taís!
    "Não consigo entender o porquê de tanta pressa se nosso tempo de vida é pequeno. Não quero pressa!"
    Per-fei-to!
    A nós que não estamos mais na ativa, podemos, perfeitamente, desfrutar o sabor da vida...
    Tambem não suporto tantos aplicativos e me desfaço à medida que não me são necessários.
    Muito bom sempre passar por aqui.
    Tenha dias muito felizes!
    Bjm carinhoso e fraterno de paz e bem

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  12. Existe coisa melhor do que pegar um bom livro e lagartear na rede? Não. É um prazer vagaroso, que exige atenção plena.
    Infelizmente, a atenção está sendo espalhada, multifacetada e se torna nada.

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  13. Oi Tais! Reclamamos que não temos tempo para tudo que precisamos fazer, mas não temos bom senso para aproveitá-lo com sabedoria.
    As gerações anteriores ainda têm memórias de vida real, será que as novas já nascidas nesse ritmo em conexão virtual, terão?
    Tecnologia é como remédio, a medida certa pode ser cura ou a errada, ser fatal.
    Ótima reflexão, abração!

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  14. Olá Taís! Que texto lindo e verdadeiro! Pra que essa pressa absurda se a vida é tão pequena!! Aplausos, querida, é muito bom refletir com você!!! Bjs

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  15. Concordo plenamente com a minha amiga e aproveito para desejar um bom fim-de-semana.

    Andarilhar
    Dedais de Francisco e Idalisa
    O prazer dos livros

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  16. Tais, minha amiga
    que dizer de sua crónica, para além de assinalar a excelência?

    talvez dizer-lhe que sou ainda um pouco mais pessimista (privilégio da idade rss)
    mas receio bem que até a memória nos roubem, resvrevendo a História - se os deixarmos!

    lucidez e inteligênca. sempre!

    abraço enorme.

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  17. Un excelente articulo en el que nos narras unas grandes verdades. Con tanta noticia con el que nos bombardean es difícil como dicen en mi tierra "quitar el grano de la paja".

    Saludos.

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  18. Ao ver esse relogio e com o calor que temos em Valência pensei, vai derreter.
    Sou antiquado e continuo a optar pelo papel. Sim, tem que cheirar-me a papel e se possível a tinta ainda fresca.
    Só compro na net aquilo que não posso pelos meios convencionais. Para ser sincero só uma vez e porque era impossível pelos meios tradicionais.
    Gostei destea exposição tão sincera que eegrimes.
    Abraços de vida, querida amiga

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  19. Absolutamente de acuerdo contigo.

    Además me afirmo en la cultura del Slow DOwn
    y de la salud mental.

    Leo los periódicos en formato digital,
    así como tú, por encima, buscando la información
    relevante y dejando de lado tanta porquería.

    Um abraço, meu amiga



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  20. Exatamente assim, querida amiga Taís! Sua visão traduz muito bem o que está acontecendo com as comunicações hoje. Insistem com a mesma notícia, analisam tolices como se fossem verdades que podem mudar a Terra. Tenho um comportamento diante disso muito semelhante ao seu.
    Excelente crônica.
    Um beijo.

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  21. Tais em primeiro lugar, adoro ler as suas crónicas, porquanto despertam o pensamento. Mal comparado, para mim são como um aplicativo. De resto, até posso não me rever em algumas, como nesta, mas elas mostram sempre uma ponderação, que sempre acho dever ponderar, embora haja sempre a questão do temperamento. E eu não sei andar devagar: ler, exercício para mim, como que, compulsivo, faço-o diria em diagonal, para ser rápido. Sobre os aplicativos: como não fui capaz de acompanhar a evolução dos primeiros seis anos do século, no começo da aceleração da globalização. Depois tive de andar depressa numa tentativa de apanhar a evolução. Por vezes sinto pena de do tempo da dormida, como se o tempo, fosse tempo, sem tempo. Enfim, é na pressão da vida, que sei raciocinar bem.
    Gostei mas tenho de andar depressa.
    Bjs

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  22. É certo tudo o que descreve...Em política então....,é difícil chegar
    à notícia verdadeira....,só ao fim de muita procura.
    Eu ainda vou duas vezes por semana, 'cheirar' os jornais e por a
    leitura em dia (alguma com atraso). Nunca deixarei de ler jornais.
    Gostei Taís. Beijo

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  23. Es preferible leer despacio para analizar todo lo que hay detrás de cada noticia.

