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| Abaporu 1928 - Tarsila do Amaral |
AS PESSOAS ESTÃO MAIS SOLITÁRIAS
As minhas noites de insônia, não me afligem mais, aproveito para minhas reflexões, há males que vem para o bem.
Tenho pensado, como nós, os humanos, tão heróis e também tão fracos, estamos ficando meio solitários. A solidão está batendo à nossa porta de várias formas.
Em parte, devemos isso a um aparelho maravilhoso, mas viciante, se chama Smartphone, combinação de um dispositivo móvel com recursos de computador. Ótimo, sem dúvida, mas os humanos deixaram-se viciar.
Existem milhões de pessoas com coluna cervical comprometida, por ficarem com a cabeça muito tempo baixa, olhando ao celular. Isso em restaurantes, dentro dos carros, em visitas, nas salas de espera de clínicas, hospitais etc. Tudo em busca das novidades, das novas entradas no aparelho. É muita dependência. Também vieram muitos serviços online, e o pessoal vibrando:
- Beleza, não preciso sair de casa!
Muitos acessos digitais a documentos, impostos e registros. Isso é bom? Sim, maravilha, não precisamos perder tanto tempo. A vida está bem mais fácil, mas o exagero tem um preço.
Advogados e médicos já atendem muitas consultas online! Até consultas com psiquiatras e psicólogos estão disponíveis. Tudo bem, quem gosta, siga! Mas, conversas e consultas presenciais são essenciais para as conexões humanas, pois a confiança não se impõe, ela se constrói principalmente em consultas com médicos e advogados.
Há dias uma amiga me falou: "eu compro tudo pela Internet, muito mais prático, não preciso sair de casa!" Pois eu gosto muito de frequentar supermercados, as lojas do meu bairro e shoppings! É um passeio gostoso ver gente nas ruas, falar com as pessoas, ver a vida acontecendo!
É uma pena que as pessoas estejam mais retraídas, perderam a alegria das escolhas, a alegria de interagir.
Há pouco tempo, as pessoas tinham sensações diferentes dos tempos atuais, retornavam de seus passeios e de suas compras com paz e alegria, com suas almas em festa e com seu espírito agradecido.
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Oi, tais! Tudo bem? A praticidade emerge como o tributo inexorável que impomos a nós mesmos em troca da ilusão de facilidade universal, onde os véus do esforço se dissipam ante o anseio por acessos inauditos aos confins do conhecimento e da existência. Não pretendo encarnar o arauto do desânimo nestes domínios, embora o faça com inteira consciência, pois tal essência pessimista pulsa em mim naturalmente, e não me envergonho de proclamá-la abertamente, recusando vender a mercadoria de uma alma que não me pertence. Dizem que a fé remove montanhas, então que tenhamos mais fé pra suportar e atravessar aquilo que nos aflige. Como de costume arrasando nas suas crônicas tão bem escritas. Um fraterno abraço Taís.
ResponderExcluirFantástica crónica. Infelizmente essa é uma triste realidade, as pessoas cada vez se isolam mais "presas" aos telemóveis e computadores. O contato humano vai ficando mais frio e distante.
ResponderExcluirBeijos
É isso aí, Taís, crônica para não ser esquecida, pois me pergunto em que lugar ficou a profundidade se a trocamos pela conveniência? E, como diria Paulino da Viola “eu aceito o argumento”, para lhe dar razão, pois você sabiamente transformou sua insônia em espaço de observação do que acontece em torno de cada um de nós.
ResponderExcluir“Coluna cervical comprometida” é perfeito para traduzir no que nos tornamos. Que falta faz um bom dia do vizinho, o cheirinho das frutas, às terças à feirinha é quase dentro do meu apartamento de tão perto que ela acontece; e não conta o tempo vivido quando conversamos na sala de espera ou quando escolhemos um objeto na prateleira? Vamos pensar nisso, galera, risos.
Valeu, Taís, é preciso esquecer o smartphone e saibamos aproveitar os intervalos do aparelhinho... Abaixo as notificações!
Um beijo, amiga!
Taís, tudo isso é bem verdade!
