A SOLIDÃO DOS IDOSOS
- Taís Luso de Carvalho
Tenho pensado bastante e observado os nossos idosos que vivem muito solitários. Muitos deles procuram viver em grupos, buscam maior sociabilidade em encontros programados, como passeios, viagens, festinhas, restaurantes. Um convívio excelente para fugirem da solidão. Exercitam o carinho e a amizade que conquistaram ao longo de alguns anos.
Na Inglaterra e no Japão existe o Ministério da Solidão que cuida dos seus idosos, interferindo na maneira em que vivem. A solidão machuca, é um sentimento de abandono que os idosos sentem muito, tornam-se pessoas frágeis e carentes .
Quando os idosos frequentam restaurantes e não encontram o menu tradicional, e sim o tal do QR Code (código de resposta rápida), sentem-se desconfortáveis . É um menu digital, aponta-se o celular e se visualiza o menu completo, tudo ali, informatizado. Depois paga a conta pelo celular, se souber manejar o negócio. Ora, nem todo idoso sabe usar informática, mais calma com eles!
Esta é apenas uma das falhas com os idosos, há outros inúmeros atendimentos que são informatizados. E daí, como fica a coisa? Mandar os idosos para um curso de informática ou explicar o negócio com cara feia?
E assim começa o isolamento do idoso, ele não se vê mais nesse mundo e começa a querer ficar sozinho para não ser um estorvo na família ou na convivência com pessoas mais jovens. Isolam-se, não querem parecer analfabetos da Nobre Arte da Informática! Não querem ser um peso no meio em que vivem.
Os humanoides, dessa era em que vivemos, esquecem que a maioria dos humanos normais, ao atingirem uma idade bem avançada, dificilmente terão mentes brilhantes, não estarão aptos a entenderem a evolução da informática. Vi uma senhora, na televisão, num grupinho de idosas, envergonhada por não saber usar o tal QR Code. Afinal, só jovens frequentam restaurantes?
Idosos precisam de carinho, de companheiros, de Órgãos que facilitem suas vidas e que reconheçam que eles fazem parte de uma sociedade que ajudaram a crescer - de um modo ou de outro. Acho ótimo o desenvolvimento da informática e outras coisas mais, mas as gerações envelhecem, será que esses idosos querem isso?
As mentes brilhantes, também adoecerão, poderão ficar com a memória em baixa e a compreensão atingida.
Está faltando mais carinho, paciência e gratidão para com nossos idosos, que já fizeram muito pelo nosso país.
Portanto, agora, eles são credores das gerações mais jovens!

Oi, Taís! Infelizmente, essa é uma realidade triste: na era da globalização e da tecnologia, muitos idosos estão se sentindo cada vez mais sozinhos. Apesar disso, os grupos de apoio e convivência são essenciais para preservar a saúde mental deles. Além disso, atividades físicas leves também são importantes para manter o corpo saudável. Excelente crônica, como sempre! Um fraterno abraço amiga Taís.
ResponderExcluirMuito bom o tema,Taís e nós idosos se não nos "antenarmos" , pobres de nós,rs.. O bom é poder rir das nossas "defuciências",tais como lembro agora o tal do reconhecimento facial...É cômico ver aqui em casa,rs... Fico cegueta sem óculos e o raio da coisa manda tirar óculos.Daí se não fosse o maridão ao lado, nem te conto,rs... Essa é uma das nossas ... Mas enfim, odas idades têm suas mazelas e o importante é não sermos nunca abandonados...Precisamos de carinho.... beijos, linda semana, chica
ResponderExcluirConcordo contigo. O teu texto faz-nos pensar numa realidade que muitas vezes esquecemos: envelhecer não devia significar ficar para trás. A tecnologia é importante, mas nunca pode substituir a empatia, a paciência e o respeito por quem tanto deu ao longo da vida. Que nunca nos falte tempo para ouvir, ajudar e fazer os nossos idosos sentirem-se verdadeiramente incluídos.
ResponderExcluir**Beijinho na alma,**
**Daniela Silva | Alma Leve** 🌿
Assunto atual com muitas precisões. Precisamos alardear estas situações que tendem a crescer. Somos muitos idosos e por coincidência, lá no meu espaço blogger também me reporto a esta fase da vida.
ResponderExcluirAgora estou lá e cá tentando manter o pensandoefamilia, que completará 18 anos, e semeando o pensandoemfamila2.
Vamos neste caminhar com os bons temas, que sempre nos presenteia, com suas crônicas.
Bjsss.
Tienes toda la razón. Te deseo una buena semana. Te mando un beso.