    Besos

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  24. O equilíbrio, querida Taís! O tal caminho do meio, tanto enfatizado pelo Zen budismo. Sem os tais aplicativos seremos ETs no futuro próximo, mas sem a necessidade de exagerar.
    Podemos usar os aplicativos na certa medida, cuidando para a manutenção do prazer em termos o contato face a face, sentir o calor, sentir a vibração de um olhar e o som das vozes, em uma conversa, sem presa, inclusive.
    Agora, esse negócio de leitura dinâmica, é o fim. E como você, eu me pergunto, pra quê?

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  25. Ahhh eu estava na sua última postagem publicada e nem percebi, pois já seguia para a próxima ahaha, mas voltei para me despedir, mas só para te dar um beijinho, desejar dias felizes e até a próxima, minha doçura!

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  26. Olá...
    Nem me fale da pressa e superficialidade da modernidade... Uau, finco os meus pés "no antigo" e dou "uma mãozinha" no novo para não ficar por fora... Rsss... Procuro manter a calma e não deixar que a ansiedade dos novos tempos tome conta de mim! Tudo é diferente, precisamos priorizar também com outros meios!...
    Ótima reflexão!!!
    Bjs e muita paz nesta nova semana...

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  27. Magnífico texto, Taís!
    O cerimonial da objectividade jornalística afigura-se-nos como a celebração dos ritos inerentes à praxis diária das pessoas que colhem, tratam e difundem a notícia; e isto passa-se, porque quanto mais árdua se configura e afigura uma tarefa, maior é a necessidade de cumprir certos ritos que possam preparar o resultado final daquilo que se busca: assim ocorre no âmbito do processamento e transmissão da notícia. Ou antes, assim deveria ser. Agora, é tudo para ontem, como alguém terá dito utilizando esta infeliz mas significativa expressão.
    Por outro lado, a pressa é inimiga da perfeição, logo, não há nada como deixar maturar os frutos da nossa predilecção; estes são tão mais saborosos, quanto mais natural for a sua adequada progressão temporal.
    De resto, as correrias e o progresso não trazem vantagens a ninguém, a não ser aos inconfessáveis desígnios macro-económicos de jaez global.
    Uma boa semana. Bjs.

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  28. Não poderia concordar mais... esta apologia do dinamismo, associado à pressa e à superficialidade... também não me seduz... queremos mais tempo... para ficarmos com tempo, atrás de uma tela... sentido o vazio da solidão das nossas escolhas... que nos absorvem o viver... de tal modo... que já nem olhamos em volta... alienados até de nós mesmos...
    Em breve teremos APP's que aniquilarão profissões... quem precisará de professores... com tantos bancos de dados?... Serviços bancários... ao alcance de um botão... e por aí seguirá o mundo... para o caos e a confusão... onde poderá faltar tudo... menos informação... e desinformação...
    Mais uma excelente crónica, Tais... que nos deixa mesmo a pensar na vida!...
    Beijinhos
    Ana

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  29. Querida amiga, o meu muito obrigado pela tua visita ao Blog Amigos de Valência, no qual participo, mas o meu Blog é Amigos de Portugal, no qual te tenho preparada uma nova postagem.
    Foi bom voltar e deleitar-me com este magnífico artigo.
    Um grande abraço

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  30. Oi Tais, lindo texto e bela e lúcida reflexão sobre os arroubos dos jovens na rede de computadores! É triste - não choremos por nós, mas por nossos netos! Como diria meu pai, "burro velho, não toma mais caminho", então, eu não consigo integrar-me inteiramente a todos essas nuances de editar vídeos, buscar tutoriais, baixar o cão, botar na nuvem o cabrito... E desta forma estou meio vacinado à dependência do aparelho. Mas os jovens esqueceram, socialmente o lado físico e transferiram-se para o virtual. Todo contato é por esse meio... Antevejo um futuro de solidão sem tamanho e sendo o homem um animal gregário, sem rebanho e apenas nos grupos de zap-zap ou o demônio que for e vier, ele sucumbirá pela própria destruição - nada terá sentido, já que começam a esnobar o próprio sexo... "Sem tesão, não há solução"! Grande abraço! Laerte.