ResponderExcluirA vida tá facilitada ralmente, mas não podemos deixar de ter nossas saidinhas, cafezinhos, shoppings e passeios diversos. Aqui em casa as gurias não nios deixam sossegar e sempre aprontando programas conosco. Muito bom! beijos, tudo de bom,chica
Amiga Tais, boa noite de Paz!
ResponderExcluir"É uma pena que as pessoas estejam mais retraídas, perderam a alegria das escolhas, a alegria de interagir".
Verdade!
Ontem mesmo numa reunião que costumamos fazee uma vez por mês para.conversar, brincar, declamar poemas, cantar, comer coisas gostosaa, entretermo-nos muito. A cada mês numa casa com uma farta mesa partilhada.
Um luxo num mundo narcisista atual que vivemos.
Muito boa temática da vez nos trouxe.
Tenha dias abençoados!
Beijinhos fraternos
Sim Taís estamos mais solitárias e para não parecer que dói um pouco, falamos que é por escolha própria , será que é mesmo? se pensarmos bem é porque atualmente , temos tudo que precisamos a um toque dos dedos nas teclas do iPhone e como cita na crônica não precisamos de sair de casa,. Felizmente não aderi muito essa maravilha gosto de ir a feirinha comprar principalmente flores que não podemos colher nos jardins alheios rsrs mas confesso que não tenho ido mais ao cinema e shoppings gosto cada vez menos (me cansa ), rs gosto de ver filmes na Tv .
ResponderExcluirO bom é que com filhos morando fora viajo e aí amiga é tudo perfeito _ passeio muito e a rotina muda totalmente _ muitos cafés e passeios nas cidades vizinhas .Já agendado conhecer Nice( a Riviera Francesa e Saint Tropez), isso me ajuda a sair do marasmo que é a vidinha da cidade capixaba. rs
Gosto muito de conversar contigo, e cada dia o tema é mais parecido com o que vivemos . Um abraço grande daqui de mais longe, estou em Genebra, na Suiça e difícil é não ter sensações novas todo dia., com tantos sotaques . Hoje mesmo recebemos a visita de um argentino , amigo das netas. Suiça é uma cidade de estrangeiros e surpreendente. Beijinhos, amiga. Fica bem e bom fim de semana.
Maravilha, querida, estamos falando então da Suíça!
ExcluirMaravilha, passeia bastante, a Suíça é muito linda, Primeiro Mundo!
Beijinhos, obrigada pelo carinho de sempre.
Sadly, face to face conversation is dying. I see people walking on the street or even in a restaurant with someone with them and instead of talking to each other they are on their cellphone.
ResponderExcluirI have been divorced since 1998 and have lived alone since that time. I don't feel lonely because I keep busy with cleaning and organizing my apartment, taking walks in nature and going out for breakfast every now and then.
Na rua, no carro, na casa de banho!!, que vício horrível!
ResponderExcluirBeijo, bfds
Todo en la vida tiene su lado bueno y menos bueno, luchemos por ese lado bueno.
ResponderExcluirLos celulares nos están volviendo inhumanos, seremos robot.
Es horrible Tais, duele este cambio.
Un abrazo
Não se sinta sozinha em sua insônia... Eu estou aqui no seu smartphone. rsrsrsrs
ResponderExcluirNova Tirinha Publicada. 😼
Abraços 🐾 Garfield Tirinhas Oficial.
Um texto cheio de verdade. As pessoas estão cada vez mais solitárias e permita-me que acrescente, menos solidárias. Os smartphones vieram facilitar muitas coisas mas retiraram o contacto humano. Agora até uma simples conversa telefónica é substituída por uma "conversa escrita" no WhatsApp... Parece que as pessoas já não se querem ouvir nem ser ouvidas.
ResponderExcluirUm abraço e bom fim de semana.
