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DOCES LEMBRANÇAS DA INFÂNCIA
Penso que as lembranças que permanecem em nós, as que mais ficam em nossa mente, são as lembranças da infância, justamente um período que tínhamos muito amor e muitos cuidados dos nossos pais. Depois veio a adolescência, idade das nossas afirmações, a fim de construir a autoconfiança, e também o tempo dos lindos sonhos.
Eu tinha 9 anos, morávamos numa casa com cachorros, passarinhos e papagaio, o Dom Rafael - coisa do meu pai. Ele adorava papagaio. Lembro de uma vez que o papagaio me deu um susto quando entrei na área de serviço. Dom Rafael gritou alguma coisa, não lembro bem. Mas lembro do que eu disse a ele, naquela hora. Outra vez que passei por ele me disse o mesmo palavrão que eu havia dito na primeira ocasião!! Ensinei Don Rafael a ter boca suja! Culpa minha.
Nesses meus 9 anos, meu pai quis comprar um piano, queria que sua filha tocasse piano para ele, quando ficasse “velhinho”. Porém, pensar na palavra "velhinho" me angustiava. Eu tinha medo de perder meus pais. Hoje já não pensaria assim, vivemos muito mais e bem felizes.
Chegou o tal piano, lindo piano alemão. A professora morava na nossa rua, mas eu queria brincar, andar de bicicleta etc. Não havia celular, havia infância. Tinha de estudar piano todos os dias, após o colégio. Porém, sentava ao piano e inventava minhas composições. Isso eu gostava! Resolvi compor, era mais fácil e dava um certo prazer. Lógico que meus pais não sabiam, estudava um pouquinho o tema da professora. Ainda não queria dizer ao meu pai que eu queria desistir, e fui aguentando. Afinal, ele não me deu uma boneca, me deu um piano, esperando que eu gostasse.
Certo dia fomos a uma festa no salão de nossa paróquia, ótimo jantar, salão cheio. Não levou muito tempo para o padre chamar, ao palco, a menina que tocava piano! Putz… Minha mãe já me empurrava. Não tinha outra coisa a fazer. Fui, mas louca de medo. Mas, com segurança, toquei uma de minhas composições e no final aplaudida! Jamais esqueci daquilo, daquela tapeação enorme que fiz.
Com o passar do tempo senti uma carga enorme sobre meus ombros, não queria mais piano, meu pai não poderia envelhecer na minha cabeça. E troquei por um violão - estava muito na moda. Depois de pouco tempo, comecei a cantar! Que coisa horrorosa, terrível!! Deixei tudo, dei tchau à minha carreira musical.
E consegui esquecer o envelhecimento de meu querido pai. Hoje, não se pensa mais naquilo que eu pensava… A velhice pode ser longa e muito feliz!
Sem medos.

Tais, como são boas as lembranças de nossas infâncias! Cada uma! E os papagaios aprendem tudinho, cuidado ao falar!rs
ResponderExcluirEsse golpe do piano foi danado,rs Imagino a tua carinha!
Gostei de te ler!
beijos, ótima semana! chica
Olá, amiga Tais.
ResponderExcluirComo é tão bom recordarmos a nossa infância. Com toda a sua ternura, beleza e encanto.
Gostei bastante desta sua crónica, estimada amiga.
Deixo os votos de uma feliz semana, com tudo de bom.
Beijinhos, com carinho e amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
Todas as fases da vida trazem as suas histórias para contar. Nem todas serão boas, mas são a nossa vida vivida em fascículos. As da infância são o que de melhor recordaremos, na velhice!
ResponderExcluirUm beijinho, querida Taís.
Ao te ler
ResponderExcluirsabes o que acaba de me ocorrer?
Toca para quem te segue
Vá
Toca lá
(grava em vídeo)
Bjinho expectante
rssss, eu não tenho mais piano!
ExcluirFalo da minha infância! rsss
Acho que até seria capaz...
Bj, boa semana
Gosto muito de escrever sobre minhas lembranças. Meu blog está cheio delas. Gostei de ler sobre essa sua breve carreira de pianista. Com meu filho aconteceu algo parecido, depois eu conto por lá.
Excluirbeijos.
Envelhecer é uma porcaria.
ResponderExcluirO contrário, morrer novo, é muito pior.
