- Taís Luso de Carvalho
Não há mais bairros em nossas cidades sem alguém pedindo um dinheiro para comer, seja velhinho, seja mulher com crianças ou pobrezinhos com alguma deficiência. Ficam defronte aos supermercados ou nas calçadas próximas ao movimento das pessoas. Como conseguiremos sair com várias sacolas de um supermercado e ver, sentados na calçada, velhos esperando uns trocados ou algo que faça acalmar sua fome? Continuarei ajudando apesar de muitos acharem errado. Errado é ver a triste desgraça e fazer que não vê! Um coração de pedra?
Há inúmeros restaurantes, no bairro em que moro, mas como entrar e sair deles e não ver essa gente carente e solitária, aguardando que uma alma caridosa se compadeça da sua miséria, sentados no chão, esperando alguma coisa daqueles que saem com a barriga cheia, felizes e sorrindo!
Dar abrigo e comida a essa pobre gente seria coisa para as prefeituras resolverem. Quem sabe mais abrigos não resolveriam o problema?
Aqui onde moramos, há um velhinho que quando nos vê vem ao encontro buscar uns trocadinhos ou qualquer coisa que damos, fica alegre. Caminha, meio que sorrindo, com a esperança de receber a nossa ajuda. Essa pobre gente não tem condições de trabalhar, tão frágeis, tão humildes! Fico feliz em dar o pouco que pedem.
Ontem, um deles pegou o dinheiro e disse bem faceiro: que lindo casal vocês! Ficou faceiro e agradecido com pouca coisa. Saímos, eu e Pedro, e continuamos a caminhar, a ver outros tantos nessa situação, um dia muito frio, chuva e muitos de pé no chão. Poucos com um agasalho.
Essas pessoas não pedem luxo, não andam de jatinho, não ficam nos melhores hotéis do mundo; eles passam frio, e assim continuarão. Não vivem de salários altos e nem com absurdas regalias. Que triste contraste!
Sabemos que muitos são acolhidos, mas longe está de ser o suficiente. Mais abrigos, mais assistência para que essa gente tão infeliz possa viver com um pouquinho de dignidade.
Na verdade, pessoas que não sabem quando terão sua próxima refeição, difícil se torna procurar emprego e regularizar seus documentos. Como irão se apresentar? Sem condições. Já escutei algumas pessoas acharem ruim quando ajudamos um pouco, mas vá lá entender um mundo tão desigual, preconceituoso e bastante cruel.

É triste essa realidade de nossa Poa e outras tantas cidades desse mundão afora!
ResponderExcluirIncrível ver ! Eficamos com pena, ajudamos como podemos, mas caberia aos grandões...Esses nada ou pouco fazem! AFFF...
beijos, lindo fds, chica
Oi, Tais! É profundamente tocante testemunhar, em primeira mão, a realidade que muitos enfrentam. Quando as desventuras do mundo são vistas através das telas da televisão ou da internet, a distância emocional parece se intensificar, obscurecendo a verdadeira gravidade da situação. A tristeza é ainda mais acentuada ao observar que aqueles que ocupam os altos cargos, em suas vidas de opulência, parecem alheios ao sofrimento que se desdobra diante de nossos olhos. Nas ruas, muitos se veem reduzidos a uma existência que lembra o abandono dos animais, expostos ao frio e à fome. Com a frequência das chuvas, a dureza da condição humana se torna ainda mais pungente, e é um lamento que ecoa nas almas sensíveis. Perguntamo-nos se, um dia, essa realidade se transformará, pois é inconcebível que tal situação persista em um lugar que deve ser lar para todos.
ResponderExcluirQue possamos nos lembrar de oferecer ajuda quando solicitada, pois, mesmo que a situação não seja ideal, um gesto de compaixão revela a grandeza de um coração que ainda guarda amor, em contraste com a indiferença que muitos parecem carregar em seus corações de oedra. Que cada um de nós tenha a coragem de agir e de lembrar que, mesmo nas desgraças, existem pequenas luzes que podem iluminar o caminho. Cuide-se e continue a espalhar esse amor em meio à adversidade minha amiga. Fique bem! Um fraterno abraço!