E das mentiras passas e muito bem, para a vida solitária que as pessoas levam; muitas não sabem ter uma boa conversa, falam sem parar, sem dar vez a quem as escuta e nem sempre com verdade; dessas, corro " a sete pés "; nunca fiz uma compra via net e evito os shoppings para as fazer, pois é muita a confusão ; só lá vou para ir ao cinema o que faço com alguma frequência . Há anos que faço as minhas compras na mesma loja, aqui na minha cidade e assim, saio de casa e converso um pouco com a vendedora de quem já sou amiga. Uma coisa que me faz muita falta é o meu irmão e família que, como sabes, vivem no Brasil. Só tenho a família do meu marido que, infelizmente, já está bem pequena e não moram aqui; dificilmente nos encontramos. Apesar das minhas tentativas e de não estar presa a qualquer rede social, por vezes sinto-me só ; o que me vale, é o voluntariado na loja social e, há cerca de um mês, comecei a frequentar uma academia, precisamente para evitar esse sentimento triste de solidão. Todos os Sábados saio com o meu marido e vamos para uma zona de praia aqui perto; embora sejamos só os dois, pelo menos vemos gente e , uma vez ou outra, aparecem duas amigas que moram lá e que, infelizmente, já perderam os maridos, grandes amigos nossos. E assim vai indo a vida, querida Taís, tentando lutar contra a solidão que, por um motivo ou outro, nos vai assolando. Pais já se foram, alguns amigos também e outros, por razões que não conhecemos, deixaram de aparecer. Não tenho insônia, mas acordo muito antes da hora de me levantar e, involuntariamente, surgem pensamentos que nem sempre me agradam; sou daquelas pessoas que necessitam de uma boa conversa com alguém que saiba falar e escutar e, como não as tenho aqui na minha cidade, por vezes sinto-me triste, confesso. Mas, " vou levando " Taís, fazendo os possíveis para levar os meus dias com alegria.
ResponderExcluirDeixo-te um beijinho muito especial e os parabéns por mais uma crónica pertinente, aliás, como o são todas as que publicas. Obrigada pela " boa conversa " que acabámos de ter.
Emília 🌻🌻
Olá Taís
ResponderExcluirEu gosto muito de sair de casa
Gosto de fazer caminhada
Ir na casa de amigos e parentes
Mas tbm amo ficar em casa sozinha
Pra ouvir minhas músicas e assistir o que
eu quero.
Não me considero uma pessoa solitária
Pois sinto que Deus está sempre comigo.
Amei seu texto, como sempre muito reflexivo
Nos leva a pensar.
Abraço mineiro pra você.
Efectivamente hay una tendencia a la soledad y a la falta de comunicación en la sociedad. Y un afán de comprar por internet desmesurado.
ResponderExcluirPersonalmente, igual que tú, me gusta ir a las tiendas, salir a la calle, pasear, disfrutar de las pequeñas cosas de la belleza de la vida.
Abrazo.
En este mundo, cambiamos la tecnología por la calidad humana.
ResponderExcluirLas pantallas nunca pueden ser igual que sentir una mirada o una presencia.
Se está perdiendo la riqueza de la comunicación verbal. Una pena.
Excelente tu escrito.
Te deseo un lindo fin de semana.
Un beso.
Si que es cierto que en ocasiones nosotros por no desplazarnos a realizar un tramite a la administración o empresa de turno, la compra de cualquier producto, leer un libro y no se cuantas cosas mas no nos separamos de una pantalla. Como nos dices hay cosas que prefiero hacer en presencial como; ropa y calzado, comida, electrodomésticos y alguna mas que me olvido.
ResponderExcluirSaludos.
ResponderExcluirOlá, amiga Tais.
Infelizmente, é uma realidade cada vez mais presente na nossa sociedade.
E o mais curioso, é a solidão rodeada de muita gente.
Excelente crónica, estimada amiga.
Deixo os votos de um feliz fim de semana, com tudo de bom.
Beijinhos, com carinho e amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
Que crónica tão oportuna, minha Amiga Taís. Sim estamos cada vez mais solitários. As pessoas não conversam umas com as outras. Falam sempre através de telemóveis. As redes sociais vieram piorar tudo. Basta olhar uma mesa onde as pessoas estão almoçando e já nem se olham. Faz-me muita confusão e tristeza.
ResponderExcluirTudo de bom.
Um beijo.
Tais, que texto verdadeiro, minha amiga.