ResponderExcluirOlá, querida Taís! Olhe... a sua reflexão tocou num ponto crucial que muitas vezes a sociedade prefere ignorar. A solidão na terceira idade e o sentimento de abandono. É muito triste ver que países precisam de um 'Ministério da Solidão' para lidar com isto, quando a solução deveria começar no nosso dia a dia, com mais afeto e inclusão. Eu vejo pelos meus avós. Ficam o dia inteiro à espera de visitas ansiosamente. Abraços e uma boa semana para si! 😊
ResponderExcluir- Avós são seres únicos, e feliz daquele jovem que os levam pra lugares "modernos" sem a pretensão de julgar ou deixar desassistidos e constrangidos. Que saudade da minha vozinha. Queria saber como muito como ela lidaria com esse mundo de hoje.
ResponderExcluirUma cronica perfeita Taís, para uma critica ao que se faz com os idosos no Brasil. Vejo alguns perdidos com os avanços tecnologicos. Mas hoje aqui em Salvador, vi a ação de policia, de condução para delegacia, numa casa de repouso, asilo ou coisa parecida, onde os idosos abandonados por seus familiares sofriam agressões e humilhações dos funcionários e a condição higienica era deploravel. Fico imaginando que tipo de filhos que abandona os pais numa casa e não visitam para ver as condições degradante a que são expostos.
ResponderExcluirPior que até os governantes nada fazem para facilitar e assim a solidãao os maltrata.
Boa critica Taís e uma semana iluminada para vocês. Agora com o avanço da IA imagina como ficam as cabeças destes idosos alijados dos avanços tecnologicos.
Bjs e paz amiga.
A minha mãe está acompanhada por duas empregadas.
ResponderExcluirDia e noite.
Mas procura isolar-se.
Um pesadelo.
Beijos
What a timely topic!
ResponderExcluirYes, as people get older, they feel increasingly isolated.
I think about this every day; my mother lives just a short distance from my apartment in a house with a yard, and I try to visit her daily, even if only for a little while
. However, we need to take collective action for the elderly, given that Greece's population is aging.
Excelente, querida Taís, excelente texto o seu !!
ResponderExcluirA diferença entre a sociedade oriental e a ocidental é que na primeira se respeitam as pessoas mais velhas enquanto na nossa são encaradas como um fardo inútil. Em Portugal, um deputado do PSD ( actualmente no Governo) utilizou a expressão " peste grisalha ).
Estas criaturas esquecem que também serão velhas e se não o forem é porque, infelizmente, morreram.
Minha amiga, feliz semana e carinhoso abraço .
Querida Tais, nunca presenciei idosos sendo maltratados, mas sei que há, aqui perto de casa há um posto de saúde onde todos se tratam muito bem,( frequento por ter de estar com vacinas em dia) tenho amigos de todas as idades, gostaria muito que isso acontecesse em todos os lugares, pois estou idosa, tem hora que nem sinto isso, rsrs, faço caminhadas e exercícios, tenho sorte e/ou por ter me cuidado, amar as pessoas deveria ser algo natural, seu post será de boa orientação, amei ler!
ResponderExcluirAbraços apertados!
Olá, amiga Taís.
ResponderExcluirInfelizmente, é o grande problema das nossas sociedades. Muitos idosos são simplesmente abandonados pela família. Nos hospitais, nos lares ou nas suas casas. Um flagelo que aumenta a cada dia que passa.
Excelente e oportuna crónica, estimada amiga.
Beijinhos e bom semana, com tudo de bom.
Mário Margaride
Es un tema el que tratas en el articulo mas abitual de lo que nos pueda parecer el querer que todos usemos todos avances informaticos de la misma manera. En el caso de las personas mayores es algo que llego cuando como nos comentas ya no se tiene las mismas condiciones para aprender que de joven.
ResponderExcluirSaludos.
Boa tarde Taís
ResponderExcluirUma crónica profundamente humana e necessária.
A tecnologia jamais deveria substituir o acolhimento, a paciência e o respeito por quem tanto contribuiu para a sociedade.
Que nunca nos falte empatia para com os nossos idosos.
Gostei muito desta reflexão.
Deixo um beijo e votos de boa semana com saúde.
:)
Has expuesto muy bien un tema muy real. Tristemente así está sucediendo.
ResponderExcluirUn tema importante y una excelente reflexión.
Sin duda, debería de tener una solución.
Un placer leerte.
Un beso.