Taís, qué relato tan conmovedor. Con muy pocas pinceladas has conseguido retratar la soledad, la dignidad y la invisibilidad que tantas veces acompañan a quienes viven en los márgenes. El viejo mendigo no aparece solo como un personaje, sino como un espejo que obliga al lector a detenerse y mirar más allá de las apariencias.
ResponderExcluirMe ha gustado especialmente la sensibilidad con la que narras la escena, sin juicios ni estridencias, dejando que sea la propia historia la que despierte la reflexión y la empatía. Un texto breve, humano y profundamente emotivo.
Un fuerte abrazo, Taís.
Minha querida Amiga Taís, esta sua crónica é quase um grito de alerta por aqueles que sofrem a miséria dos dias que passam. É muito triste ter que mendigar para poder comer, esperando que passem pessoas com um pouco de humanidade, que os ajudem.
ResponderExcluirA Taís e o Pedro não conseguem passar indiferentes. Deus vos dê em dobro e em saúde. Fiquei comovida com o seu texto.
Tudo de bom.
Um beijo.
Como ese anciano que agradece le des unas monedas o un simple bocadillo conque aplacar el hambre hay muchos o que agradezcan el ser alojados en un albergue. Pero el que como en ocasiones, pocas pero las hay, solo acepten las monedas para adquirir alcohol es lo que desmoraliza un poco.
ResponderExcluirDe estos últimos recuerdo un caso hace unos 60 años en la España de aquellos años en los que no nos sobraba mucho y menos en un pequeño pueblo de Castilla de uno con tal borrachera que incluso se defeco encima. Esto lo pudiera haber realizado en el campo o un lugar apartado como los lugareños ya que por entonces no había sanitarios en las viviendas.
Saludos.
Me ha encantado tu publicación porque está llena de verdad y es muy emocionante.
ResponderExcluirMuy de acuerdo con lo que expones. Estas tristes situaciones te llegan al corazón.
Un beso, querida Tais.
Feliz fin de semana.
Olá Taís, seu relato é espelho de quase todas as grandes cidades do Brasil, uma legião de desvalidos que buscam um alivio para a fome a que estão submetidos. Aqui em Salvador no meio deles, os pobres, misturam-se os viciados das drogas e a estes a ajuda é complicada, pois ela vai direta para o trafico. Recomenda-se doar alimentos, mas que não sejam lacrados, (uma lata de leite em pó deve ser aberta para doar) pois assim não podem vender aos fornecedores de drogas. Orientação recebida pela Policia Militar. Mas devemos sempre estar consciente da desigualdade reinante e um sistema, que parece se alimentar desta miséria. Abrigos para esta gente é o minimo, que os municípios teriam que atuar. Um grito amiga que ecoa pelo Brasil sobre esta gritante situação dos sem tetos.
ResponderExcluirSigamos fazendo nossa parte com o coração e consciencia da necessidade do outro.
Um bom fim de semana para você e Pedro.
Bjs de paz amiga.
Minha querida amiga Taís,
ResponderExcluirA fome e a vulnerabilidade social são problemas visíveis nas ruas das cidades brasileiras, refletindo as dificuldades financeiras enfrentadas por muitas famílias e idosos.
O crescimento da população em situação de rua, impulsionado pela falta de moradia acessível, força mais pessoas a ocupar espaços públicos em uma luta pela sobrevivência. No entanto, rotular alguém como "morador de rua", acaba por excluí-lo da vida social; na realidade, ninguém consegue verdadeiramente "morar" na rua. Estar "sem-teto" é uma existência desumanizadora e desprovida de dignidade, consequência do descaso social de políticos que prometem mundos e fundos em épocas de eleição, mas, que, uma vez eleitos, continuam a roubar a população sem oferecer em troca serviços sociais básicos.
O desemprego, agravado pelo etarismo de empresas que se recusam a contratar pessoas com mais de 50 anos em um mundo que envelhece em ritmo acelerado, somado ao alto custo de vida, dificulta ainda mais que indivíduos de baixa renda (ou renda nenhuma), supram suas necessidades básicas. Isso resulta em um apelo popular, que, infelizmente, tornou-se comum demais no dia a dia: "Por favor, você tem algum trocado para me dar?"