ResponderExcluirA tecnologia está acabando com os relacionamentos e com as amizades.
Muito triste isso.
Minha querida amiga Taís,
ResponderExcluirEste é um tema bastante abordado no ®DOUG BLOG. E como diz um dos meus aforismos:
"A insônia desperta enquanto o Mundo mergulha no silêncio!"
A insônia é perceptível para aqueles de nós que moram em apartamentos, pelas luzes das janelas que nunca se apagam nas madrugadas, pois, existe um grupo que permanece vigilante. Para alguns, o travesseiro é um portal imediato para o descanso; para outros, as noites sem dormir são um vasto território solitário e, às vezes, surpreendentemente fértil.
A insônia não aflige a todos, mas, para aqueles que a conhecem, raramente se trata apenas da ausência de sono. É o peso do relógio marcando as horas persistentemente, com a mente que, de repente, decide rever problemas de cinco anos atrás ou resolver os problemas do Mundo às quatro da madrugada.
Para muitos, a falta de sono é um fardo físico, é o "preço" a ser pago com o cansaço do dia seguinte. No entanto, alguns encontram na quietude da noite um refúgio que o dia, com seus ruídos e exigências, não oferece... Cães latem, crianças gritam, a chaleira apita na cozinha, o interfone toca, etc... 🤣😅🤣
A frustração de se revirar na cama, na busca pela "posição perfeita" e o cálculo mental de quantas horas de descanso restam se o sono vier agora, são "amigas" da insônia.
Seres introspectivos não dormem... Eles cochilam; para eles, o sono sem interrupções não existe. A noite se torna um espaço para a criação. Grandes obras foram escritas e grandes decisões tomadas sob a luz de lâmpadas (e velas), solitárias, antes mesmo do advento do "Smartphone".
Mas, por que alguns dormem e outros permanecem acordados? A ciência tenta explicar sugerindo medicamentos, enquanto a psicologia sugere que esta "vigília forçada" pode ter raízes profundas. A "hipervigilância" é um estado de alerta herdado de nossos ancestrais, onde alguém precisava ficar acordado para proteger seu grupo. Este processamento emocional que ocorre à noite é o momento em que o cérebro tenta organizar o que foi negligenciado durante a correria do dia a dia.
Embora a sociedade seja projetada para aqueles que despertam com o Sol, os seres insones habitam um mundo paralelo. Se a fadiga os incomoda, por outro lado, a noite oferece uma perspectiva que aqueles que dormem jamais alcançam. E para você que, coleciona corujas, saiba que nossas "corujas biológicas" atingem o pico de energia ao pôr do sol. Em outras palavras, a insônia é uma espécie de vertigem, e não um vazio que atrai os insones; é a plenitude de pensamentos que não podem ser silenciada, é uma visão de Mundo em seu estado mais despojado e honesto.
E você Taís, que faz parte do grupo que nunca fecha os olhos e adormece, você que vai para a cama com um relógio no pulso, aproveite o privilégio de não descansar, mas, não fique olhando para o teto; saiba que o silêncio da madrugada tem muito a dizer... Você só precisa saber como escutar sem a ansiedade de não conseguir dormir.
Beijos!!! E depois das reformas em meu apartamento, volto a publicar no ®DOUG BLOG amanhã (25 de abril).
Hola, Tais.
ResponderExcluirMientras se tengan fuerzas, donde se ponga el calor humano, el tú a tú, que se quiten las pantallas.
Sales a la calle y por muy atareada que estés, un apretón de manos, un guiño, una risa, una ojeada al escaparate del pequeño o gran negocio, nos sirve como caricia sanadora...
Querida Tais, li com atenção seu belo texto e algumas postagens em comentários!
ResponderExcluirAcho que o que me ajuda a superar um pouco o que estou passando, (sem o meu amado), deve ser o fato de que durmo muito bem, pois isso eu continuo dormindo bem as minhas oitos horas seguidas!
Penso, reflito, tento ter uma vida como sempre pensei e escrevi, com "V" maiúsculo!
Agradeço a Vida e aos amigos, recebo algumas visitas que me são caras e sigo em frente!