Boa tarde . Voltei para lhe indicar o link para poder também chegar ao meu espaço blogger, Bjsss Norma
ResponderExcluirhttps://pensandoemfamilia2.blogspot.com/
A solidão é um sentimento de vazio não é Taís? O idoso pode estar mais sujeito a ter esse sentimentos porque acaba ficando só .. Sim, a tecnologia afasta os mais velhos do convívio social , como trata tão bem no seu texto. O idoso além das dificuldades físicas normais encontra agora um caos total quando precisa agendar médico , que é o que mas faz nessa fase da vida. Cuidar da saúde. É o caos total. No Brasil fiquei sabendo que até no SUS o agendamento de consultas é pelo aplicativo.. É triste perceber como a cada dia fica mais dificil para o idoso que não tem conhecimento e nem quem os assista. Um tema importante trouxe aqui, Tais .
ResponderExcluirE Ministério da Solidão ? também não , amiga . ,Para inclusão não precisa ministério, precisa dignidade , respeito e amor. É um assunto longo esse rs
Beijinhos e boa semana
Minha querida amigo Taís,
ResponderExcluirO chamado "Ministério da Solidão" é um cargo criado pelo governo japonês em fevereiro de (2021). A pasta foi estabelecida para combater o isolamento social e o aumento das taxas de suicídio, que foram exacerbadas durante a pandemia de COVID-19.
A questão do suicídio no Japão é um assunto sério, Taís; embora a população de lá não enfrente nem a metade das dificuldades vistas em países africanos ou da América do Sul, as altas taxas de suicídio no Japão decorrem de uma combinação complexa de pressões sociais, estigmas em relação à saúde mental e fatores econômicos. Entre estes fatores, destaca-se uma sociedade altamente competitiva que impõe exigências rigorosas de desempenho acadêmico e sucesso profissional, gerando imensa ansiedade que afeta até mesmo pessoas "50+". Existem fenômenos conhecidos como "karoshi" (morte por excesso de trabalho) e "karojisatsu" (suicídio resultante de esgotamento profissional), que refletem uma cultura de longas jornadas de trabalho e extrema dedicação à empresa... e a aposentadoria lá é diferente da que vivenciamos aqui. E se aqui a o valor pago aos aposentados não é nada bom, lá inexiste.
Mas, não quero perder de vista a importância do teu texto, que lança luz sobre os idosos, que, afinal, não estão exatamente em uma "melhor idade"; na minha opinião, existem apenas duas idades: vivo e morto.
A única coisa que me preocupa são os "empréstimos consignados" que familiares usurpam da aposentaria de seus idosos de maneira irresponsável e indigna.
Tenha uma semana suave!
Beijos!!!
Taís:
ResponderExcluirés triste comprobar que la tecnología nos va superando.
Abraço e boa semana.
Thanks for your sharing
ResponderExcluirOi, Taís
ResponderExcluirUm tema bem contemporâneo. Também já escrevi uma crônica sobre a solidão de idosos no Japão e de como o país envelhece sem "peças de reposição" (a baixíssima taxa de natalidade, que também está se tornando um problema em alguns países). São problemas do nosso tempo. É difícil pessoas mais velhas se adaptarem aos avanços diários da tecnologia. Estou com 61 e já acontece de eu perguntar coisas ao meu filho de 15.... o que será daqui a 20 anos?
Uma crónica muito sensível e cheia de humanidade. Infelizmente os idosos são ignorados e tantas vezes maltratados até pelos próprios filhos. Custa pensar que isso acontece, mas é a realidade. O seu texto faz pensar e desejar que as coisas melhorem.
ResponderExcluirTudo de bom, minha Amiga Taís.
Um beijo.
Amiga Tais, bom dia de Paz!
ResponderExcluirMeu padrinho se foi com quase 92 e não tinha falta de carinho de todos. Viveu rodeado pelos que amou. Ajudou a todos e deixou infinita saudade.
Se todos os idosos fossem como ele, ou seja, tivessem o que ele teve, não sofreriam de solidão e dores da alma, mas nos falta compaixão além da sociedade ser etarista.
Tenha dias abençoados!
Beijinhos fraternos
Olá Taís,
ResponderExcluirtenho 81 anitos
e vivo feliz
quanto aos idosos que me rodeiam, vê só
https://conversavinagrada.blogspot.com/2026/07/sao-os-tais-que-desenham-sonhos-mas-que.html
Beijo amigo
Gostei muito do seu texto. Fez-me reflectir. A tecnologia evolui muitíssimo rápido... a IA vai piorar tudo ainda mais.
ResponderExcluirBeijinhos.
Dear Tais, the photo is very touching. Thank you so much for addressing this topic, dear friend. This is a sad fact. In Japan, many elderly people who live alone die without anyone knowing for as long as a month. They call this lonely deaths.