James Dean só na tela.
Beijinhos, boa semana
Estoy de acuerdo, Tais, los recuerdos de la infancia siempre están revoloteando por la mente del recuerdo.
ResponderExcluirMorir joven es como desaparecer en el tiempo sin dejar huella.
Me gustaría ver un video de tí con tu piano, dicen que lo que aprender en la infancia no se olvida.
Feliz día Tais.
Un abrazo
Minha querida amiga Taís,
ResponderExcluirAs memórias da infância sempre me trazem minha avó Lourdes; vivi muitos bons momentos com ela. Quanto à saudade, a vida adulta se apropria das memórias da infância para lidar com as perdas que "colecionei" involuntariamente.
Quanto ao piano, tenho este belo instrumento no meu apartamento, na sala, onde montei minha biblioteca; os livros me lembram inúmeros autores... O piano, minha amada esposa, que era uma musicista incrível. Aliás, conheci-a em Londres, em um evento do Rotary, onde ela estava imponente ao piano, na orquestra da qual fazia parte. Durante a pandemia, o piano foi uma boa companhia. Mas, não me atrevo a dizer que toco como minha Beatrísse tocava.
Você se desfez do teu piano, "trocou" por um violão, mas, tua memória afetiva do piano está aqui, presente em (2026), lembrada em tuas palavras, em tua saudade.
Eu sinto falta até mesmo dos momentos que não vivi com as pessoas que amei e já perdi.
Tenha uma boa semana!
Beijos!!!
Los entrañables recuerdos de la infancia siempre nos acompañarán porque quedan grabados en el corazón.
ResponderExcluirCreo que la niñez es como un tesoro.
Muy agradable disfrutar de tu escrito.
Felices días.
Un beso.
Olá Taís
ResponderExcluirQue legal você tocar piano
Sabe que eu gosto muito desse instrumento
Eu comecei a tocar violão mas não sei muito
e canto: eu amo cantar !!
Mas achei muito legal você tocar piano
e ter suas próprias composições!!!
Achei muito interessante.
Fiquei com vontade de compor também.
Kkk
Obrigada por compartilhar uma memória tão feliz
Abraço mineiro pra você!!!
Oi, Taís! Tudo bem? As memórias são nossas companheiras inseparáveis ao longo da vida, certo? Recordar da infância costuma trazer lembranças agradáveis e momentos bons, mesmo que muitas pessoas também relembrem das dificuldades que enfrentaram nesse período. Que bonita a sua história com o piano! Um fraterno abraço!
ResponderExcluirQue bela história tua com o piano
ResponderExcluirE o piano e tu que maravilha
Um pai que refinava a sua filha
E ela, futurista, com outro plano.
O importante, Taís, é o ser humano,
Ser humano e não seguir a trilha
Que outro ser por ser sego palmilha,
Visto que o ser que segue é soberano.
Se tudo é verdade e é caminho
Seguiste soberana em desalinho
Aos ditames do pai, foste sozinha.
E o pai, por certo, encheu-te de carinho,
E quando ele, então, ficou “velhinho”,
Teu ser divinatório fez-te advinha.
Abraços a ti e aos teus. Laerte Tavares
Amiga Tais, boa noite de Paz!
ResponderExcluirEu fui bem feliz com minhas poucas aulas de piano e com meu tempo de tecladista que adoro. Fiz até uma Audiência uma vez na Igreja. Gosto muito de musica e até canto em coral.
Temos mesmo que ir pelo lado que nos agrade.
Tenha dias abençoados!
Beijinhos fraternos
Olá Taís, gostei de ver suas lembranças e a saia justa na festa. Mas com arte se saiu bem. Na minha casa também tivemos dois papagaios coisa do meu pai. O ultimo gostava de gritar "Telecurso".
ResponderExcluirSão belas as lembranças da infancia mesmo e são as que mais nos marcam pela vida. Esta semana vou postar sobre lembranças com cheiros e que vem da infancia.
Que a semana seja leve e alegre para você e Pedro.
Bjs de paz amiga.
Dear Tais, thank you so much for sharing your lovely memories. Playing the piano 🎹 is a wonderful gift.
ResponderExcluirNão tenho muitas lembranças da infância ,Tais .