Seu texto nos fez comentar e falar até um pouco mais, desejo que tenhas sempre essa sua capacidade de expor aqui todos os seus pensamentos e a sua clareza nas escritas!
Abraços sempre apertados querida amiga!
Olá, querida Taís
ResponderExcluirComo sempre, uma publicação que vem alertar para um mal dos nossos tempos,
que muitas vezes dizemos que é por escolha nossa mas, infelizmente, aos poucos
vai se entranhando até que um dia reconhecemos que já não temos com quem falar.
Fazer tudo de casa é bom, contudo habituamo-nos muito depressa a não nos mexermos e quando a hora já não há volta a dar. Compras, consultas, comida, tudo
nos vem ter à porta. A solidão instala-se não tarda nada.
Que tenha um dia feliz, amiga.
Beijinhos
Olinda
O celular se tornou parte da anatomia humana, uma extensão do braço! Eu acho ótimo poder comprar coisas pela internet - eu compro bastante - mas também gosto de dar aquela passeada pelo shopping de vez em quando. É quase uma quebra da "normalidade conectada".
ResponderExcluirInsônia é bom pra pensar mesmo. Quando bate aqui eu prefiro ver um filme..rs
abraços.
Uma bela cronica neste emaranhado de facilidades vindas das novas tecnologias e operações, que se não bem controladas nos levam ao sedentarismo, ao consumismo e à famosa depressão. Esquecer que há vida lá fora, é um grande erro da humanidade. Gente solitária prolifera no mundo atual, gente que se entrega ao tudo pronto na ponta dos dedos e que ao final, não vai dar em nada, do que pensava encontrar. Sejamos conectados, mas nunca dominados.
ResponderExcluirBelo trabalho de alerta Taís.
Bjs e paz amiga com bom domingo para você e Pedro na feliz semana.
Talvez o efeito mais nocivo da Era Smartphone seja esse, o menosprezo pela vida real e a interação olho no olho.
ResponderExcluirTe desejo boa semana, Taís.
Taís bom dia, infelizmente isso está acontecendo muito, muitas pessoas solitárias, a tecnologia ela aos poucos está afastado o contato com as pessoas. Aqui no posto de saúde alguns médicos já fazem consultas online, acho isso um absurdo, Tais desejo uma ótima semana bjs.
ResponderExcluirOlá, amiga Tais.
ResponderExcluirPassando por aqui, para desejar uma boa semana, com tudo de bom.
Beijinhos, com carinho e amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
Tem muita razão, infelizmente. Há uma solidão crescente, ruas que se esvaziam, fuga ao sentido de comunidade, família, grupo...
ResponderExcluirCerteira a sua crónica.
Um beijinho
São sinais dos tempos, mas socializar é preciso.
ResponderExcluirAbraço de amizade.
Juvenal Nunes
Bom dia,Taís,
ResponderExcluirHá tempos pensei em escrever algo sobre o tema
desse seu maravilhoso texto. E a imperatriz das
crônicas faz isso agora com brilhantismo incomum,
irretocável em todos os sentidos.
É notório o vazio que paira entre as pessoas no
nosso mundo atual, movido por superficialismos,
tecnologias e robóticas, onde tudo se sobrepõe à
essência e aos laços amigáveis e de cordialidade.
Adorei, caríssima Tais!
Deixo aqui os meus efusivos aplausos com o
respeito, o afeto e admiração de sempre, e votos
de uma semana repleta de alegrias e paz extensivos
à sua família.
Cordial e fraterno abraço.
Sim, cada dia mais pessoas solitárias e a saúde mental se contraindo. È bom ter alguns serviços em casa, mas entendo a vida em elos e entrelaços.
ResponderExcluirA vida acontece lá fora. Muito para se ver, se aprender, conhecer e interagir.