ResponderExcluirI think this can happen anywhere in the world 🌎 including here in Montreal, Canada.
Bom dia Taís,
ResponderExcluirComo sempre uma belíssima Crónica, que me diz muito, porque desde criança me habituei a respeitar os idosos!
Hoje não se pensa mais que um dia todos seremos velhos também!
O que está sempre à frente é a forma de ganhar mais dinheiro e com maior rapidez!
Uma tristeza que faz doer o coração.
Penso também nos que estão nos lares, muitos deles não são visitados pela família.
Falo com conhecimento de causa. Ali estão muitas vezes sem atividades, numa rotina de levantar, pequeno almoço, sentar, almoço, uma TV ligada que eles nem ouvem nem veem, lanche, jantar, cama.
E assim passam os dias perdidos nesta rotina.
Beijinhos e um abençoado fim de semana.
Emília
Querida amiga Tais,
ResponderExcluirEnvelhecer em qualquer lugar do mundo já é complicado o suficiente, mas envelhecer no Brasil tem sido um desafio para os idosos. Essa onde de QR Code em restaurantes é um absurdo até para as pessoas mais jovens, pois você precisa estar conectado a todo tipo de tecnologia para simplesmente pedir um prato de comida. Os idosos também sofrem com calçadas irregulares e ruas esburacadas, falta de corrimão em locais necessários, falta de acessibilidade em transportes públicos, falta de respeito de motoristas que mesmo estando no bairro abusam da velocidade em seus carros e motos, muitas vezes avançando em faróis vermelhos e não respeitando faixas de pedestres, uma calamidade total. Envelhecer por si só já é bastante complicado e com todas essas dificuldades e falta de empatia das pessoas se torna ainda pior.
Belo texto minha amiga, como sempre você aborda um tema muito sensível.
Um abraço paulistano!
Oi querida Tais, que blog incrível que você tem, fiquei encantada com ele!
ResponderExcluirO seu texto é de utilidade pública pois eu te digo que até eu tenho dificuldade com os cardápios dos restaurantes neste tal de qrcode. Acho terrível ofertarem para os idosos essa sequência tecnológica difícil de ser manejada.
Eu estou sempre com meus pais, dando ampla assistência, pois até para ir no médico é necessário saber manejar o celular para marcar consultas. Depois pegar o Uber, ir à farmácia comprar os medicamentos É tudo complicadíssimo para eles.
O seu texto me emocionou, e também me deixou ainda mais ansiosa sobre o futuro dos idosos neste mundo tão eivado de tecnologia.
Beijos e um ótimo final de semana!!! :)))))
Adriana querida, que bom ter você aqui!
ExcluirMuito obrigada, sempre bem-vinda!
Um feliz final de semana,
beijos! 🌹🙋♀️
Excelente retrato (onde me incluo) de uma geração que se vai esvaindo como areia entre os dedos.
ResponderExcluirMuito obrigado por abordares este tema tão real e presente.
Obrigado, Taís por mais esta excelente Crónica.
Beijo,
SOL da Esteva
Olá Taís
ResponderExcluirConcordo com você
Devemos cuidar dos idosos
Dar amor, carinho e atenção
Eles merecem
Um dia estaremos no lugar deles
E como gostaríamos de ser tratados?
Amei seu texto.
Abraço mineiro pra você
Olá, querida Taís! Mais uma crónica cheia de sensibilidade como sempre!!
ResponderExcluirTocou num ponto que acho crucial... essa avalanche de QR codes e serviços digitais nos restaurantes e no dia a dia, muitas vezes acaba por isolar e constranger os idosos em vez de os incluir. Envelhecer não deveria significar ser deixado para trás pela tecnologia. Falta mesmo mais paciência e gratidão por parte da sociedade para com quem já fez tanto por nós. Abraços e um excelente domingo para si. 🤗
O mundo tende a organizar-se em função do público alvo. E os idosos não são um alvo importante para economia, nomeadamente para os restaurantes.
ResponderExcluirExcelente crónica, como sempre.
Boa semana minha amiga.
Um abraço.
É isso mesmo, muitos idosos ficam deslocados, atropelados pela "tecnofagia" irrefreável que sai tratorando tudo. Carecemos de um olhar mais humano e cuidadoso.
ResponderExcluirTodo dia é dia de saudar os amigos e a amizade. Tenha um feliz e inspirado dia do amigo!
