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| Obra de Juarez Machado |
CONVERSA SOBRE "MENTIRAS"
Lembro, quando meus filhos estavam entrando na adolescência e tive uma conversinha com os dois:
- Falem sempre a verdade, ainda que doa e que o mundo desabe, mas não mintam, mentir é a arma dos fracos e dos covardes.
As crianças, em geral, mentiam para os pais para que não ficassem brabos ou para não irem de castigo, com suas estrepolias ou com notas baixas na escola, etc. Por medo ou para levarem vantagem de alguma coisinha. Mentirinhas de criança.
Porém, quando ficam adultos, e já dominam o vício de mentir, a coisa muda de figura, os estragos poderão ser gigantescos! Temos visto isso diariamente nas telinhas dos canais de televisão. Todos sabem do que falo. Os segredos explodiram.
O mentiroso mente para enganar a fim de ganhar alguma coisa; mente para se proteger. Também mente para ser aceito no meio social em que vive. Está sempre mentindo para ficar bem em causa própria. Tem gente que aguenta as discussões que não terminam tão fácil. E essas causam fortes brigas. Muita agressão.
Vale a pena para nossa saúde mental adotar um mentiroso destes? Aceitar sua presença com frequência, principalmente em nossas casas?
Já me perguntei o que fazer quando aparecer um mentiroso no meio em que vivemos? Tentar desarmar a criatura provando que está mentindo, é loucura! Parece debate de político. Um mentiroso não se entrega. A paz não volta tão cedo, ficarmos num estresse gigante.
Quando percebo a mentira, assim que dá, me afasto, seja onde for. É um vício que não tem cura. Nada como a paz de espírito.
Um mentiroso jamais reconhecerá que aguentamos um pouco a sua presença por educação. Mas, uma hora eles colocarão fogo no nosso circo, então seremos nós o palhaço da história.

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Taís