Há uma escassez de redes de apoio, onde a empatia existe apenas como definição nos dicionários; muitos idosos e mães solo não conseguem obter aposentadoria ou auxílio suficiente para cobrir os custos com alimentação básica e isso é humilhante.
Esperemos por dias melhores... embora isso dependa de esforços paralelos. E nós, do Rotary, fazemos discretamente (sem alarde), aquilo que os políticos têm o dever de fazer, mas, não fazem.
Tenha um bom fim de semana.
Beijos!!!
A situação das pessoas que vivem da mendicância e habitam as ruas constitui uma clara violação da dignidade humana e um reflexo de falhas estruturais na sociedade e nas políticas públicas. A dignidade é o princípio segundo o qual todo ser humano possui valor intrínseco e merece as condições básicas para desenvolver o seu potencial. Quando o espaço público se torna a única opção de sobrevivência, esse princípio é violado.
ResponderExcluirSaúde a você — Drª. Jéssica Mayra
Bom dia, Tais
ResponderExcluirCrônica muito importante. É muito triste a situação das pessoas que vivem nas ruas. Também gosto de dar. A Palavra de Deus diz: "Como é feliz quem atende ao pobre! O Senhor o livra em tempos de adversidade." Salmos 41:1. Beijos, querida.
Ao mesmo tempo que não podemos carregar a carga de outras pessoas nas costas, também não acho que devamos endurecer o coração frente á miséria extrema.
ResponderExcluirBoa semana, Taís.
Olá *
ResponderExcluirCada vez mais em Portugal se vê pessoas a mendigar.
É uma dor de alma.
O meu marido diz que não é dar esmola que resolve.
Mas eu dou sempre.
Penso sempre que aquilo que dou vai de certa forma, naquele dia vai ajudar aquela alma.
Triste, muito triste.
Abraço e brisas doces ***
Olá, minha querida Tais. Estou de volta. Fiquei afastada da blogosfera por muito tempo porque meu amado cachorro faleceu e tive que enfrentar a depressão.
ResponderExcluirVocê abordou um tema muito importante no seu artigo — um assunto que afeta praticamente todos os países do mundo. A situação de rua, a falta de perspectivas, a doença... e, no entanto, há cada vez menos abrigos, refúgios ou mesmo albergues noturnos disponíveis.
Eu também contribuo como posso.
Um abraço carinhoso e desejo a você uma semana maravilhosa.
Olá, amiga Tais.
ResponderExcluirInfelizmente vai haver sempre pessoas necessitadas pedindo ajuda, esmola. É o grande contraste das nossas sociedades. Uns com tudo outros sem nada. E não é fácil mudar este paradigma. Pelo contrário. Cada vez se acentua mais.
Gostei de ler esta sua crónica.
Deixo os votos de um bom fim de domingo, e uma ótima semana.
Beijinhos, com carinho e amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
coucou c'est triste ces pauvres gens qui font la manche pour se nourrir ik y en a beaucoup en france aussi , j'espère que tu a passé un bon weekend, voila une nouvelle semaine que l'ont prend dernière du mois passe un bon Lundi ,bises
ResponderExcluirBom dia, Tais
ResponderExcluirVoltando aqui para agradecer as felicitações, muito obrigada! Desejo uma ótima semana, beijos, querida.
Há pedintes em quase todos os países, até nos mais ricos.
ResponderExcluirMas os governos teimam em não ter políticas sociais minimamente eficazes.
Gostei da sua crónica, põe o dedo numa ferida cada vez mais aberta.
Boa semana minha amiga.
Beijos.
Uma das maneiras de equalizarmos a situação socioeconômica das pessoas é nos sensibilizarmos com o sofrimento do próximo e deixarmos de normalizar a situação das pessoas em situação de rua. Parabéns pelo texto, Taís.
ResponderExcluirHola, querida, Tais, regreso a la blogosfera con la ilusión de visitar a los amigos después de unas largas vacaciones.
ResponderExcluirEfectivamente, cada vez ocurre con más frecuencia, ver en las puertas del supermercado a muchas personas vulnerables esperando una limosna. Cada uno con su personal historia.
Siempre me gusta ayudarles con mi aportación.
Es cruel y doloroso verles y me conmuevo.