ResponderExcluirQuando aperto o pensamento vem vagas coisinhas boas, um quintal com um tronco cheinho de jabuticaba que enchia os potinhos e ia saboreando aquele caroço branco rs . Gostava também de ficar ali vendo um córrego que passava nos fundos _ descia e ficava ali ...ouvindo o marulhar da água e tentando achar peixes, não tinha. Não sei bem porque Taís as lembranças não tão felizes vem com mais pressa ., o resultado da infância no final resultou na mulher que sou hoje e isso é muito bom.
Quer dizer ? ... que temos uma amiga pianista e uma cantora que se tornou uma linda cronista ... os ciclos das nossas vidas nos faz rir, chorar e se alegrar por ter passado quase incólumes. rs Beijinhos doce amiga. Bons dias brasileiros, enquanto fico de cá nessa manhã fria de Genebra., curtindo o que tenho melhor que a infância _ as minhas meninas (duas netas, uma filha e um genro suiço).
Te abraço Tais, desejando um dia feliz.
Tão bela esta sua recordação da infância. Na infância pintamos o mundo de outras cores, nem sempre garridas... por vezes também algo negras.
ResponderExcluirMais tarde, muito mais tarde também comprei uma viola, sonho de infância :)
Beijinhos e tudo de bom!
Tengo muchos recuerdos de mi infancia. Imaginación, fantasía, juego, música, color...¡eso es una suerte!
ResponderExcluirUn beso y buen día, Tais.
É um prazer ler esse texto, minha amiga Taís. Sua crônica vai além de uma simples lista de recordações: funciona como um espelho do amadurecimento. Por exemplo, o peso do futuro que a cronista carregava nos ombros. Para uma criança de 9 anos, o piano não era apenas um instrumento musical. Ele era um "relógio" que marcava a contagem regressiva para a velhice do seu pai, o que mostra como objetos ganham significados na nossa mente infantil. Ou a rebeldia inocente da infância ao revelar ter ensinado um palavrão ao papagaio. E como você, adulta, olha para trás com ternura e ressignifica o próprio medo. Ou seja, o tempo passou, o pai envelheceu (ou partiu), mas a angústia desapareceu, dando lugar à aceitação de que a velhice também pode ser um período feliz. Uma bela crônica.
ResponderExcluirBeijo, amiga Taís!
Y así es Tais como una llama encendida acude a ti
ResponderExcluirel recuerdo de la vida que rebasó y posó un dia tan
elocuente recuerdo al afinar en la infancia el logro
de las notas del piano ,que feliz composición ellas
con arroyos de primaveras te dieron alas y olas del
saberse adorada y requerida luz de la armonía que
más tarde,arde hoy ya yema de los dedos en cada
uno atento de D.Rafael sintiendo retornar alegría sol
afinada infancia...me encantó leerte ,saludos y con
un fuerte abrazo ,tú amigo.jr.
Tais, os anos vão passando e aqueles momentos de grande felicidade, que foram vividos na etapa mais bela da nossa vida, a nossa infância, afloram.
ResponderExcluirA mim também me passa isso e sou feliz.
Excelente a tua narrativa que fez-me retroceder no tempo.
Grande abraço e tudo de bom.
As lembranças sempre ficam guardadas dentro de nós, me lembrei da minha infância, tenho saudades, Tais desejo uma ótima quinta-feira bjs.
ResponderExcluirLinda crônica, Taís. Consegui enxergar você andando pela área de serviço da sua casa e brigando com o Dom Rafael. Consegui, saboreando suas palavras, sentir o nervosismo que você sentiu na igreja. E, também, sentir sua infância sem o celular e sem os tantos perigos de brincar na rua naqueles tempos. Curti demais o seu texto.
ResponderExcluirUm abraço, minha querida.
Querida amiga Tais,
ResponderExcluirEsse período da nossa infância é o mais gostoso e o que lembramos com mais saudade! São tantas coisas novas que aprendemos, são tantas emoções que vivemos e tanta coisa no futuro para conhecer. Eu quando criança achava que os meus pais seriam eternos, nunca pensei em perdê-los para a vida. Acho que quando éramos criança não existia tanta preocupação e também era ótimo que ainda não existia celular e todas as tecnologias de hoje que ajudam, mas também atrapalham muito no desenvolvimento das crianças. Belo texto minha amiga!