Ótimo tema. boa tarde, Norma
https://pensandoemfamilia.com.br/cronica/musica-e-poesia/
Olá, Tais. Ótima reflexão... realmente os costumes mudaram e uma mudança que vem me chamando a atenção é justamente essa, principalmente após a pandemia... creio que a revolução digital contribuiu muito, mas o fato é que uma nova forma de viver instalou-se e precisamos nos acostumar... abraços
ResponderExcluirBoa tarde Amiga Taís
ResponderExcluirUma crónica atual e inquietante, que expõe com clareza como o conforto tecnológico, apesar dos seus benefícios, tem vindo a afastar-nos do essencial: a presença humana. Um texto que convida à reflexão sobre os excessos do nosso tempo e a necessidade urgente de resgatar conexões reais.
Muito boa esta crónica, como tudo o que a Taís escreve.
Boa semana com saúde e paz.
Deixo um beijo
:)
Tem muita razão no que diz. Vamo-nos acostumando a essa solitude e sem muita paciência para interacções fora da rede... com tudo o que tem de melhor e de pior. Saibamos, pois, escolher só a melhor parte de tudo isso.
ResponderExcluirBeijinhos e tudo de bom!
It's really happening more and more.
ResponderExcluirPeople are becoming more and more lonely.
It's very good what you're doing and going to the neighborhood stores.
Olá, amiga Tais.
ResponderExcluirPassando por aqui, para desejar bom fim de semana, com tudo de bom.
Beijinhos, com carinho e amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
As dependências viciantes estão a arrasar a humanidade. Parece ser a primeira escolha de vida das gentes. Estudos recentes dizem que os diálogos, e mesmo o pensar, já se perdeu em 26% se comparados com o início do século presente.
ResponderExcluirExcelente Crónica esta. Taís. Obrigado por este presente.
Beijo,
SOL da Esteva
Já chamei a atenção sobre os perigos da IA nos meus blogs analisando livros sobre o tema : "Algoritmocracia" de Adolfo Mesquita Nunes e "Nexus" de Yuval Harari.
ResponderExcluirExistem também já estudos alertando para o reisco de as futuras gerações serem mais pobres cognitivamente do que as anteriores e isso é péssimo.
Querida Taís lhe desejo e aos seus um excelente Maio.
Apertado abraço , bom fim de semana :)
Olá querida Taís! Mais uma reflexão muito atual e muito necessária!
ResponderExcluirIdentifico-me bastante com essa ideia de “solidão rodeada de gente”… vemos cada vez mais pessoas juntas fisicamente, mas cada uma fechada no seu próprio mundo digital. A tecnologia trouxe facilidades incríveis, sem dúvida, mas parece que, aos poucos, fomos perdendo o prazer das pequenas interações. Uma conversa espontânea, um olhar, um simples “bom dia”. Parabéns pela excelente reflexão, faz-nos mesmo parar e pensar no equilíbrio que estamos (ou não) a conseguir manter. Abraço e um bom domingo! :)
Boa tarde, Taís
ResponderExcluirCrônica muito interessante. Realmente as pessoas estão muito individuais. Agradeço a Deus por ter uma família e amigos que gostam de interagir pessoalmente. Esses encontros presenciais são ótimos. Um forte abraço.
Hola... muy cierto lo que nos cuentas, analizando tu mensaje encuentro que me veo reflejada en esa gente que compra por internet. Pero siempre para todo hay un motivo, despues de un asalto en plena calle, el miedo me persigue, estoy con psicologa, pero el temor persiste.
ResponderExcluirUn abrazo.
Vamos dar uma força a este blog, vamos!
ResponderExcluirObrigado, valeu mesmo!
https://abonequinhadacaixinha.blogspot.com/
É uma grade verdade a solidão, quase generalizada, das pessoas de mais idade.
ResponderExcluirPara muita gente, tudo o que cerca não encontra eco nos seus gostos. Penso que vivem demasiado agarradas a um tempo que já passou. Não se enquadram, nem tentam, adaptar-se à mudança.
Claro que isto é somente um exemplo, há casos de solidão que nascem no fundo da alma, sem motivos aparentes. Não é apenas o corpo que adoece e requer cuidados, a alma também vai enfraquecendo se não encontrar algo que a desperte para a vida.
A paixão por algo ou alguém seria a cura...
Beijinhos, querida Taís.
(Gosto de a visitar com tempo, pois todas as suas Crónicas nos merecem aturada reflexão.)