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  31. Como apreciei a sua crónica!!
    Gostava de deixar aqui ( em homenagem a quem me ajudou a criar: a nossa Tuá)
    Um dia (quando vinha passar épocas com a nossa família ou dos meus irmãos) já muito velhinha sentada na minha cozinha disse: "Ó menina, estou aqui a contar os electrodomésticos que tem na cozinha. Isto tudo é para a menina fazer mais coisas e andar tão cansada?"
    Bons tempos em que eu pequenina ficava a vê-la lavar a roupa no tanque e me ia contando as suas muitas histórias...

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  32. Querida Amiga.
    Tenho exatamente a mesma postura em relação à informação.
    De um modo muito geral, o que interessa aos meios de comunicação deixou há muito de ser a honradez e uma marca impoluta. O que interessa presentemente é comércio de feira, vender e somente vender.
    Também estou consigo em relação às ''novas maravilhas da Intenet'' que oferecem divertimento oco, vazio de sentido.
    A ordem do dia é vender, imagine que esta noite, as páginas de comentários dos meus blogues foram invadidas por um agiota que se oferecia emprestar dinheiro a 3%...
    Uma crónica que também me dá voz em todos os itens.
    Dias aprazíveis muito bem aproveitados.
    Abraço grande.
    ~~~

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  33. "A Vida está assim"... acelerada, triste, solitária, asfixiante.
    Continuo a ler em papel livros e jornais, a comprar nas lojas, arredada da sufocante revolução tecnológica que desumaniza o ser humano.
    Claro que não sou contra a evolução tecnológica, mas assusta-me tudo poder ser divulgado, espiado, adulterado.
    Excelente crónica, querida amiga.
    Beijo.

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  34. Olá Taís, passei para ver as novidades.
    Aproveito para lhe desejar a continuação de uma boa semana.
    Beijo.

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  35. Querida Taís, ainda há uns dias pensei exactamente isso.
    Para que mundo de solidão estamos a caminhar neste momento...
    Concordo contigo, também sou mais da realidade palpável, gosto de ver, sentir, cheirar, mexer, não sou nada deste tempo de agora... tão vazio do que é realmente importante...
    Beijinho grande

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  36. Tais, gosto por demais dessa
    sua escrita.
    Quase voltando das férias
    venho deixar meu abraço
    e fazer o convite
    para conhecer a escrita
    da Maria Azevedo aqui:
    https://apenasumolharalem.blogspot.com/
    CatiahoAlc.

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  37. Continuo a gostar mais de ler jornal ou qualquer coisa em papel. É uma preferência minha!
    Parando para pensar um pouco... Meu Deus, como os tempos têm realmente mudade. É incrivel como tudo era à 20 anos ou 30... ou mais.... e continuamos em constante evolução.
    Bj e bom fim de semana.

    😉
    Olhar D'Ouro - bLoG
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    Olhar D'Ouro – yOutUbE * Visitem & subcrevam

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  38. Voto em si, Taís!
    Repare, ser conservadora passa a ser revolucionário. Remar contra esta enxurrada é virtude, não é ser "coroa", é ser inteligente quando o sistema pretende que a gente seja estúpida, se molde ao comportamento de rebanho.
    A Taís conhece Paul Virgílio, recentemente falecido?
    Beijo, amigo.

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  39. Mudanças foram incríveis, sigo no meu passo e compasso. Tenho o mínimo de aplicativos que são realmente necessários, de outros tenho meus medos. Não consigo também acompanhar tantas informações e faço algumas leituras dinâmicas do pouco que me interessa. Bjs

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  40. Boa tarde,amiga Tais,
    interessante a imagem de sua crônica, nos leva a refletir sobre o tempo.
    Eu ainda gosto de ler livro ou jornal impresso. Gosto muito de sentir o livro em minhas mãos e estou sempre com um lápis, marco tudo o que gosto, faço anotações, enfim deixo o livro, que leio repleto de informações. Meu filho me critica, diz que eu estrago o livro, mas só faço isso quando o livro é meu.Não sigo nenhum aplicativo, ainda estou no tempo passado, e percebi que não consigo trabalhar mais sobre pressão, ou ter que cuidar dos ponteiros do relógio. Excelente a sua crônica, aliás, como sempre. Beijos!

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AOS AMIGOS

Muito obrigada por deixar seu comentário, se necessário for, deixarei resposta a alguma pergunta.
Abraços a todos
Taís