Abrazo.
É muito triste ver um ser humano passando por essa situação, Tais desejo uma ótima segunda-feira bjs.
ResponderExcluirTais, eu fico com o coração sangrando quando vejo as pessoas pedindo um "trocadinho" nos sinais, perto dos supermercados e na estrada dos restaurantes.
ResponderExcluirElas estão em completo estado de vulnerabilidade, jogadas à própria sorte.
Aqui em Vitória, o número de sem teto e mendigos aumento muito nas ruas e volta e meia sou abordada por muitos deles. Alguns chegam com agressividade, por estarem bêbados ou drogados e eu temo muito pela minha segurança quando isso acontece. Mas tem os que se aproximam com humildade, pedindo só um pouco e não custa nada partilhar se temos como ajudar. Mas é uma situação difícil demais viver assim, ninguém merece , é desumano.
Uma reflexão muito importante Tais, como tantas que você já compartilhou conosco.
Muito obrigada e uma semana linda! :))))
Boa tarde Taís
ResponderExcluirUm texto que nos toca profundamente e nos faz refletir sobre a realidade de tantas pessoas que vivem sem o mínimo necessário para uma vida digna.
A solidariedade, mesmo num pequeno gesto, pode significar muito para quem pouco ou nada tem.
Que nunca percamos a capacidade de olhar, de sentir e, sobretudo, de ajudar
Boa semana.
Deixo um beijo.
:)
Dear Tais, there are many homeless people in the world. Very sad to see what they go through. Thank you for sharing. ❤️ I hope you are doing well, dear friend.
ResponderExcluirQuerida Tais, claro que fazes bem em ajudar e eu também o faço. Há pessoas que criticam por acharem que o dinheiro é para álcool ou droga e, se for? Queres desgraça maior que essa? Sempre que posso ofereço comida, comprando-lhes um lanche ou até algum pão, mas, se tiver que ser dinheiro, eu dou, sim!
ResponderExcluirOs pedintes são cada vez em maior número, porque a cesta básica está cada vez mais cara devido à guerra no Médio Oriente; o preço das casas está insuportável e há pessoas que se sujeitam a viver num quarto por não conseguirem pagar o aluguer. Imagina, Amiga, aqui na minha cidade cobram 500 ou 600 euros e a pessoa tem de viver com a dona da casa que não a deixa, por exemplo, lavar a roupa na máquina. Não passam recibo e por isso ninguém pode fazer queixa de semelhante " roubalheira " .
Cada vez entendo menos o ser humano, Amiga. Não precisam de dinheiro e são capazes de explorar trabalhadores cujo salário mal chega para a comida. Serão estas pessoas " seres humanos " ? Para mim, não o são
Taís li esta tua publicação há dias e tentei encontrar algo parecido na net. Consegui! Dirás tu... " mas que copiona..." e tens razão, embora tenha a certeza de que não ficarás zangada. Este tema é de uma grande importância e que nos choca muito, por isso tem de ser falado sempre que possivel. Os políticos não querem saber, porque a eles nada lhes falta, desde boa comida a carro com motorista e tantas outras regalias; o resto é o resto e como resto que é, vai para o lixo. Assim funciona depois que são eleitos. Triste, um mundo terrivelmente triste
Estou perdoada pelo " copianço ?"
Beijinhos e fica bem, com saúde e com essa vontade de ajudar o próximo. És linda, minha Amiga!
Emília 🌻🌻
Boa tarde. Seu tema atualíssimo e extremamente complexo. Por todas as ruas dos bairros em Niterói temos pedintes. Há que informe que muitos não são de Niterói que todos os dias regressam aos seus locais de origem e que tem cadastro na cidade, Alguns são fixos nos locais, outros ambulantes.
ResponderExcluirHá épocas que encontramos famílias deitadas pelas calçadas.
Atualmente tenho observado a remoção de alguns; Tem abrigo , mas alguns não ficam e voltam para rua.
Não dou dinheiro, quando dou ajuda faço comprando algum alimento.
È triste a desigualdade social é preciso que os governantes tenham um planejamento que combine trabalho, moradia e educação para que haja mudanças.
Abraços.
Post atualizado no blogger.