Um abraço paulistano!
Boa tarde Taís
ResponderExcluirUma crónica ternurenta e genuína, que nos conduz, com leveza e humor, às doces memórias da infância. Entre o papagaio de “boca suja”, o piano alemão e os medos inocentes de criança, a autora revela como as lembranças mais simples acabam por ser as mais eternas.
Um texto delicado, humano e cheio de afeto, capaz de despertar no leitor as suas próprias recordações.
Gostei imenso desta crónica.
Tenha um bom fim-de-semana.
Deixo um beijo
:)
Olá, amiga Tais.
ResponderExcluirPassando por aqui, para desejar um feliz fim de semana, com tudo de bom.
Beijinhos, com carinho e amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
Tenho boas recordações da minha meninice, querida Taís; o meu pai, taxista de aldeia, preocupava-se muito com os filhos e, apesar das dificuldades, quis que estudassemos e naquela época não era nada fácil, pois não havia, como hoje, ajudas por parte do governo; tudo era pago e não havia transportes de modo que aos 10 anos tive que ficar hospedada numa senhora para começar o ginásio, como vocês chamam aí; cá, era designado como 1o ano do liceu, sendo hoje o 5o ano; tudo isso contribuia para a dificuldade que tinham os pais para dar formação aos filhos; os meus pais eram muito carinhosos e tudo faziam para que os filhos tivessem o essencial, no que respeita aos estudos e a todo o resto; não tive brinquedos, mas nunca senti falta deles , pois, além de ninguém ter, lá na aldeia, o carinho que eu tinha suplantava tudo o resto. Como taxista, o meu pai não tinha hora de chegar a casa, mas, não se deitava sem dar um beijinho aos filhos.
ResponderExcluirContava sempre o caso em que um dia, ao ir ao meu quarto, tropeçou em alguma coisa e quase caíu; imagina...era eu que tinha caído da cama e rolado para perto da porta; como não tinha acendido a luz para não me acordar, quase deu um tombo
Lembro destas coisas bonitas e muitas outras que fizeram parte da minha meninice, numa aldeia e no tempo da ditadura ; nesses tempos a miséria era muita, mas, eu posso considerar que fui abençoada por ter tido uns pais que se privaram de muitas coisas para que aos filhos nada faltasse
Muito teria a contar sobre a minha infância, numa aldeia que, hoje, felizmente parece uma cidade, mas, fica para depois, certo, querida Amiga?
Parabéns pela crónica e obrigada por me teres levado aos meus bons tempos de criança . Um beijinho e saúde para todos aí em casa
Emília 🌻🌻
Assim era a infância e quanto se lutava para que nos fosse favorável. Um pedaço de Vida que revelas com todo o entusiasmo e vivacidade.
ResponderExcluirHá momentos que, penso, não tive infância mas ela sempre esteve e está presente.
Adorei esta tua nova Crónica, Taís.
Beijo,
SOL da Esteva
De niños nuestros padres siempre querían que destacásemos en algo y llegaban a gastarse una buena cantidad de dinero, como el en caso del tuyo, para que seríamos eso que ellos soñaban.
ResponderExcluirSaludos.
Doces lembranças mesmo ❤️ que ternura de crónica.
ResponderExcluirNunca tive grande aptidão para a música.
Sabe tão bem recordar os momentos especiais da infância.
Beijinhos
Caríssima Taís,
ResponderExcluirComo não se emocionar com a leitura de tão
magnífica crônica? Adorei! E no meu encanto
parabenizo-lhe grandemente por mais essa
preciosidade tão sensória quanto envolvente e
bela.
Voejei nas entrelinhas de suas doces
recordações. Não me contive e reli tomado por
comoção e absorvi cada vocábulo como seu eu
estivesse vivenciando uma odisseia. Como é bom
ler e sentir a imperatriz das crônicas.
Maravilhado levanto-me para lhe aplaudir por
mais esse primor de expressividade que ficará
para a eternidade.
Receba meus entusiásticos aplausos e faço
votos de que o seu domingo seja maravilhoso e
que a semana vindoura lhe traga renovadas
inspirações e profunda paz.
Cordial e fraterno abraço araçatubense até o
fascínio da sua Porto Alegre.