☕ Um abraço. Tudo de bom 😊🌹🌺🌷🌻
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Querida Taís, escreveste um texto que toca numa realidade tantas vezes ignorada. A forma como dás voz à solidão dos idosos e à dificuldade que muitos sentem em acompanhar um mundo cada vez mais digital convida-nos a refletir sobre o valor da paciência, do respeito e da gratidão. A tecnologia deve aproximar pessoas, nunca afastá-las. Gostei muito desta chamada de atenção tão sensível e necessária. Um abraço carinhoso. 💛
ResponderExcluirBeijinho na alma,
Daniela Silva | Alma Leve
Olá, amiga Taís,
ResponderExcluirPassando por aqui, para desejar uma boa semana com tudo de bom.
Beijinhos, com carinho e amizade.
Mário Margaride
http://porsiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
Sueño que no soy dueño de mi los pájaros pian vuelan marcan la estancia
ResponderExcluirdonde el banco en que estoy sentado me trae listado de recuerdos las perlas
del lago me salpican y repican eres uno más luna de medianoche en carricoche
atiendo a mis manos que cogen el aire como un espejo vacio del que antes me
miraba se oye un murmullo y tal vez griterio es la luminosa voz de al fin campeones
me hago a un lado mis sienes son los unicos bienes asoman me arropan dan entre calores y flores un aroma del insustituible paso del tiempo que habla y nos repica
como sin darnos apenas cuenta nos hemos ya hechos mayores...me encantó leerte
Tais un relato bello y lleno de humanidad,saludos tu amigo .jr.
Caríssima Tais,
ResponderExcluirA sua crônica é uma verdadeira apologia aos idosos,
sempre mais isolados em razão do avanço tecnológico.
Meus entusiásticos parabéns pelo magnífico texto,
pela magnitude de toda sua obra e do ser humano que
você é, possuidora de tão imensa sensibilidade.
Emocionado com seus sensórios dizeres, a minha
próxima postagem será um poema que fiz há muitos
anos, em homenagem aos idosos.
Que Deus abençoe você, e toda sua família e lhes
conceda tudo o que vida tem de melhor.
Terno abraço com profunda admiração.
Oi, queridona, tudo bem?
ResponderExcluirQue bela pauta você trouxe, por aqui tô sempre ajudando meus pais que são idosos, e a mais pura verdade é que as pessoas estão focando muito na tecnologia cada vez mais avançada, e nos jovens e na geração que nasceu já sabendo usar as telas, mas se esquecendo totalmente que junto a tudo isso uma população mundial envelhece cada vez mais, chegando aos 100 lúcidos, inclusive, mas que têm limitação para as tecnologias que atualizam sem parar e numa velocidade absurda. Nem todos têm com quem contar para pedir ajuda. É preciso pensar neles na hora de informatizar tudo.
Amei o post e o texto, traz muitas camadas de discussão.
Outro assunto é a falta de cuidado, companheirismo e amor na terceira idade. Tem muita família disfuncional, isso é um fato, mas aí tem também um assunto mais delicado. Às vezes, o idoso apenas colhe o que plantou a vida toda. Não sabemos como a pessoa foi a vida toda, e a gente tem a tendência a se solidarizar, mas as vezes a solidão que determinado idoso está inserido é apenas reação de um comportamento muito complicado durante a sua vida toda. A gente vai envelhecer, mas a caminhada que vamos fazer precisa ser de respeito com os outros e agregadora, senão vamos ficar sozinhos mesmo, não tem jeito.
Beijo, beijo com carinho.
She
Olá, querida Taís
ResponderExcluirUm tema sempre actual seja qual for o prisma por que o abordemos.
A solidão dos idosos! Seja no que se refere à informática ou noutros
áreas as pessoas mais velhas saem a perder. As pessoas jovens não
conseguem parar para pensar que os que agora tem dificuldades
em acompanhar as evoluções da técnica já tiveram o seu tempo
e foram eles que ajudaram a construir a sociedade em que agora
vivem.
Desejo dias felizes, minha amiga.
Beijinhos
Olinda
Bom dia, Tais
ResponderExcluirÓtima crônica. É muito triste ver como muitos idosos se sentem solitários. Há limitações que a velhice traz, e ter a família presente nesses momentos é de crucial importância. Ainda não sou idosa, mas agradeço a Deus pela família que tenho, sempre atentos uns para com os outros. Um forte abraço.
Esta Crónica, Taís, grita aos ventos a realidade dos dias presentes. Me comove e me alerta para um futuro incerto que a todos cabe rumar.
ResponderExcluirTexto precioso e de grande valia.
Beijo,
SOL da Esteva
Olá, amiga Tais.
ResponderExcluirPassando por aqui, para desejar um bom fim de semana com tudo de bom.
Beijinhos, com carinho e amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
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