Boa tarde Taís, esse triste retrato vejo aqui na minha cidade, interior de S. Paulo, onde há um aumento de pessoas pedindo ajuda, morando na ruas e dormindo nos bancos das praças. É chocante, ainda que se doa algo para comer ou vestir, pois me parece que isso se tornou uma roda viva, enquanto alguns são acolhidos nos abrigos uma nova turma vai chegando para viver exatamente o mesmo.
ResponderExcluirParabéns pelo belo texto e por compartilhar.
Beijos!
Dear Taís, your post is deeply moving and so powerful. Thank you for bringing light and compassion to this reality.
ResponderExcluirQuerida amiga Tais,
ResponderExcluirÉ tão triste essa realidade das pessoas que não possuem um teto pra viver e acabam nas ruas, debaixo de viadutos, fachadas de lojas e próximos dos comércios locais. Não é um problema simples de resolver, envolve o desenvolvimento do país, o combate a desigualdade social, políticas públicas e sensibilidade dos governantes. Aqui em São Paulo por longos anos existiu a famosa "cracolândia", com moradores de rua viciados em crack vivendo em uma determinada região da cidade. O que o governo do estado fez? Retirou os moradores quase moribundos na base da pancada e da violência, espalhou muitos pela cidade e prendeu alguns poucos traficantes da região. Não houve empatia, não houve cuidado e muito menos sensibilidade em lidar com uma população totalmente fragilizada e marginalizada pela sociedade. Triste.
O seu desabafo em forma de texto revela esse imenso abismo que vivemos no país, poucas pessoas se importam com os outros e ainda criticam aqueles que os ajudam, complicado demais minha amiga. Siga fazendo o que o seu coração diz, tenho certeza que o bem sempre retorna para quem pratica.
Um abraço paulistano!
Tais, uma imagem que lamentavelmente abunda.
ResponderExcluirO teu texto convida a uma reflexão profunda e fez-me recordar muitas das imagens que frequentam o nosso dia a dia. Penso que já está bem, que os governos não participam em fazer que desapareça esta imagem que nos entristece.
Também há os que não querem, preferem ser vagabundos que estar limitados a uma disciplina.
Grande abraço de vida e tudo de bom
Amiga Tais, ja tinha desejos de visitar mais ultimamente adico pouco tempo aos blogs.
ResponderExcluirGostei ler esta postagem que me conmove e me fai pensar na desigualdade da gentinha que povoamos o planeta. Mágoa que o que sobra a ums, falte a outros. Difícil de solucionar. Uma esmola ajuda pero não é suficiente!
Prometo ser máis generosa!
Beihinho
Olá Taís
ResponderExcluirEssa situação é muito triste.
Sempre que vou ao centro da cidade, me deparo com moradores
de rua e fico pensando como aguentam viver assim ni frio
e na fome.
Mas sempre que posso dou uma ajudinha
Mas espero que eles possam sair dessa situação
Arrumar um emprego e ter dignidade.
Amei seu texto
Abraços
Olá, amiga Tais.
ResponderExcluirPassando por aqui, para desejar um bom fim de semana, com tudo de bom.
Beijinhos, com carinho e amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
Amiga Taís, boa noite de sábado!
ResponderExcluirÉ de doer o coração mesmo..
Saio cedo para o alongamenteo e vejo pessoas dormindo no chão puro sem sequer um papelão. Com um pedaço da própria camiseta para tampar o rosto enquanto dorme...
Tenha dias abençoados!
Beijinhos fraternos
Um abraço carinhoso, querida Tais, e aguardo ansiosamente sua nova postagem!
ResponderExcluirTenha um outubro maravilhoso!
Boa tarde Taís,
ResponderExcluirGostei imenso desta Crónica, que trata de um assunto que me diz muito.
Junto a um pronto a comer, aqui onde moro, sentad6o no chão, está sempre um senhor a pedir.
Por vezes dava-lhe uma moeda, mas há dias pediu-me pão e água.
Estava muito calor e o pobre ali sentado no chão. Penso que não poderá andar.
Passei a comprar pão, entrego no saquinho que trago do supermecatdo ali perto e há dias, como tinha os lábios muito gretados, apontou e eu entendi.Comprei o baton para amenizar o problema dos lábios e dei-lhe. Agradeceu muito com a sua enorme humildade.