;
Olá, querida Taís
ResponderExcluirA infância é uma fase da vida que nos fica na lembrança mais do que
nenhuma outra. Muitas vezes romantizamos um pouco esta ou aquela passagem
mesmo que não tenha sido tão bela como imaginamos. O meu caso
foi com o violão, tocava e a minha irmã mais velha cantava e ainda hoje
as pessoas pedem-me para tocar alguma coisa o que nem sempre me apetece.
O meu genro diz sempre ao filho: Diz à vovó para te ensinar a tocar violão.
E o violão queda atrás do sofá cheio de pó :)
Que tenha um domingo excelente, minha amiga.
Beijinhos
Olinda
Nós, como pais, devemos utilizar a infância dos nossos filhos pra observar as suas reais aptidões. Costumamos, algumas vezes, projetar nossos desejos e ambições neles.
ResponderExcluirÉ sim, um tempo mágico, curti mais do que a adolescência.
Uma bela semana, Taís e quando faltar músico pro sarau aqui do Clube, já sei à quem recorrer.
Gostava de ter aprendido a tocar instrumentos musicais, também piano e viola. Mas o meu ouvido é duro... comecei pela viola e desisti porque nem a conseguia afinar.
ResponderExcluirUm crónica interessante, gostei de ler.
Boa semana.
Um abraço.
Taís voltei para agradecer o link que deixou das Igrejas, todas elas eram magnificas.
ResponderExcluirAdoro visitar igrejas, são sempre locais muito especiais pela historia que encerram, pela fé e muitas delas pela imponência e riqueza dos seus interiores e exteriores. Já tive o prazer de visitar um grande numero delas por vários países, mas penso que o local onde vi mais igrejas concentradas num só sitio foi em Paris.
Beijinhos
Oi, Maria, são magníficas, sim,
Excluire trazem junto a fé e o respeito de um templo.
Um beijinho, querida, uma boa semana.
Oh, Tais, desconocía esa faceta tuya de artista...
ResponderExcluirMe ha encantado saber un poquito más de ti a través de tus recuerdos.
Además, lo cuentas tan bien, que lo vivo intensamente.
Abrazo.
Olá, amiga Tais.
ResponderExcluirPassando por aqui, para desejar uma feliz semana, com tudo de bom.
Beijinhos, com carinho e amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
Olá querida Taís
ResponderExcluirFiquei imensamente feliz com a sua visitinha ao blog.
Eu também tive piano.
Tocava tudo de ouvido.
Depois também desisti.
Estive afastada dos blogs pois perdi o meu marido.
Aos poucos estou me acostumando e tudo vai se ajeitando.
Deixo um beijinho carinhoso
Verena
Olá querida Taís! Mais uma vez, fiquei maravilhado com a sua escrita! Esta crónica é uma verdadeira viagem no tempo. A sua narrativa sobre o peso do piano e o alívio que procurou ao trocá-lo pelo violão reflete muito bem as angústias invisíveis que carregamos na infância. Nada melhor que a aceitação serena e feliz da velhice do seu querido pai. Abracinho! 🤗
ResponderExcluirTaís,
ResponderExcluirÉ verdade que muita
coisa mudou e mudou na
gente e na nossa forma de
ver a vida.
Hoje passando para constatar
que tenho muuito que ler aqui
para ficar em dia com minha
leitura semanal que está atrasada
um mes inteiro e amanhã
já é o ultimo dia de maio!
Gente!
Bjins e ótimo domingo
aí querida.
CatiahôAlc.
Querida y bella Tais, que hermosos recuerdos de tu infancia, eres una artista completa
ResponderExcluirLos recuerdos de la infancia nunca se borran, siempre me gusto el piano, escuchaba mucho a Richard Clayderman, me daba calma y me hacia soñar.
Que tengas un hermoso y feliz día.
Besitos y te dejo todo mi cariño bella amiga
Olá Taís,
ResponderExcluirPassei para ver as novidades.
Aproveito para lhe desejar uma boa semana.
Um abraço.
Boa tarde, Tais
ResponderExcluirÓtima crônica. Acho lindo quem sabe tocar piano. Nunca tive habilidades para instrumentos musicais. Tive uma infância muito boa e brinquei muito. Recordar esses momentos é viver. Um forte abraço.