Cheguei à conclusão, que embora as entidades oficiais deveriam ter sensibilidade para estas situações, que o que ofereço não é quase nada, mas ajuda aquele ser ali tão desprotegido.
Beijinhos e uma boa semana.
Emília
coucou beau billet mais triste sa me tient a cœur moi j'aide souvent des sans abris et sa met arriver d'en sortir de la rue , et donc c'est pas fini avec ce qui se passe voila une autre semaine j'espère que tu a passé un bon weekend je te souhaite un bon Lundi bise
ResponderExcluirPassei para ver as novidades.
ResponderExcluirAproveito para lhe desejar um feliz mês de Outubro e uma boa semana.
Beijo.
Caríssima Tais, bom dia.
ResponderExcluirDe fato, é muito triste constatarmos a presença
de tantos pedintes pelas ruas e defronte a bancos e
outros estabelecimentos comerciais. Compadeço-me
tanto quanto você e concordo com sua observação
de que deveria haver maior acolhimento dessas
pessoas pelas prefeituras na criação de abrigos
temporários e com orientações para que as mesmas
possam seguir suas vidas com um pouco mais de
conforto e possibilidades de crescimento pessoal.
Causa mesmo profunda indignação sabermos que
não são poucos aqueles que além de não ajudarem
ainda se revoltam contra os que ajudam esses
infelizes que não contam sequer com o mínimo para
que possam viver com dignidade.
Mais uma vez comoveu-me as suas ponderações
de tão profundos sentimentos humanitários que são
divinos e ganham ainda mais brilho com a belíssima
literalidade que a tornou imperatriz das crônicas.
Meus efusivos parabéns e que a semana seja das
mais felizes e promissoras para você e família na sua
lindíssima Porto Alegre.
Terno abraço com admiração de sempre.
Querida y bella amiga, un relato que duele, cuando puedo ayudar lo hago pero esa no es la solución, los gobiernos tienen que tomar medidas, no se como ellos se pueden ir a dormir sabiendo de tanta gente que duerme en las calles sin abrigo, hay que tener corazon de piedra para ser indiferente.
ResponderExcluirValioso post.
Que pases un hermoso y feliz inicio de semana.
👄🌹Besitos y te dejo todo mi cariño mi querida amiga🌹👄
Dulces sueños amiga, para ti y para Pedro
ResponderExcluir👄🌹Besitos y te dejo todo mi cariño🌹👄
Nosso carinho, amiga querida!
ExcluirUma linda semana, com muita paz no coração.
🌹💜🌻🙋♀️ Beijos!
Pois é querida Taís,
ResponderExcluirÉ bem sempre frisar que estas
pessoas não INVISÍVEIS, como
as tentam rotular. Gosto de pensar
na direção de que PESSOAS tem motivos
para estarem a margem. Uma vez conversei com
um senhor, era dia dos pais, ele estava sentado
num banco da pracinha lendo. Ele trocava livros
lidos por tostões para almoçar ou melhor, para
comer. Perguntei se ele tinha familia ora dali.
Ele disse que sim. Tinha uma filha que insistia
pra ele morar na kitnet dela. Mas ele não
aceitava porque ia atrapalhar a vida dela que
estava no último período na faculdade.
Troquei um livro com ele e pedi um favor.
Que ele lesse o rascunho/boneca do livro Elos do
silvioafonso e numa data X nos encontraríamos e
ele me daria por escrito a crítica. Fechamos esse
acordo e ele cumpriu. Aliás ele fez ótima críica
apontando os altos e baixo do livro.
Bjins amiga querida.
CatiahôAlc.
Bonjour Tais, tes mots rappellent avec une émouvante justesse que la véritable richesse ne se mesure pas à ce que l'on possède, mais à ce que l'on partage, tu prêtes une voix à ceux que beaucoup croisent sans les voir et cette voix porte la noblesse de la compassion, ton texte interpelle les consciences avec humanité et délicatesse, loin des jugements faciles, puissions nous ne jamais laisser l'indifférence endurcir ce que le cœur a de plus précieux, bon dimanche Tais, bisou, Régis.
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